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  • Charles do Bronx dribla vaias e provocações com serenidade antes do UFC 317

    Charles do Bronx dribla vaias e provocações com serenidade antes do UFC 317

    Na coletiva de imprensa do UFC 317, realizada nesta quinta-feira (26), em Las Vegas (EUA), Charles ‘Do Bronx’ Oliveira esteve no centro das atenções — mesmo que a maioria das perguntas tenha sido direcionada ao rival Ilia Topuria. Escalados para disputar o cinturão vago dos pesos-leves (70 kg) neste sábado (28), os dois travaram um leve embate verbal, que terminou com um desfecho inesperado.

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    Do Bronx reagiu com serenidade e foco, mesmo ao ser vaiado por parte do público presente. Sem entrar em polêmicas, reforçou sua missão de reconquistar o cinturão. Já a encarada entre os dois reservou um momento de muitas trocas de palavras, restritas apenas aos protagonistas.

    “Se vocês acham que esse ‘uh’ [vaias] está me oprimindo… Eu nasci no meio do fogo, no meio da guerra e estou pronto para isso”, disse o paulista.

    Topuria, por sua vez, manteve o tom confiante e provocativo que adotou ao longo de toda a promoção do combate, garantindo que sairá vencedor diante do ex-campeão da divisão. No entanto, ao final de uma de suas respostas, surpreendeu ao demonstrar respeito pela trajetória de Oliveira, classificando o brasileiro como uma “lenda do esporte”.

    Pantoja ‘faminto’

    Protagonista do ‘co-main event’, Alexandre Pantoja também chamou atenção durante a coletiva. Atual campeão dos moscas (57 kg), o carioca adotou um discurso confiante e direto, demonstrando incômodo com a posição que ocupa no ranking peso-por-peso do UFC. O dono do cinturão vai enfrentar Kai Kara-France.

    Eu vou mostrar que esse ranking peso-por-peso é uma m*** e vou provar que sou o melhor lutador do UFC. Eu sou o único campeão com o cinturão ainda na cintura nessa mesa hoje”, disparou.

    Moicano rouba a cena

    Entre os representantes brasileiros no card, quem mais se destacou pelo carisma foi Renato ‘Moicano’. Com bom humor e sem filtros, o peso-leve arrancou risos do público com provocações e declarações irreverentes. Enfrentando Beneil Dariush no card principal, em duelo de veteranos, o brasiliense reafirmou sua personalidade autêntica, dando leveza à coletiva e conquistando os holofotes fora do cage.

    Com os discursos encerrados, agora é a vez dos atletas falarem com as luvas. O UFC 317 promete emoções fortes neste sábado, com dois brasileiros em lutas decisivas e um card repleto de rivalidades, tensão e grandes expectativas.

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  • Outubro? Enigmático, Ankalaev esquenta rumor sobre revanche contra Alex Poatan

    Outubro? Enigmático, Ankalaev esquenta rumor sobre revanche contra Alex Poatan

    Magomed Ankalaev reacendeu a rivalidade com Alex ‘Poatan’ e indicou que o aguardado reencontro entre os dois pode estar mais próximo do que nunca. Atual campeão dos meio-pesados (93 kg) do UFC, o russo usou as redes sociais na última quarta-feira (25) para provocar o brasileiro e sugerir que a revanche aconteça em outubro.

    Em publicação no X (antigo Twitter), Ankalaev – mesmo sem citar nominalmente o brasileiro – foi direto e reforçou seu desejo já manifestado de enfrentar novamente Poatan. Desta vez, segundo o próprio, para colocar um ponto final na trajetória do rival no MMA.

    “Em outubro eu vou fechar a página e a carreira desse cara. Sem piedade”, disparou Ankalaev.

    Provocador

    O russo conquistou o cinturão em março, ao superar o ex-campeão por decisão unânime após cinco rounds disputados no UFC 313. Desde então, vem tratando o reencontro com o brasileiro como prioridade, mantendo vivo o clima de tensão entre ambos com diversas provocações nas redes sociais e o interesse dos fãs por um novo capítulo dessa história.

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  • Pantoja aprova disputa contra ‘guerreiro Maori’ no UFC 317 e crava: “Posso nocautear”

    Pantoja aprova disputa contra ‘guerreiro Maori’ no UFC 317 e crava: “Posso nocautear”

    Atual campeão peso-mosca (57 kg), o brasileiro Alexandre Pantoja sobe no octógono do UFC 317 neste sábado (28), em Las Vegas (EUA), com o objetivo de defender seu cinturão de forma bem-sucedida pela quarta vez consecutiva. Para isso, o carioca terá que vencer o ‘guerreiro Maori’ Kai Kara-France, dono de um poder de nocaute avassalador para a categoria. Nada que intimide o atleta da equipe ‘American Top Team’, que inclusive acredita que pode surpreender o rival na sua principal especialidade.

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    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag Fight, o sempre respeitoso Alexandre Pantoja fez questão de elogiar seu adversário e exaltar a oportunidade de enfrentá-lo mais uma vez. Vale lembrar que os dois já mediram forças anteriormente, em 2016, quando ambos estavam competindo na 24ª edição do reality show ‘The Ultimate Fighter’, e o brasileiro derrotou o neozelandês na ocasião.

    “Vai ser uma boa oportunidade. Eu estou muito animado de estar lutando com um cara que é tão agressivo como o Kai. Eu falo que ele é um guerreiro Maori, que vem da Nova Zelândia. Então, ele tem todo esse atributo em cima dele, dos guerreiros e tudo mais. (Estou) muito contente com esse desafio“, declarou o campeão.

    Nocaute?

    A disputa, marcada para o ‘co-main event’ do UFC 317, é vista por muitos como um clássico duelo de estilos. Especialista no grappling, Pantoja até reconhece que a grande arma de seu adversário está na potência dos golpes na trocação, mas deixa claro que, desde o primeiro embate entre eles, evoluiu muito neste aspecto do jogo e pode fazer frente ao desafiante até mesmo na luta em pé.

    “É uma coisa que já está bem exposta. Todo mundo já viu o quanto ele bate forte e como ele se defende bem. Ele defende muito bem as quedas, é um lutador muito bom nesse jogo de não cair. Porém, eu estou na American Top Team já tem um tempo, e estar lá me fez um lutador muito melhor. Eu evolui muito meu grappling, que já era bom, meu striking também. Muita gente ainda não sabe, mas eu tenho um poder muito forte na mão também, eu posso nocautear. Estou muito animado de ter esse desafio e me provar mais uma vez”, concluiu.

    Brasil no UFC 317

    Além do carioca Alexandre Pantoja, o Brasil estará representado por outros seis atletas no UFC 317, neste sábado, em Las Vegas. No ‘main event’ da noite, Charles ‘Do Bronx’ Oliveira encara Ilia Topuria, em disputa pelo cinturão peso-leve (70 kg). Ainda pelo card principal, Renato Moicano e Felipe Lima enfrentam Beneil Dariush e Payton Talbott. Já na parcela preliminar do show, Gregory Robocop, Viviane Araújo e Jhonata Diniz medem forças com Jack Hermansson, Tracy Cortez e Alvin Hines, respectivamente.

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  • UFC 317: Charles do Bronx e Topuria deixam rivalidade de lado em encontro respeitoso

    UFC 317: Charles do Bronx e Topuria deixam rivalidade de lado em encontro respeitoso

    Às vésperas de uma das lutas mais aguardadas do ano, Charles ‘Do Bronx’ Oliveira e Ilia Topuria surpreenderam ao protagonizar um momento de respeito mútuo durante a semana do UFC 317. Adversários na luta principal deste sábado (28), em Las Vegas (EUA), os dois se encontraram na sauna do hotel oficial do evento e trocaram gestos amigáveis — mesmo após semanas marcadas por declarações afiadas por parte do georgiano.

    O vídeo do encontro foi compartilhado pelo próprio Topuria nas redes sociais, acompanhado de uma frase que sintetiza o espírito esportivo do momento: “É assim que é o nosso esporte. Nunca é pessoal, todos estão apenas lutando por seus sonhos” (clique aqui ou veja o vídeo abaixo).

    Mudança de tom

    A cena chamou atenção por contrastar com o discurso confiante — e por vezes provocativo — adotado por Topuria ao longo da promoção do combate. Invicto no MMA, o representante da Geórgia, radicado na Espanha, esbanjou confiança e minimizou a experiência do ex-campeão da divisão dos pesos-leves (70 kg). Ainda assim, não deixou de demonstrar respeito no encontro fora do cage.

    Do Bronx, por sua vez, manteve uma postura serena e centrada durante toda a semana. Sem alimentar polêmicas, preferiu deixar suas respostas para o octógono. Agora, ambos dividem os holofotes rumo ao duelo que definirá o novo dono do cinturão, atualmente vago após a mudança de Islam Makhachev para os meio-médios (77 kg).

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  • Georges St-Pierre analisa escassez de astros no UFC: “McGregor é uma anomalia”

    Georges St-Pierre analisa escassez de astros no UFC: “McGregor é uma anomalia”

    Mesmo aposentado do octógono, Georges St-Pierre segue atento aos rumos do UFC — e, em sua visão, o momento atual da organização apresenta um desafio relevante fora do cage. A escassez de grandes astros no topo dos cards tem sido alvo constante de críticas por parte dos fãs.

    Durante participação no podcast ‘IMPAULSIVE’, o ex-campeão canadense foi direto ao comentar a ausência de nomes capazes de gerar o mesmo interesse do público que figuras do passado. Para ele, Conor McGregor é um fenômeno à parte, difícil de ser reproduzido — uma verdadeira “anomalia” no mundo das lutas.

    Conor McGregor, eu acredito, é uma anomalia. Ele fez algo inacreditável. É difícil tentar recriar isso, mas vai acontecer um dia, com certeza. Os recordes existem para serem quebrados. Mas, neste momento, como ninguém consegue fazer o que o Conor fez, não acho que seja porque não há estrelas. Elas existem. Tinha o Sean O’Malley, mas ele perdeu. Tinha o Israel Adesanya, que também perdeu algumas vezes — é uma pena para o UFC, porque ele era um grande nome. O [Alex] Pereira, mesma coisa, também foi derrotado”, opinou GSP.

    Muito dinheiro, pouco brilho

    Apesar das dificuldades em manter nomes dominantes no topo, St-Pierre defende que a imprevisibilidade é justamente um dos atrativos do MMA — e acredita que ela deve ser preservada. Para o canadense, o campeão precisa enfrentar o desafiante número um, sem escolher adversários, como costuma ocorrer no boxe.

    “O motivo pelo qual as pessoas amam o MMA é que, quando você é campeão, enfrenta o melhor desafiante — e não cabe a você escolher. Isso não deve mudar. Era assim no meu tempo, deve continuar assim hoje. O campeão não tem voz. Você luta com quem estiver na frente. E o UFC deve agir para manter isso”, completou.

    As declarações do ex-lutador reacendem o debate entre fãs e analistas sobre o modelo atual do Ultimate, que entrega eventos quase semanais e resultados financeiros sólidos, mas, ao mesmo tempo, sofre com a falta de combates com status de “superluta”. Na avaliação de St-Pierre, o desafio é construir novas estrelas sem comprometer a essência competitiva que tornou o MMA tão popular.

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  • Islam Makhachev vê “grande chance” para Charles Do Bronx contra Topuria

    Islam Makhachev vê “grande chance” para Charles Do Bronx contra Topuria

    Fora da divisão dos pesos-leves (70 kg) após subir para os meio-médios (77 kg), Islam Makhachev segue acompanhando de perto os desdobramentos da categoria que comandou até pouco tempo. E, às vésperas do UFC 317 — onde Charles ‘Do Bronx’ Oliveira enfrenta Ilia Topuria pelo cinturão vago —, o russo surpreendeu ao demonstrar confiança no brasileiro.

    Apesar do favoritismo de Topuria – invicto no MMA com 16 vitórias, oito delas no UFC – nas casas de apostas, Makhachev vê chances concretas de vitória para o ex-campeão. Segundo ele, Oliveira se destaca justamente contra rivais com bom poder de trocação, como demonstrou em lutas contra Dustin Poirier e Michael Chandler.

    O Charles tem uma grande chance. Ele sempre luta bem contra strikers. Foi bem contra o Poirier, foi bem contra o Chandler — ambos têm punch forte e boa trocação. Se você der uma pequena brecha para ele, ele finaliza. É por isso que o Charles é sempre perigoso”, afirmou o russo em entrevista ao portal MMA Junkie.

    Para Makhachev, o vencedor será aquele que conseguir impor seu plano de luta. E mesmo com o duelo valendo o cinturão dos leves e sendo um dos confrontos mais aguardados do ano, ele ironizou a falta de repercussão durante a ‘Semana Internacional da Luta’.

    Se o Charles conseguir levar a luta para o chão, finaliza fácil. Mas se o Topuria acertar um golpe limpo, ele apaga. Está 50/50. É triste, cara — ninguém fala disso. Ninguém fala da luta principal”, brincou.

    Antigo rival

    O russo conhece bem o perigo que Do Bronx representa — foi justamente contra ele que conquistou o título dos leves, com uma finalização dominante em 2022. Desde então, o brasileiro venceu duas das três lutas que disputou, mantendo-se entre os principais nomes da divisão.

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  • UFC coroa primeiros campeões em novo evento de grappling; brasileiro vence nos leves

    UFC coroa primeiros campeões em novo evento de grappling; brasileiro vence nos leves

    Em uma noite que marcou o início de uma nova era para o jiu-jitsu competitivo, o brasileiro Carlos Henrique sagrou-se campeão inaugural da divisão peso-leve (70 kg) no UFC BJJ 1, realizado nesta quarta-feira (25), em Las Vegas (EUA). O faixa-preta superou Danilo Moreira, seu companheiro de equipe na academia liderada por Mikey Musumeci, com uma finalização por chave de braço no terceiro round, após um confronto técnico e equilibrado.

    Mostrando maturidade estratégica, o atleta manteve a calma diante das investidas do adversário, que começou o duelo com postura ofensiva, buscando ataques nas pernas e controlando parte do primeiro assalto. A disputa, no entanto, ganhou outro ritmo nos rounds seguintes, com Henrique girando para as costas, impondo pressão por cima e neutralizando as ações do oponente. A vitória foi sacramentada nos minutos finais, quando encontrou a brecha necessária para aplicar a chave de braço que garantiu o título da nova categoria.

    Azar na luta principal

    Na atração principal da noite, Mikey Musumeci confirmou o favoritismo ao finalizar o brasileiro Rerisson Gabriel e conquistar o cinturão inaugural dos pesos-galos (61 kg). O norte-americano, multicampeão mundial pela IBJJF, dominou boa parte do embate com ataques frequentes às pernas, encerrando a disputa no terceiro round ao encaixar uma precisa chave de calcanhar.

    Gabriel, que havia sido rival de Musumeci como técnico no reality “Road to the Title”, resistiu bem durante os dois primeiros rounds e chegou a aplicar uma queda expressiva no assalto final. No entanto, a experiência e o alto nível técnico do norte-americano fizeram a diferença no momento decisivo.

    Com atuações sólidas e domínio do jogo no solo, Carlos Henrique e Mikey Musumeci entram para a história – ao lado de Andrew Tackett, vencedor do cinturão meio-médio – como os primeiros campeões do UFC BJJ, evento que estreou com oito combates e alta taxa de finalizações — um início promissor para a nova vertente do Ultimate dedicada exclusivamente ao grappling.

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  • Em busca de recuperação, Johnny Walker encara rival embalado no UFC China

    Em busca de recuperação, Johnny Walker encara rival embalado no UFC China

    Depois de ser obrigado a cancelar duas lutas em sequência, em ambos os casos por lesão, Johnny Walker já tem um novo compromisso marcado no octógono mais famoso do mundo. Na noite da última quarta-feira (25), Dana White, presidente do Ultimate, anunciou que o meio-pesado (93 kg) brasileiro fará a luta principal do próximo UFC China, previsto para acontecer no dia 23 de agosto, em Xangai (CHN), contra o lutador da casa Zhang Mingyang.

    O confronto vai colocar frente a frente o 12º (Johnny) e o 14º (Zhang) colocados no ranking meio-pesado do Ultimate. Apesar da proximidade na tabela de classificação da categoria, os dois lutadores vivem momentos distintos em suas carreiras. O brasileiro precisa deixar uma incômoda marca para trás e voltar a vencer, enquanto o atleta chinês tem como objetivo manter sua ascensão dentro da divisão.

    Após engatar uma sequência positiva e, inclusive, se aproximar de uma disputa pelo cinturão até 93 kg da organização, Johnny Walker convive agora com um incômodo jejum de vitórias. Nos últimos três compromissos pelo UFC, o brasileiro soma um ‘no contest’ (luta sem resultado) e duas derrotas por nocaute consecutivas. Assim, caso ainda tenha pretensões de chegar ao topo da divisão, um triunfo sobre o rival chinês no dia 23 de agosto passa a ser imperativo.

    Por outro lado, Zhang Mingyang iniciou sua trajetória na entidade de forma extremamente promissora. Contratado através do programa ‘Road to UFC’, o chinês venceu seus três primeiros compromissos no octógono de forma avassaladora, por nocaute, diante de adversários de renome, como Brendson Ribeiro e Anthony Smith. Caso amplie sua boa fase com um triunfo sobre Johnny Walker em agosto, ‘Mountain Tiger’ deve se aproximar do top 10 da categoria.

    ‘Co-main event’

    Além da luta principal, o ‘co-main event’ do UFC China também foi divulgado por Dana White na quarta-feira. E dois tops do peso-pena (66 kg) foram os escolhidos para atuar neste combate. Números seis e nove do ranking até 66 kg do Ultimate, Brian Ortega e Aljamain Sterling medirão forças no próximo dia 23 de agosto, em Xangai.


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  • Rival aposta em vitória de Kai Kara-France sobre “desleixado” Alexandre Pantoja no UFC 317

    Rival aposta em vitória de Kai Kara-France sobre “desleixado” Alexandre Pantoja no UFC 317

    Originalmente escalado para fazer parte do card do UFC 317, Manel Kape não entrará mais em ação no evento deste sábado (28), em Las Vegas (EUA), após sofrer uma grave lesão. Mesmo assim, o peso-mosca (57 kg) angolano deve acompanhar o show com atenção redobrada, especialmente no ‘co-main event’ da noite, que terá a disputa entre Alexandre Pantoja e Kai Kara-France, pelo cinturão da categoria – confronto sobre o qual o africano possui uma opinião polêmica.

    Em recente entrevista ao canal ‘Inside Fighting’, do ‘Youtube’, Manel Kape apostou na vitória do desafiante Kai Kara-France sobre o campeão peso-mosca Alexandre Pantoja na co-luta principal do UFC 317, neste sábado. Mais do que a opinião contrária a da maioria, inclusive das bolsas de apostas, que apontam favoritismo do brasileiro, a justificativa do angolano, que classificou o estilo do atleta carioca como “desleixado” é o que mais chama atenção.

    “Honestamente, eu vejo uma potencial vitória de Kai Kara-France. Não vou mentir. Pantoja é um ótimo lutador, um grande campeão. Eu só vejo acho que o jogo dele é muito descuidado, muito desleixado, e eu vejo o jogo de Kai Kara-France mais composto. Ele tem algum poder na mão direita. Não estou dizendo que ele pode levar Pantoja à lona. Ele tem essa força, mas Pantoja é duro. Mas eu não acredito também que Pantoja possa levá-lo para baixo. Kai Kara-France já enfrentou grapplers melhores que Pantoja, como (Rogério) Bontorin, Askar Askarov. Infelizmente, minha aposta está em Kai Kara-France. Essa é a minha leitura da luta”, analisou Kape.

    Opinião antiga

    O angolano, entretanto, não pode ser acusado de hipocrisia. Afinal, esta não foi a primeira vez que Kape questiona a forma de lutar do campeão brasileiro. Depois da primeira defesa de título de Pantoja, em dezembro de 2023, o africano criticou a apresentação do carioca diante de Brandon Royval, usando a mesma palavra – desleixado – para classificar seu estilo pouco cauteloso.

    Aposta no desafeto

    Outro ponto que mostra como o sexto colocado no ranking peso-mosca do Ultimate realmente pensa dessa forma e não quer apenas provocar o atual campeão é o fato de existir um histórico de rivalidade muito grande entre Kape e Kara-France. O angolano, inclusive, já discutiu com Israel Adesanya durante uma coletiva de imprensa do UFC após o ex-campeão peso-médio (84 kg) sair em defesa do neozelandês, seu companheiro de equipe na ‘City Kickboxing’. Com Pantoja, pelo contrário, Manel parece manter uma relação respeitosa.

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  • Viviane Araújo cita nascimento de filha como trunfo para o UFC 317: “Motivação que faltava”

    Viviane Araújo cita nascimento de filha como trunfo para o UFC 317: “Motivação que faltava”

    Aos 38 anos, Viviane Araújo fará sua 20ª luta profissional de MMA neste sábado (28), no card preliminar do UFC 317, em Las Vegas (EUA). E mesmo com uma bagagem de veterana nos esportes de combate, a brasileira entrará em ação diante de Tracy Cortez com a motivação de uma verdadeira novata. Isso porque, pela primeira vez em sua trajetória, ‘Vivi’, como é conhecida, competirá com um combustível extra: a força da maternidade.

    Em janeiro desta temporada, a peso-mosca (57 kg) utilizou as redes sociais para anunciar o nascimento de sua primeira filha. A pequena menina, chamada Lua, é a primeira filha do casal ‘Vivi’ e Catarina Lo Turco. E, por mais que a nova função tenha atrelado mais responsabilidades à rotina de atleta de alto rendimento, a brasileira garante que o bônus supera e muito o ônus nesta equação.

    É uma nova fase na minha vida. Agora mamãe da minha filhinha de cinco meses. Estou radiante, super feliz com a vinda dela. Uma menina muito saudável. Então agora é só alegria dentro de casa. Intensificou um pouco mais (a rotina). A vida de atleta já era bem puxada. Agora a vida de atleta e mãe, é ainda mais. Mas a motivação, de você ver um bebezinho ali crescendo, é inspirador. Me dá mais motivação para ir lá, treinar e dar o meu melhor. Minha filha é bem tranquila, não dá muito trabalho. Por enquanto (risos)”, destacou Araújo.

    Busca pela excelência

    Atual número 8 do ranking dos moscas, Vivi vem de vitória contra a compatriota Karine ‘Killer’, em novembro de 2024. Apesar de já figurar no pelotão de elite e já ter enfrentado grandes nomes da categoria como Alexa Grasso e Natália Silva, a lutadora de Ceilândia (DF) admite que a responsabilidade atrelada ao nascimento de sua filha a motivou a evoluir nos pequenos detalhes e se tornar uma competidora ainda mais completa, mesmo já nos últimos anos de carreira.

    Era uma motivação que faltava na minha vida, na real. Com a vinda dela, isso me deu um combustível a mais de buscar, de melhorar o que preciso melhorar dentro dos meus treinos. Performar bem. Não estou deixando escapar nada, nenhum detalhe, para dar meu melhor e, assim, conseguir dar uma vida melhor para ela. Não penso em ficar só na Lua. A gente quer mais filhos. Então preciso trabalhar mais e lutar mais. Essa motivação só cresce. Enquanto essa chama estiver acesa, vou dar o meu melhor”, frisou a brasileira.

    Vivi Araújo é apenas uma das sete representantes do ‘Esquadrão Brasileiro’ no UFC 317. Também na porção preliminar do show, entrarão em ação Jhonata Diniz e Gregory ‘Robocop’. Já no card principal, nomes como Charles ‘Do Bronx’, Alexandre Pantoja, Renato ‘Moicano’ e Felipe Lima competirão para defender o verde-amarelo no octógono mais famoso do mundo.

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