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  • Merab Dvalishvili abre as portas para duelo de campeões com Alexandre Pantoja no UFC

    Merab Dvalishvili abre as portas para duelo de campeões com Alexandre Pantoja no UFC

    Mesmo tendo feito apenas sua segunda defesa de título no último sábado (7), Merab Dvalishvili já praticamente ‘limpou’ a divisão dos galos (61 kg) do UFC. Isso porque, com uma sequência de 13 vitórias, a quarta maior marca da história do Ultimate, o campeão já enfrentou – e venceu – grande parte dos seus principais concorrentes na categoria. Assim, com poucas opções de rivais inéditos para desafiá-lo pelo cinturão até 61 kg da liga, o georgiano cogita abrir o leque de possibilidades.

    Em recente participação no programa ‘The Ariel Helwani Show’, Merab Dvalishvili abriu as portas para um possível duelo de campeões contra o brasileiro Alexandre Pantoja. Para isso acontecer, entretanto, o campeão peso-mosca (57 kg) teria que subir de categoria para desafiar o georgiano pelo cinturão dos galos.

    “Sim, se ele subir para a minha categoria e o UFC estiver interessado nisso. Sem problemas. Tenho certeza que muitas pessoas estarão interessadas nessa luta. Eu respeito o Pantoja. Ele seria um oponente duro para mim. Se o Pantoja e o UFC quiserem, eu não tenho problema com isso”, declarou Merab.

    Yan e Sandhagen entre os favoritos

    Caso a possível disputa entre Merab e Pantoja não saia do campo da imaginação, os dois principais favoritos a conquistarem o próximo ‘title shot’ na divisão dos galos são o ex-campeão Petr Yan e Cory Sandhagen – terceiro e quarto colocados no ranking da categoria, respectivamente. O russo, que vem de duas vitórias contundentes, parece ter reencontrado seu melhor desempenho depois de viver uma má fase logo após perder o cinturão. Já o americano superou quatro dos últimos cinco rivais e busca sua primeira chance de lutar pelo título no Ultimate.

    Também corre por fora o chinês Song Yadong, número 5 da classificação. Porém, conta contra o atleta asiático o fato de suas duas derrotas mais recentes terem vindo diante justamente de Petr Yan e Cory Sandhagen, seus maiores concorrentes na busca pelo ‘title shot’.

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  • Kayla Harrison relembra primeiro treino com Amanda Nunes: “Ela me deu uma surra”

    Kayla Harrison relembra primeiro treino com Amanda Nunes: “Ela me deu uma surra”

    Ao que tudo indica, Kayla Harrison e Amanda Nunes medirão forças na próxima rodada em uma superluta que coloca em disputa o cinturão peso-galo (61 kg) feminino do UFC. E se os fãs de MMA anseiam por saber quem levará a melhor no octógono mais famoso do mundo, as partes envolvidas no confronto sabem como era a rotina de treinos no tatame, quando ainda eram companheiras de equipe na ‘American Top Team’. Bicampeã olímpica de judô, a americana relembrou como foi seu primeiro ‘sparring’ com a ‘Leoa’.

    Em recente participação no programa ‘The Ariel Helwani Show’, Kayla ativou o ‘modo sincerão’ e admitiu que levou a pior contra a brasileira em seu início na ‘ATT’. Em contrapartida, a atual campeã do UFC frisa que, à época, sequer havia competido profissionalmente no MMA profissional. Hoje, já com 20 combates no cartel, a americana ainda deixa uma pulga atrás da orelha dos fãs, ao sugerir que a primeira sessão de treino com a ‘Leoa’ teria sido interrompida por uma das atletas, ainda no segundo round. O motivo da pausa e quem teria a solicitado Harrison manteve em segredo, ao menos por ora.

    “Sim, já pensava (em lutar com ela desde o primeiro dia). Já imaginava (risos). Fui lá para visitar, fui para Jersey e Vegas e depois vim aqui (na ATT) conhecer e fiz um sparring com ela, na verdade. No segundo dia já treinei com ela (Amanda Nunes). E logo após disso já pensei: ‘É isso, é para cá que eu virei’. Foi bom (o treino), ela me deu uma surra. Mas uma de nós parou após dois rounds. Não pensava: ‘Vou lutar com ela agora’. E sim algo tipo: ‘Essa é a melhor do mundo, é ela aqui’. E se você quiser ser a melhor, você tem que treinar com os melhores. Então virei para cá. Eu nem tinha lutado (MMA) ainda. Eu só treinava há alguns meses. Não sei (porque paramos após dois rounds)”, relatou a judoca.

    Americana surge como favorita

    Apesar de aparentemente verídico, o relato de Kayla vai contra o que o mercado enxerga para o possível combate. Isto porque Amanda Nunes abriu como zebra para o duelo contra a americana, que despontou com ligeiro favoritismo nas principais casas de apostas. Ex-companheiras de equipe na ‘American Top Team’, Harrison e a ‘Leoa’ irão transferir a rivalidade de outrora nos tatames para o octógono mais famoso do mundo. Agora resta saber quem levará a melhor quando todos os holofotes estiverem voltados para as duas estrelas do MMA feminino.

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  • Merab ultrapassa Jon Jones no ranking peso-por-peso; brasileiros caem após derrotas

    Merab ultrapassa Jon Jones no ranking peso-por-peso; brasileiros caem após derrotas

    Os resultados e performances do UFC 316, em Newark (EUA), geraram grandes movimentações no ranking do Ultimate. Protagonistas do card numerado, Merab Dvalishvili e Kayla Harrison, além de soberanos entre os pesos-galos (61 kg), ganharam importantes posições na listagem peso-por-peso da companhia em sua mais recente atualização, promovida nesta terça-feira (10). Os brasileiros, por sua vez, derrotados no show, acabaram perdendo espaço em suas divisões de peso.

    Como já era detentor do cinturão até 61 kg, Merab não mudou de colocação em sua categoria. Em contrapartida, a nova defesa de título bem-sucedida lhe renderam duas posições no ranking peso-por-peso. ‘The Machine’, como é conhecido, deixou para trás simplesmente Jon Jones e Ilia Topuria, pulando do quarto para o segundo lugar. O russo Islam Makhachev é o único que segue na sua frente. Também na lista que independe de categoria de peso, Sean O’Malley, vítima de Dvalishvili, perdeu seu espaço no top 15, cedendo o posto para Arman Tsarukuyan.

    Já Kayla agora tem oficialmente seu rosto estampado como campeã no site do UFC. Além da liderança entre os galos, a judoca americana também disparou no ranking peso-por-peso feminino, pulando da sétima para a terceira colocação e deixando para trás nomes como Alexa Grasso, Manon Fiorot e sua mais recente vítima Julianna Peña que, com o revés no último sábado, caiu da terceira para a quinta posição. As únicas atletas que seguem na frente de Harrison são as campeãs das outras duas categorias: Zhang Weili, segunda colocada, e a líder Valentina Shevchenko.

    Brasileiros perdem espaço

    Com quatro representantes em ação, o ‘Esquadrão Brasileiro’ saiu zerado do UFC 316. Entre as mulheres, Ariane Lipski da Silva chegou pressionada por duas derrotas seguidas. Entretanto, mesmo com a corda no pescoço, a striker curitibana não foi páreo para Wang Cong, para quem perdeu na decisão unânime. Com o novo tropeço, a brasileira caiu da 13ª para a 15ª colocação. Sua algoz chinesa, por sua vez, estreou no top 15 dos moscas (57 kg), surgindo agora na 14ª posição.

    Também na divisão dos moscas, mas entre os homens, Bruno Silva tentava voltar à coluna das vitórias contra Joshua Van. Dentro do octógono, entretanto, o que prevaleceu foi a juventude do atleta de Mianmar, que nocauteou ‘Bulldog’ no terceiro assalto. O revés fez o brasileiro cair da 12ª para a 14ª colocação, enquanto seu algoz subiu quatro degraus e agora chegou ao top 10 da categoria.

    Vicente deixa o top 15

    A derrota mais dura do ponto de vista esportivo talvez tenha sido a de Vicente Luque. Afinal de contas, além de ser finalizado em uma posição que é especialista – o triângulo de mão -, o brasileiro ainda perdeu seu espaço no top 15 dos meio-médios (77 kg). Por sua vez, Kevin Holland, seu algoz no UFC 316, estreou na 14ª colocação. Aos 33 anos, ‘The Silent Assassin’ terá que reconstruir seu caminho até o ranking da categoria para, quem sabe, voltar a sonhar com o pelotão de elite e, consequentemente, com o cinturão.

    O quarto atleta tupiniquim em ação no UFC 316 foi Brendson Ribeiro, que acabou nocauteado por Azamat Murzakanov ainda no primeiro round. O brasileiro, entretanto, ainda não figurava no top 15 dos meio-pesados (93 kg), mas perdeu uma chance de ouro de adentrar no ranking, visto que seu algoz russo agora desponta na 11ª posição da listagem.

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  • Lesionado, Manel Kape é substituído por Joshua Van contra Brandon Royval no UFC 317

    Lesionado, Manel Kape é substituído por Joshua Van contra Brandon Royval no UFC 317

    Não vai ser dessa vez que dois dos mais talentosos pesos-moscas (57 kg) do plantel do Ultimate vão medir forças no octógono mais famoso do mundo. Inicialmente escalado para enfrentar Brandon Royval no UFC 317, dia 28 de junho, Manel Kape se lesionou de forma relativamente grave e, assim, foi retirado do combate contra ‘Raw Dawg’.

    A notícia foi divulgada inicialmente nas redes sociais, pelo próprio Royval (veja abaixo ou clique aqui), que também antecipou o nome de seu novo adversário para o evento do dia 28 de junho, em Las Vegas (EUA): Joshua Van. O atleta natural de Mianmar vem de quatro vitórias consecutivas, a mais recente delas sobre o brasileiro Bruno ‘Bulldog’, no último sábado (7), pelo card do UFC 316, em Newark (EUA).

    Quem também se manifestou na internet para confirmar a informação foi Manel Kape. No seu perfil oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo ou clique aqui), o angolano revelou que sofreu uma fratura no pé e lamentou sua saída da importante luta contra Royval, que era vista como uma eliminatória pelo ‘title shot’.

    Luta zicada?

    Esta foi a segunda vez que uma luta entre Manel Kape e Brandon Royval precisou ser cancelada. Anteriormente, os dois estavam previstos para se enfrentarem em março deste ano, mas à época, o americano teve que desistir do confronto às vésperas por conta de problemas de saúde. O angolano, então, encarou Asu Almabayev, substituo de ‘Raw Dawg’, a quem venceu por nocaute técnico na luta principal do UFC Vegas 103.

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  • Ex-campeão do UFC aconselha Kayla Harrison a evitar luta com Amanda Nunes: “Péssima ideia”

    Ex-campeão do UFC aconselha Kayla Harrison a evitar luta com Amanda Nunes: “Péssima ideia”

    No último sábado (7), Kayla Harrison desbancou Julianna Peña e conquistou o cinturão peso-galo (61 kg) do Ultimate. E seu primeiro ato como nova campeã da categoria foi convocar Amanda Nunes ao octógono e formalizar um desafio. A superluta contra a ‘Leoa’, entretanto, pode não ser uma boa ideia para a judoca bicampeã olímpica. Ao menos é desta maneira que pensa Demetrious Johnson.

    Através de um vídeo divulgado em seu próprio canal do ‘Youtube’, o ex-campeão peso-mosca (57 kg) do UFC aconselhou Kayla a evitar um confronto direto contra Amanda. Mesmo há cerca de dois anos parada após anunciar sua aposentadoria, a brasileira possui um lastro consideravelmente maior no MMA do que a americana. Tal experiência e maior poder de adaptação à modalidade podem ser cruciais caso Nunes e Harrison de fato entrem em rota de colisão na próxima rodada.

    Se eu fosse a Kayla Harrison, eu me aposentaria do esporte. Não lute contra a Amanda Nunes. Kayla Harrison está desafiando a Amanda Nunes, acho uma péssima ideia. Sim, a Kayla é campeã mundial, mas quando você olha para quem a Amanda Nunes já enfrentou e quem a Kayla lutou, não tem comparação. Você tinha Ronda Rousey, Miesha Tate, Cat Zingano, Germaine de Randamie, Valentina Shevchenko. Só o conjunto de talentos que a Amanda já enfrentou supera tudo o que a Kayla fez em toda sua carreira. A Amanda não precisa sair da aposentadoria. Acho que o que está incentivando ela a voltar é provavelmente o quão fácil essa luta pode ser. Elas treinaram juntas. Ela tem que derrubar a Amanda, que não é uma mulher pequena. Ela é grande e forte”, opinou ‘DJ’.

    Análise do campeão se opõe às ‘odds’

    Apesar de razoável, a análise de Demetrious vai contra o que o mercado enxerga para o possível combate. Isto porque Amanda Nunes abriu como zebra para o duelo contra Harrison, que despontou com ligeiro favoritismo nas principais casas de apostas. Ex-companheiras de equipe na ‘American Top Team’, Kayla e a ‘Leoa’ irão transferir a rivalidade de outrora nos tatames para o octógono mais famoso do mundo. Agora resta saber quem levará a melhor quando todos os holofotes estiverem voltados para as duas estrelas do MMA feminino.

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  • UFC: Justin Gaethje ameaça se aposentar caso seja preterido em disputa de título; entenda

    UFC: Justin Gaethje ameaça se aposentar caso seja preterido em disputa de título; entenda

    No dia 28 de junho, em Las Vegas (EUA), Charles ‘Do Bronx’ e Ilia Topuria lideram o UFC 317 em disputa que coloca em jogo o cinturão vago dos pesos-leves (70 kg). Também de olho no título da categoria, Justin Gaethje visa um combate contra o vencedor do card da ‘Semana Internacional da Luta’. Caso contrário, o americano, número 3 do ranking, cogita, inclusive, abandonar os esportes de combate. Ao menos é isto que alega seu empresário, Ali Abdelaziz.

    Em entrevista ao canal ‘Submission Radio’, o representante de Gaethje exaltou seu recente retrospecto positivo e seus serviços prestados à empresa como trunfos na busca pelo almejado ‘title shot’. De acordo com Ali, caso a vaga de desafiante ao cinturão não venha já na próxima rodada, ‘The Highlight’, como o americano é conhecido, flertaria com uma eventual aposentadoria do MMA.

    “Justin Gaethje enfrenta o vencedor (de Charles vs Topuria). Ele venceu três de suas últimas quatro e salvou o UFC duas vezes. Precisaram e lá estava ele. Esse cara fez tanto pelo esporte. Se alguém disser que ele não merece, ele me disse: ‘Se eu não for lutar pelo título, eu vou pendurar as minhas luvas’. Mas olha, no final das contas acho que eles (do UFC) amam ele. Acho que darão a ele o que ele quer. Mas primeiro temos que ver o que acontece entre Charles e Ilia”, afirmou o empresário egípcio.

    Concorrentes pela vaga

    Apesar do claro interesse, Gaethje não é o único candidato na briga por um ‘title shot’. O americano tem ao menos dois fortes concorrentes na disputa. O primeiro deles é Arman Tsarukyan. Além de atual número 1 do ranking, o armênio é cotado para o posto de reserva de Charles vs Topuria – vaga que, se confirmada, pode ser um grande indicativo de que o atleta da ‘American Top Team’ será o ‘próximo da fila’.

    Outro nome que pode ganhar força é o de Max Holloway. Número 4 do ranking, ‘Blessed’ está escalado para enfrentar Dustin Poirier em julho. Caso saia vitorioso do confronto, o ex-campeão peso-pena (66 kg) pode vislumbrar o title shot. Inclusive, o havaiano tem como trunfo a vitória via nocaute devastador contra Gaethje, no UFC 300 – justamente o último tropeço de Justin na companhia.

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  • Patchy Mix reage após estreia frustrante com derrota no UFC 316

    Patchy Mix reage após estreia frustrante com derrota no UFC 316

    Se as disputas de cinturão eram o principal foco do UFC 316, quem aparecia logo atrás nos holofotes era Patchy Mix. A estreia do ex-campeão peso-galo (61 kg) do Bellator no octógono gerava grande expectativa, mas o norte-americano acabou superado por decisão unânime por Mario Bautista, no card principal do evento realizado no último sábado (7), em Newark (EUA).

    Dominado durante os três rounds, Mix teve dificuldades para impor seu estilo e viu o adversário controlar o combate com movimentação constante e um jogo de jabs eficiente. Ainda assim, o estreante demonstrou maturidade ao comentar o revés, adotando um tom de superação e gratidão aos seus apoiadores.

    “Noite difícil para mim no trabalho. Mas agradeço às pessoas que me apoiaram e estiveram comigo nessa jornada. Gostaria de ter feito mais e ter feito alguns ajustes. Voltarei mais forte a partir deste momento”, escreveu em publicação no ‘Facebook’.

    Futuro

    Com o resultado, o lutador sofreu apenas a segunda derrota em 22 apresentações profissionais — a primeira em quase cinco anos. Antes de chegar ao Ultimate, vinha de oito triunfos consecutivos, incluindo vitórias expressivas sobre nomes como Sergio Pettis, Raufeon Stots e Magomed Magomedov. Já Bautista, embalado, ampliou sua sequência invicta para oito combates e consolidou sua posição na divisão. Atual 10º colocado do ranking, a tendência é que suba ainda mais na próxima atualização.

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  • Festa e aplausos! Kayla Harrison ganha recepção calorosa na ATT após título do UFC

    Festa e aplausos! Kayla Harrison ganha recepção calorosa na ATT após título do UFC

    Coroada como nova campeã peso-galo (61 kg) do UFC no último sábado (7), Kayla Harrison teve uma recepção de gala ao voltar para a academia da ‘American Top Team’, na Flórida (EUA). O registro da homenagem feita pela equipe para a judoca foi compartilhado nas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui).

    Sob muitos aplausos, Kayla recebeu os parabéns pela conquista de diversos treinadores e colegas de time que estavam presentes na academia no momento. Um dos mais abraços mais apertados que a americana ganhou foi do brasileiro Alexandre Pantoja – único representante da ‘ATT’ que detinha um cinturão do Ultimate atualmente até a vitória de Harrison sobre Julianna Peña no UFC 316, no sábado.

    Tradição

    Alexandre Pantoja, inclusive, também foi homenageado pelos treinadores e colegas de time após sua conquista do cinturão peso-mosca (57 kg) do UFC, em julho de 2023. Na ocasião, o carioca quebrou um jejum incômodo da American Top Team, uma das equipes mais respeitadas do mundo, que ficou algum tempo sem campeões do principal evento de MMA do planeta.

    Palco do início da rivalidade entre Kayla e Amanda

    Agora que se tornou dona do cinturão peso-galo do Ultimate, Kayla Harrison deve ter como sua próxima adversária uma velha conhecida. Antiga bicampeã do UFC, nas divisões até 61 kg e 66 kg, a brasileira Amanda Nunes deve voltar da aposentadoria para duelar contra a ex-colega de equipe. O período em que estiveram juntas na ‘ATT’, por sinal, serviu como pontapé inicial da rivalidade entre elas, de acordo com a baiana, que admitiu ter saído da academia baseada na Flórida por causa da judoca.

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  • Expansão dos jogos de cassino ao vivo em idiomas locais nas plataformas digitais

    Expansão dos jogos de cassino ao vivo em idiomas locais nas plataformas digitais

    O mercado de jogos online tem evoluído rapidamente. A busca por mais acessibilidade e uma experiência personalizada levou ao crescimento dos jogos de cassino ao vivo com suporte em idiomas locais. Plataformas digitais agora oferecem crupiês, suporte técnico e interface de jogo em línguas faladas pelos utilizadores em regiões específicas.

    Em países africanos, onde há grande diversidade linguística, essa mudança faz diferença. Em vez de depender apenas do inglês ou do francês, os jogadores têm a opção de usar sua língua materna. No http://www.1xbet.co.mz/pt, já é possível encontrar mesas e serviços localizados, ajustados ao contexto cultural e linguístico da região.

    Essa adaptação aumenta a confiança do utilizador e reduz barreiras técnicas. Jogadores entendem melhor as regras, participam com mais segurança e sentem-se valorizados pelas plataformas.

    A importância do idioma local na experiência de jogo

    O idioma é mais que uma ferramenta de comunicação. Ele influencia a forma como as pessoas percebem, reagem e tomam decisões. Em jogos ao vivo, cada segundo conta. Por isso, compreender de forma rápida e clara o que o crupiê ou o sistema está a dizer é essencial.

    Com a opção de idiomas locais, os jogadores tomam decisões com mais confiança. Isso também impacta directamente na qualidade das apostas. Um utilizador bem informado aposta com mais precisão, ajusta o ritmo do jogo e evita erros desnecessários.

    Além disso, as plataformas que oferecem idiomas locais ganham mais tempo de permanência e lealdade do público. A facilidade de comunicação estimula a interacção, principalmente quando o jogo inclui elementos ao vivo, como roleta ou blackjack.

    Os recursos em crescimento incluem:

    • Crupiês que falam idiomas locais em jogos transmitidos ao vivo.
    • Interface de usuário traduzida com termos regionais e acessíveis.
    • Suporte técnico por chat em línguas africanas ou dialetos locais.
    • Promoções e campanhas ajustadas ao contexto linguístico-cultural.

    Durante essas sessões, o jogador pode usar plataformas móveis sem perder fluidez. Com acesso optimizado, ferramentas como Instale o 1xBet App no seu smartphone tornam o jogo mais simples, rápido e intuitivo.

    O papel da tecnologia e da localização estratégica

    A integração de idiomas locais depende de tecnologia e pesquisa de comportamento regional. As plataformas usam análise de dados para identificar quais idiomas têm maior adesão. A localização dos servidores e a velocidade da internet também ajudam a manter a qualidade da transmissão.

    Plataformas bem preparadas conseguem oferecer streaming estável, mesmo em áreas com conexão limitada. Além disso, incluem instruções em áudio e texto para orientar o jogador com clareza.

    A inclusão dos idiomas locais também reforça a formação de comunidades online. Jogadores que falam a mesma língua trocam dicas, estratégias e até recomendações sobre limites e variações do jogo. Isso fortalece o ecossistema das apostas em regiões como Moçambique, onde o ambiente digital continua a crescer.

    Além da comunicação, o idioma também tem impacto directo nas acções de marketing e nos programas de fidelização. Apostadores sentem-se mais conectados quando recebem notificações, bónus e mensagens no seu idioma.

    Treinadores de apostas e aprendizagem com suporte local

    Para quem treina apostadores, a presença de idiomas locais facilita a formação de novos jogadores. Os treinadores conseguem usar vídeos, simuladores e plataformas com comandos compreensíveis para ensinar boas práticas.

    Com a expansão do acesso móvel e recursos como http://1xbet.co.mz/pt/allgamesentrance, esses treinadores podem adaptar os conselhos às dinâmicas locais. Eles orientam sobre como interpretar odds, definir limites e escolher jogos com menor margem de erro.

    Treinadores também observam padrões de comportamento entre os jogadores de cada região. Isso ajuda a identificar onde aplicar mais tempo de estudo e como evitar erros comuns. Com o tempo, a presença de idiomas locais cria uma base sólida de aprendizagem e treino.

    A tendência de personalização e crescimento regional

    O uso de idiomas locais nos cassinos ao vivo representa uma resposta natural à expansão do público africano. Essa personalização mostra que o mercado reconhece a importância da identidade cultural no ambiente digital.

    Além de melhorar a experiência, essa adaptação ajuda a promover jogos mais seguros e responsáveis. Jogadores informados tomam decisões melhores, evitam riscos desnecessários e utilizam as ferramentas com maior controlo.

    Com a tendência de digitalização a acelerar, os próximos anos devem trazer mais opções de idiomas, mais conteúdos regionais e maior integração com canais de suporte locais. A aposta nas línguas africanas já não é opcional – é estratégica.

  • Mudança! Ultimate anuncia nova data e sede para o UFC 320

    Mudança! Ultimate anuncia nova data e sede para o UFC 320

    Inicialmente previsto para acontecer em Guadalajara (MEX), no dia 13 de setembro, o UFC 320 ganhou nova data e sede. Durante a transmissão oficial da edição 316, realizada no último sábado (7), o Ultimate anunciou que o evento numerado que aconteceria no México foi transferido para Las Vegas (EUA) e agora será promovido no dia 4 de outubro.

    Com as alterações, que foram motivadas pelo atraso nas obras da arena que receberia o show em Guadalajara, o Ultimate não irá promover um de seus eventos numerados no mês de setembro. Apesar do anúncio feito no sábado, até o momento, nenhum combate foi confirmado oficialmente pela organização para o show do dia 4 de outubro.

    Noche UFC transferido

    Já o ‘Noche UFC’, que serviria como tema central do UFC 320 quando o mesmo ainda estava marcado para ser sediado no México, foi transferido para os Estados Unidos, mais precisamente para o Texas (EUA). O card também perdeu o status de numerado e foi ‘rebaixado’ para uma versão ‘Fight Night’.

    UFC Vancouver

    O UFC 320 não foi a única edição que teve sua data e sede confirmadas oficialmente pela entidade no último final de semana. Também no sábado, a companhia anunciou o UFC Vancouver – um evento ‘Fight Night’ previsto para acontecer no dia 18 de outubro, no Canadá.

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