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  • Jorge Masvidal aposta em Ilia Topuria para vencer Charles do Bronx no UFC 317

    Jorge Masvidal aposta em Ilia Topuria para vencer Charles do Bronx no UFC 317

    Ex-campeão do cinturão simbólico ‘BMF’ (mais durão), Jorge Masvidal compartilhou sua visão sobre o aguardado confronto entre Ilia Topuria e Charles ‘Do Bronx’, que acontece neste sábado (28), na luta principal do UFC 317. Para o veterano, o georgiano radicado na Espanha tem as ferramentas necessárias para superar o brasileiro e conquistar o título dos pesos-leves (70 kg).

    Em entrevista ao canal ‘Red Corner MMA’, Masvidal reconheceu as qualidades de Oliveira, destacando sua versatilidade e arsenal técnico. No entanto, acredita que Topuria reúne características raras dentro do esporte.

    Ilia é um em dez mil. Eu treinei com todo mundo, irmão. Esse cara é especial. Acho que ele vai ser campeão mundial nos 70 kg. Ele vai vencer o Charles, cara. Vai encontrar um jeito de vencer. O Charles é maior, tem chutes, joelhadas, cotoveladas, jiu-jítsu excelente, boa luta agarrada. Ele é bom em todas as áreas. Mas o Ilia é simplesmente diferente, irmão”, declarou o norte-americano.

    Perigo iminente

    Apesar de contar com o apoio de nomes importantes do circuito, como Dustin Poirier e Aljamain Sterling, o duelo com o ex-campeão dos leves representa o maior teste da carreira do invicto atleta europeu. Reconhecido por sua agressividade e alto índice de finalizações, ‘Do Bronx’ busca retomar o cinturão e frear a ascensão do promissor desafiante.

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  • Sem lutar, Chimaev entra no ranking peso-por-peso do UFC após saída de Jon Jones

    Sem lutar, Chimaev entra no ranking peso-por-peso do UFC após saída de Jon Jones

    A aposentadoria de Jon Jones provocou muitas mudanças nos dois rankings em que o americano figurava: o peso-pesado, onde era campeão, e o peso-por-peso, no qual ocupava o 3º lugar. Além de Tom Aspinall, que foi alçado ao posto de dono do cinturão linear dos pesados, o outro principal beneficiado com a despedida de ‘Bones’ foi o russo Khamzat Chimaev, próximo desafiante ao título peso-médio (84 kg), que ganhou uma vaga na lista ‘pound-for-pound’, que classifica os melhores atletas do plantel independentemente de suas categorias de peso.

    Escalado para enfrentar o campeão Dricus du Plessis no UFC 319, em agosto, Chimaev agora fecha o top 15 peso-por-peso da liga. Já o lugar de Jones, na terceira posição da tabela de classificação, foi ocupado pelo georgiano Ilia Topuria, ex-detentor do cinturão peso-pena (66 kg) e que vai lutar pelo título dos leves (70 kg) neste sábado, contra o brasileiro Charles ‘Do Bronx’ Oliveira, 13º colocado na lista.

    Aspinall no top 10

    Por sua vez, o novo dono do cinturão linear dos pesos-pesados Tom Aspinall subiu três degraus e agora integra o top 10 do ranking peso-por-peso do UFC. O inglês deixou a 11ª colocação e assumiu o 8º lugar da tabela de classificação. Por outro lado, o único atleta a não ganhar posições com a saída de Jon Jones da lista foi o ex-campeão peso-médio e meio-pesado (93 kg) Alex ‘Poatan’ Pereira, que permanece na 9ª colocação.

    Rountree subindo

    Quem também se deu bem na mais recente atualização dos rankings do UFC foi Khalil Rountree Jr. O ex-desafiante ao cinturão meio-pesado venceu o ex-campeão Jamahal Hill no último sábado (21), pela luta principal do UFC Azerbaijão, e subiu três degraus no top 15 da categoria. Agora, o nocauteador norte-americano ocupa a 4ª colocação na tabela de classificação da divisão.

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  • Anderson Silva exalta carreira dominante de Jon Jones em despedida: “Inigualável”

    Anderson Silva exalta carreira dominante de Jon Jones em despedida: “Inigualável”

    A oficialização da aposentadoria de Jon Jones, visto por muitos como um dos maiores atletas do MMA de todos os tempos, provocou uma grande comoção dentro da comunidade das lutas. Entre inúmeras manifestações de figuras relevantes do meio, uma das mais significativas, sem dúvida, foi a do brasileiro Anderson Silva.

    Através da ferramenta ‘stories’ no seu perfil oficial no ‘Instagram’ (veja abaixo), o ‘Spider’ fez questão de exaltar a carreira de ‘Bones’, principalmente a superioridade demonstrada pelo americano dentro do octógono. Vale destacar que Jon Jones encerra sua trajetória no MMA profissional com um cartel de 28 vitórias, um ‘no contest’ (sem resultado) e apenas uma derrota, por desqualificação, em 2009, diante de Matt Hamill, ainda no início de sua carreira.

    Meu irmão, obrigado por todos os momentos mágicos. Seu domínio dentro do cage é inigualável, e isso marca o fim de outra era lendária“, exaltou o Spider.

    Respeito mútuo e sonho frustrado dos fãs

    Contemporâneos, Anderson Silva e Jon Jones dominaram suas respectivas categorias no UFC durante o auge de suas carreiras – o brasileiro no peso-médio (84 kg) e o americano nos meio-pesados (93 kg). Apesar do ‘Spider’ ter se aventurado também na divisão de cima, na época, os dois sempre pregaram respeito mútuo e um confronto entre os eles sempre foi negado por ambos, para frustração dos fãs.

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  • Khalil Rountree Jr revela que rompeu o menisco antes de luta com Jamahal Hill: “Difícil andar”

    Khalil Rountree Jr revela que rompeu o menisco antes de luta com Jamahal Hill: “Difícil andar”

    No último sábado (21), na luta principal do UFC Baku, Khalil Rountree Jr apresentou uma performance dominante e venceu Jamahal Hill sem grandes sustos. Mas quem não teve acesso aos bastidores da preparação do americano mal sabe que a verdadeira batalha foi iniciada antes mesmo de desembarcar no Azerbaijão. Dias após ter o braço erguido no evento internacional, ‘The War Horse’, como é conhecido, revelou que sofreu uma ruptura no menisco antes do combate.

    Através de um relato em seu próprio canal no Youtube, o ex-desafiante ao cinturão dos meio-pesados (93 kg) admitiu que seu camp de treinos foi diretamente afetado pela lesão no joelho. Em determinado momento, a menos de um mês para o combate contra Jamahal Hill, Rountree Jr destacou, inclusive, que tinha dificuldades para desempenhar tarefas simples sem sentir dores, como se locomover ou ficar de pé.

    Mais ou menos na metade do camp, quando estava treinando jiu-jitsu, foi a primeira vez que senti um desconforto no meu joelho. Treinando com caras maiores e fazendo quatro sessões por dia, além de corrida, jiu-jitsu e manopla. Foi quando o desconforto começou. Só aumentou a partir daí, até o dia em que acordei e estava muito difícil para mim andar e até mesmo ficar de pé. Então fui checar e acabei tendo uma ruptura de menisco. Quando descobri a lesão, faltavam apenas três semanas para a luta, então foi estressante. Fiquei arrasado e não consegui treinar como queria. Se eu não tivesse treinadores tão positivos e solidários, acho que teria desmoronado. Então tudo valeu a pena”, relembrou Khalil.

    Subindo no ranking

    Atual número 7 do ranking, Rountree Jr deve subir algumas posições na próxima atualização da listagem, programada para esta terça-feira. Afinal de contas, o americano venceu Jamahal Hill, quarto colocado na categoria, de forma unânime. Sendo assim, a tendência é que o especialista de muay thai ganhe seu espaço no top 5 e se consolide no pelotão de elite dos meio-pesados. Após bater na trave contra ‘Poatan’ em 2024, Khalil pode sonhar com uma nova disputa de título caso emplaque mais um triunfo na próxima rodada.

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  • Promovido a campeão linear, Tom Aspinall revela meta ousada no UFC: “Melhor da Terra”

    Promovido a campeão linear, Tom Aspinall revela meta ousada no UFC: “Melhor da Terra”

    A aposentadoria de Jon Jones parece mesmo ter mexido com o astral de Tom Aspinall. Recém-empossado campeão linear do UFC, o inglês prometeu aos fãs ser bastante ativo para fazer a divisão dos pesos-pesados destravar. Agora, dias após ter recebido a notícia, o ex-campeão interino traçou uma meta para lá de ousada a ser cumprida por si próprio nos próximos anos dentro do octógono mais famoso do mundo.

    Através de um vídeo em seu próprio canal do Youtube, Aspinall estabeleceu a meta de se tornar o melhor peso-pesado da história do esporte. O objetivo, para muitos, é complicado de ser cumprido. Entretanto, com o ânimo renovado e oficialmente líder da categoria mais temida do Ultimate, o atleta inglês parece pronto para tentar colocar seu nome entre os competidores mais icônicos de todos os tempos.

    “Vou manter isso o mais ativo possível. Eu quero ser o melhor peso-pesado que já pisou na face da Terra. Vou defender isso (cinturão) o máximo de vezes que conseguir. Vou manter vocês (fãs) entretidos e realmente vou retribuir a todos que me apoiaram no último ano, nos últimos cinco anos, nos últimos dez anos. Agradeço muito o apoio e o carinho de todos. Veremos um campeão indiscutível dos pesos-pesados ​​do UFC ativo e em atividade daqui para frente”, declarou Tom.

    Nomes a serem batidos

    A categoria dos pesos-pesados é uma das mais longevas do MMA. Sendo assim, aos 32 anos, Aspinall ainda tem um longo caminho a trilhar pela frente. Mas caso realmente busque cumprir o objetivo estabelecido, o inglês precisa pensar em superar alguns nomes que fizeram história na divisão, seja dentro ou fora do UFC: Fedor Emelianenko, Cain Velasquez, Stipe Miocic, Randy Couture, Fabrício Werdum, dentre outros.

    Quem será o desafiante ao título?

    Com Jon Jones oficialmente fora da equação e Aspinall promovido a campeão linear, o grande enigma no ar agora gira em torno de quem será o próximo desafiante ao cinturão da categoria. O favorito ao ‘title shot’ parece ser Ciryl Gane, ex-campeão interino da categoria, atual número 2 do ranking e um desafio inédito para Tom. Também corre por fora o brasileiro Jailton Malhadinho, embalado por duas vitórias. Agora resta saber qual caminho a alta cúpula do Ultimate irá decidir para o futuro da divisão.

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  • Cassinos no WhatsApp: Um fenômeno exclusivamente brasileiro?

    Cassinos no WhatsApp: Um fenômeno exclusivamente brasileiro?

    Se você tem acompanhado as tendências tecnológicas no Brasil, talvez tenha se deparado com algo bem curioso: os cassinos do WhatsApp. À primeira vista, pode parecer uma contradição. Como um aplicativo de mensagens como o WhatsApp pode virar uma plataforma de apostas? Mas, no Brasil, isso se transformou em uma tendência popular e subterrânea. As pessoas entram em grupos de WhatsApp não só para conversar com amigos ou combinar uma pelada, mas para fazer apostas, girar roletas virtuais e até jogar fortune ox. Tudo acontece de forma informal, movido pela comunidade e completamente fora dos canais tradicionais de jogos de azar.

    O que torna essa tendência ainda mais fascinante é que ela praticamente não existe em outros países. Há algo de unicamente brasileiro nisso. Talvez seja a mistura de familiaridade com tecnologia, laços sociais fortes e uma pitada de rebeldia contra leis ultrapassadas. Mas, para entender de verdade esse fenômeno, é preciso observar como funcionam esses cassinos no WhatsApp, por que eles são tão comuns no Brasil e se essa prática pode ou não se espalhar para além das nossas fronteiras.

    Entendendo o conceito de cassinos no WhatsApp

    O que são os cassinos no WhatsApp?

    Cassinos no WhatsApp não são plataformas oficiais de apostas. Você não vai encontrá-los em lojas de aplicativos ou em outdoors. Eles vivem nos grupos de conversa e nas mensagens privadas. Um típico cassino no WhatsApp começa quando alguém cria um grupo e convida outras pessoas para entrar. Nesse grupo, um moderador ou “anfitrião” gerencia as apostas e os jogos. Pode ser um jogo simples como bingo ou algo mais elaborado como roleta digital ou caça-níqueis. Os participantes enviam dinheiro usando aplicativos de pagamento como o Pix, e o anfitrião controla quem ganha e quem perde. Às vezes, vídeos com roletas girando ou sorteios com geradores de números aleatórios são compartilhados no grupo para simular os jogos reais.

    O mais curioso é o quão informal tudo isso parece. Não existe página de cadastro, verificação de identidade ou licença—é só alguém dizendo “Ei, bora jogar uma rodada?” e outros entrando por diversão ou na esperança de ganhar algum dinheiro. O anfitrião costuma ficar com uma porcentagem dos valores apostados, como a “vantagem da casa” nos cassinos tradicionais. Enquanto alguns anfitriões conduzem os jogos de forma justa, outros podem não ser tão honestos, mas os jogadores continuam voltando. É barato para começar a jogar, fácil de acessar e tudo parece muito pessoal, o que torna a experiência extremamente atraente.

    Como tudo funciona dentro dos aplicativos de mensagem

    O motivo pelo qual o WhatsApp funciona tão bem para esse tipo de atividade está em sua estrutura. Ele permite comunicação em tempo real, compartilhamento de mídia e criação fácil de grupos. Não é preciso muito para começar um cassino—só alguns contatos, um celular e tempo livre. Os anfitriões geralmente gravam vídeos de roletas físicas girando ou usam capturas de tela de ferramentas online para mostrar os resultados dos jogos. Tudo é compartilhado instantaneamente no grupo, criando uma experiência “ao vivo” sem a necessidade de softwares sofisticados.

    Outro motivo pelo qual o WhatsApp é ideal é que ele transmite uma sensação de privacidade. Mesmo que o aplicativo não seja realmente anônimo, ele dá a impressão de estar “fora do radar”. Isso atrai pessoas que querem evitar plataformas de apostas tradicionais, que geralmente exigem documentos e verificações bancárias. No WhatsApp, é só entrar em um grupo e enviar dinheiro por um app de pagamento. Não há intermediários, nem espera, nem burocracia. A informalidade vira um atrativo.

    Por que o WhatsApp?

    Popularidade do WhatsApp no Brasil

    Para entender por que os cassinos no WhatsApp se espalharam pelo Brasil, é necessário observar o papel central que o aplicativo ocupa no dia a dia da população. Ele é muito mais que um app de mensagens—é uma ferramenta vital de comunicação. Famílias o usam, empresas o usam e, em muitos casos, ele substituiu o SMS ou até mesmo o e-mail. Se você quiser organizar uma festa de aniversário, falar com um médico ou pagar uma conta, provavelmente vai fazer isso pelo WhatsApp.

    Esse nível de integração significa que as pessoas já estão acostumadas e ativas na plataforma. Por isso, ela se torna um lugar natural para testar novas atividades, até mesmo algo tão incomum quanto apostas. Quando todo mundo já está online e sabe usar o aplicativo, criar um grupo de apostas não parece algo tão fora do comum. As pessoas confiam no WhatsApp porque o usam todos os dias, o que diminui a resistência a entrar em algo informal e até arriscado como isso.

    O papel da acessibilidade e informalidade

    Também existe algo muito característico da cultura brasileira que torna os cassinos no WhatsApp tão adequados ao contexto social. Os jogos de azar formais foram severamente restringidos no país por décadas. Embora existam plataformas online e sites internacionais que oferecem apostas, eles muitas vezes parecem distantes ou complicados. Já o WhatsApp é direto. Não há necessidade de aprender novas regras ou navegar por sites estrangeiros. Tudo acontece em um espaço familiar, onde é possível conversar, brincar e jogar ao mesmo tempo.

    A acessibilidade também é um fator-chave. Em muitos casos, as pessoas não têm acesso a bancos ou cartões de crédito, mas têm um celular e o Pix, o sistema de pagamento instantâneo. Isso torna muito fácil enviar alguns reais para participar de uma rodada rápida. A informalidade faz com que a experiência pareça menos com “apostar” no sentido tradicional e mais como uma atividade social divertida. E para muitos, isso é parte do atrativo—é mais sobre a comunidade e a emoção do que ganhar dinheiro de verdade.

    O apelo para os jogadores no Brasil

    Fatores sociais e econômicos

    A vida no Brasil pode ser difícil, especialmente para pessoas da classe trabalhadora que enfrentam dificuldades para pagar as contas. Desemprego, inflação e alto custo de vida aumentam o estresse do dia a dia. Para muitos, a chance de ganhar algumas centenas de reais em um jogo no WhatsApp parece uma forma de escapar da rotina. Não se trata só do dinheiro. É sobre esperança, emoção e um respiro no meio do caos.

    Diferente de ir até um cassino ou acessar um site de apostas, jogar no WhatsApp não parece uma grande decisão. É só mais uma mensagem na lista de conversas. Dá para jogar enquanto faz o jantar, espera o ônibus ou conversa com amigos. A facilidade de entrada significa que qualquer pessoa com um celular pode participar. Não é necessário apresentar documentos, passar por análise de crédito ou aprender a mexer em interfaces complicadas. Basta uma mensagem dizendo “Quem topa?” e o jogo começa.

    Existe também um forte elemento social. Esses jogos geralmente são disputados em grupos onde as pessoas se conhecem. Amigos convidam amigos. Os vencedores postam capturas de tela. Os perdedores brincam com a própria má sorte. Tudo isso se torna parte da vida cotidiana, misturando entretenimento com senso de comunidade. Esse laço social é poderoso—é o mesmo motivo pelo qual as pessoas gostam de jogar na loteria ou participar de bolões. Trata-se de fazer parte de algo, compartilhar uma emoção em comum e escapar um pouco da realidade.

    Gatilhos psicológicos e influência dos pares

    As pessoas nem sempre apostam porque acham que vão ganhar. Elas apostam porque é emocionante. Os cassinos no WhatsApp entendem isso e tiram proveito. Os jogos são rápidos, chamativos e constantes. Sempre tem uma próxima rodada. Sempre tem uma nova chance. Esse ciclo constante ativa um loop psicológico onde o jogador sente que está a apenas um giro de distância de um grande prêmio.

    Aí entra a pressão social. Se seu amigo ganhou 500 reais e postou isso no grupo, você pode se sentir tentado a tentar também. Se todo mundo no seu bairro está falando sobre um jogo no WhatsApp, você não quer ficar de fora. Isso cria um ciclo em que a validação social e a curiosidade alimentam a participação contínua. Mesmo quando perdem, os jogadores justificam dizendo “Na próxima eu ganho” ou “Pelo menos foi divertido”.

    O fato de que esses jogos muitas vezes incluem elementos visuais—como rodas girando, animações ou vídeos—também aumenta o apelo. Isso engana o cérebro e faz parecer que é mais do que uma simples aposta por mensagem. Parece real, excitante, quase como jogar um videogame. Essa mistura de truques psicológicos, influência dos pares e vínculo social cria um hábito difícil de largar, especialmente em uma cultura que valoriza a interação social e o senso de comunidade.

    Conclusão

    Os cassinos no WhatsApp são mais do que uma tendência curiosa—são um reflexo dos hábitos digitais do Brasil, do cenário legal e do tecido social do país. O que começou como uma diversão informal evoluiu para um fenômeno nacional que mistura apostas com bate-papo do dia a dia. Esses cassinos improvisados prosperam porque são fáceis de acessar, envolvem interação social e são construídos em uma plataforma que as pessoas já confiam e usam diariamente. O fato de tudo acontecer de forma discreta, em conversas criptografadas, só aumenta o apelo e o mistério.

    Embora outros países tenham suas formas de jogos de azar subterrâneos, a maneira como o Brasil abraçou o WhatsApp para esse fim é realmente única. É um sinal de como as pessoas podem ser criativas e adaptáveis quando os sistemas formais não atendem às suas necessidades. Se os cassinos no WhatsApp são uma solução temporária ou um traço cultural duradouro, só o tempo dirá. Mas, por enquanto, eles oferecem um vislumbre fascinante de como tecnologia, comunidade e comportamento humano se entrelaçam na era digital.

    Se um dia o Brasil atualizar suas leis de jogos e criar plataformas digitais regulamentadas e legais, talvez vejamos essa tendência desaparecer ou se transformar em algo mais formal. Até lá, os cassinos no WhatsApp continuam sendo uma solução bem brasileira para um desejo muito humano: a emoção do jogo, a chance de ganhar e a alegria de jogar com os outros.

  • Advogado de Jon Jones acusa polícia de Albuquerque de perseguição

    Advogado de Jon Jones acusa polícia de Albuquerque de perseguição

    O advogado de Jon Jones, ex-campeão do UFC, criticou duramente a conduta da polícia de Albuquerque após seu cliente ser formalmente acusado de abandonar o local de um acidente de trânsito ocorrido em fevereiro deste ano. A denúncia, revelada pelo ‘Albuquerque Journal’ logo após o anúncio de aposentadoria do lutador, gerou forte reação da defesa, que classificou o caso como “estranho e injustificado”.

    Segundo a acusação, uma mulher envolvida na colisão — que, de acordo com as autoridades, apresentava sinais claros de embriaguez e estava sem roupas da cintura para baixo — alegou que Jones dirigia o veículo no momento do impacto e fugiu a pé logo após o ocorrido. A investigação aponta que há uma lacuna nos registros telefônicos do ex-atleta no período em que o acidente aconteceu, o que, segundo os policiais, impede que sua presença na cena seja descartada.

    A defesa, por sua vez, contesta com firmeza. Em comunicado enviado à ‘Sportsnet’, o advogado Christopher Dodd afirmou que seu cliente não estava no carro naquela noite e que a acusação seria uma tentativa da mulher de evitar sua própria responsabilização por dirigir sob efeito de álcool. Para ele, o comportamento dos investigadores sugere motivação indevida.

    Confira o comunicado na íntegra:

    Como advogado de Jon, estou chocado com a decisão do Departamento de Polícia de Albuquerque de acusá-lo neste novo caso. Nos milhares de processos que já atuei ao longo da minha carreira, nunca vi algo tão estranho e injustificado.

    Ele não estava dirigindo naquela noite; sequer estava no veículo. Ao que tudo indica, uma mulher alcoolizada fez uma acusação falsa para evitar ser presa por dirigir sob influência, e a polícia simplesmente acreditou. Conforme consta na denúncia, os investigadores chegaram ao ponto de solicitar um mandado para acessar os registros telefônicos de Jon durante uma apuração de infração de trânsito.

    Nunca presenciei algo semelhante. É inacreditável ver tamanha mobilização de recursos para um caso dessa natureza. A única explicação plausível é que há uma perseguição direcionada contra ele. Vamos apurar tudo a fundo e garantir que essa acusação sem fundamento seja arquivada“.

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  • Diego Lopes ironiza Yair Rodriguez e cogita brasileiro como próximo adversário

    Diego Lopes ironiza Yair Rodriguez e cogita brasileiro como próximo adversário

    Após a derrota para Alexander Volkanovski na disputa pelo cinturão vago dos penas, Diego Lopes já planeja sua volta ao octógono. O brasileiro naturalizado mexicano demonstrou interesse em liderar o UFC Noche, marcado para o dia 13 de setembro, no Texas (EUA). No entanto, a falta de resposta por parte de Yair Rodriguez, seu alvo inicial, pode mudar os rumos da negociação.

    Em entrevista ao portal ‘MMA Fighting’, o atual número 2 do ranking da categoria peso-pena (66 kg) comentou sobre a possibilidade de enfrentar Rodriguez, mas ironizou a recente manifestação em vídeo do compatriota mexicano. O brasileiro classificou sua atitude como nervosa e sem clareza.

    “Depois que ele recusou a luta comigo, não sei se o UFC ainda vai colocá-lo em uma disputa de cinturão. Acho que o Movsar [Evloev] é o próximo. Se vencer o Aaron Pico, tenho certeza que o UFC vai escalar essa luta para o card em Abu Dhabi, em outubro. No vídeo, ele parecia muito nervoso. Falou muitas coisas, mas sem sentido ou contexto”, afirmou Lopes.

    Brasileiro na mira

    O duelo entre os dois gerava expectativa na comunidade do MMA, especialmente por envolver atletas de origem mexicana em destaque na divisão dos penas. No entanto, com a indefinição por parte de Rodriguez, Lopes já estuda outros nomes como alternativa para seu próximo compromisso.

    Entre os citados, o brasileiro Jean Silva aparece como uma opção promissora. Em boa fase dentro da organização, o atleta tem ganhado notoriedade e pode se tornar um adversário ideal para o retorno de Diego.

    “Agora, qualquer luta que o UFC me mandar, estou dentro. Queria enfrentar o Yair, mas ele não se posiciona. Talvez Jean Silva, Arnold Allen, ou qualquer outro ranqueado… estou esperando”, completou.

    Apesar do revés recente, o representante da ‘Legacy MMA’ acredita que está a uma vitória de voltar a disputar o título. Além disso garante estar pronto para encarar qualquer oponente de alto nível.

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  • Ilia Topuria impressiona em treino antes do UFC 317 e provoca Do Bronx: “Pobre, Charles”

    Ilia Topuria impressiona em treino antes do UFC 317 e provoca Do Bronx: “Pobre, Charles”

    Restando poucos dias para a realização do UFC 317, no próximo sábado (28), em Las Vegas (EUA), a expectativa sobre o evento cresce exponencialmente, principalmente em relação à atração principal do card: um duelo entre Ilia Topuria e Charles ‘Do Bronx’ Oliveira, pelo cinturão peso-leve (70 kg). E quem está contribuindo para atrair a atenção dos fãs é o georgiano, ex-campeão dos penas (66 kg).

    Em um vídeo promocional compartilhado recentemente pelo próprio Ultimate (veja abaixo ou clique aqui), Topuria aparece esbanjando velocidade e potência nos socos em um de seus treinamentos de preparação para a disputa do dia 28 de junho. Logo na sequência, em bom espanhol, o georgiano radicado na Espanha é visto provocando Do Bronx: “Pobre, Charles”, repetiu Ilia.

    Novo campeão peso-leve do UFC

    A disputa entre Ilia Topuria e Charles Oliveira, na luta principal do UFC 317, neste sábado, vai coroar o mais novo campeão peso-leve da organização. O georgiano chega para o combate invicto e com a missão de conquistar seu segundo título em categorias diferentes no Ultimate, depois de dominar a divisão até 66 kg. Já ‘Do Bronx’ busca retomar o trono até 70 kg depois que seu algoz, o russo Islam Makhachev, decidiu subir para os meio-médios.

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  • Ex-campeão do Bellator aplica joelhada voadora brutal e conquista cinturão; veja

    Ex-campeão do Bellator aplica joelhada voadora brutal e conquista cinturão; veja

    Ex-campeão peso-galo (61 kg) do Bellator, Juan Archuleta brilhou novamente no mundo do MMA ao conquistar uma vitória impressionante no último sábado (21), durante o Borroka 3, evento realizado em Laughlin, Nevada (EUA). Aos 37 anos, o veterano protagonizou um dos momentos mais marcantes da noite ao nocautear Dennis Linton com uma joelhada voadora precisa e brutal no início do segundo round, faturando o cinturão inaugural da organização na divisão peso-pena (66 kg).

    A luta principal do evento começou de forma equilibrada, com ambos os atletas demonstrando bom repertório técnico e movimentação constante. No entanto, bastaram 32 segundos no segundo assalto para que Archuleta conectasse um golpe fulminante, encerrando o duelo de forma instantânea e arrancando aplausos do público presente (clique aqui ou veja o vídeo abaixo).

    Momentos distintos

    Apesar de surpreender ao atuar por uma promoção regional, Archuleta entrou no cage buscando reabilitação após uma fase turbulenta. O norte-americano vinha de três derrotas consecutivas por nocaute técnico em sua passagem pelo RIZIN, no Japão, diante de adversários como o brasileiro Kleber Koike, Kai Asakura e Razhabali Shaydullaev.

    Linton, por outro lado, teve interrompida uma sequência de sete vitórias seguidas. Apesar do revés, o lutador segue como detentor dos cinturões peso-pena e peso-leve no King of the Cage, e deve continuar sendo figura relevante no cenário regional dos Estados Unidos.

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