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  • Após ter luta com Amanda Ribas cancelada, Angela Hill desafia rivais de divisão

    Após ter luta com Amanda Ribas cancelada, Angela Hill desafia rivais de divisão

    Após ter sua luta contra a brasileira Amanda Ribas cancelada de última hora, em razão de um teste positivo para COVID-19 da adversária, Angela Hill não parece disposta a aguardar pela recuperação da lutadora mineira. Através de sua conta oficial no ‘Twitter’ (veja abaixo ou clique aqui), a peso-palha (52 kg) americana convocou suas rivais de divisão a se apresentarem para desafiá-la dentro do octógono.

    Escalada para competir no card do UFC Vegas 26, no último sábado (8), Hill se viu fora do evento poucas horas antes do seu início. Conhecida por estar sempre em atividade, com um volume grande de combates por ano, a americana, ao que tudo indica, já visa subir no octógono daqui a alguns dias.

    “Alguém quer lutar até 52 kg em duas semanas?”, escreveu Angela Hill.

    Em resposta à convocação de Hill (veja abaixo ou clique aqui), a veterana Tecia Torres se colocou à disposição para servir como nova oponente para a 12ª colocada no ranking dos palhas, desde que o duelo seja realizado no UFC 263, marcado para o dia 12 de junho. As duas já se enfrentaram em 2015, com vitória de Torres, e tinham revanche agendada para dezembro do ano passado, mas o confronto acabou cancelado após Angela testar positivo para COVID-19.

    “Se nós conseguirmos entrar no card de 12 de junho, então eu aceito. Vamos lá! Ligue para Mick Maynard, Dana White e o UFC”, respondeu Tecia Torres.

    Nos últimos dois anos, Angela Hill mantém uma média de quatro combates disputados por temporada. Em 2021, a americana fez, até o momento, apenas uma luta, diante de Ashley Yoder, em março deste ano, na qual saiu vencedora.

  • Jiri Procházka cogita duelos contra Blachowicz e Jon Jones nos meio-pesados

    São poucos os atletas que iniciam suas jornadas no UFC de forma tão avassaladora como Jirí Procházka. Contratado junto ao Rizin, o tcheco estreou pela maior organização de MMA do mundo em 2020, impressionou em suas duas vitórias pela companhia e já passou a ocupar o terceiro lugar no ranking da categoria. Empolgado com sucesso, ‘Denisa’ projeta seu futuro na divisão.

    Em entrevista ao site ‘RT Sport’, Prochazka mostrou confiança e desafiou grandes nomes dos meio-pesados como Jan Blachowicz, campeão da categoria, e Jon Jones, antigo rei da divisão. O tcheco enalteceu a qualidade dos profissionais, mas, ao mesmo tempo, avisou que está preparado para superá-los. Contudo, ‘Denisa’ terá que esperar para colocar suas mãos na dupla. O polonês vai enfrentar Glover Teixeira no UFC 266, evento que acontece no dia 4 de setembro, enquanto o americano volta sua atenção para estrear no peso-pesado. De qualquer forma, Procházka assegurou possuir o que é necessário para superar seus principais alvos.

    “Estou gostando do que estou fazendo, mas minha ideia é ser o mestre da luta. O verdadeiro mestre luta apenas pelo tempo necessário. Contra Reyes, foi uma guerra e não gosto disso. Se você quiser conquistar o título, precisa nocautear o campeão. Jones é o rei dos meio-pesados. Ele seria o maior adversário para mim, mas agora está nos pesados. Quando ele voltar, será o mais perigoso para todos. Estou procurando os lutadores mais difíceis. O próximo é Blachowicz. É isso que estou procurando”, declarou o tcheco.

    Dono de um estilo de luta empolgante e agressivo, Jiří Procházka, de 28 anos, protagoniza uma ascensão meteórica no UFC e se encontra próximo de disputar o cinturão dos meio-pesados. Em sua trajetória no MMA, ‘Denisa’ disputou 32 combates, venceu 28, sendo 25 por nocaute e duas por finalização, perdeu três e empatou uma vez. Seus triunfos de maior destaque na modalidade foram diante de Dominick Reyes, ‘King Mo’ Lawal, Vadim Nemkov e Volkan Oezdemir.

  • Sem citar data, McGregor confirma que vai voltar a lutar nos meio-médios no UFC

    Sem citar data, McGregor confirma que vai voltar a lutar nos meio-médios no UFC

    Escalado para encarar Dustin Poirier, no dia 10 de julho, na luta principal do UFC 264, Conor McGregor já adiantou planos futuros para a sua carreira. Embora sua próxima luta seja pela categoria do peso-leve (70 kg), onde já falou que pretende brigar para recuperar seu cinturão, o irlandês abriu a possibilidade para um retorno aos meio-médios (70 kg).

    McGregor fez três apresentações na divisão até 77 kg no UFC, com uma vitória e uma derrota para Nate Diaz e um triunfo sobre Donald Cerrone, este em janeiro de 2020. Ao ser questionado sobre uma volta à categoria, o irlandês, através de suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo), confirmou esse plano, mas sem especificar uma data.

    Vale destacar que recentemente Conor McGregor tem trocado provocações com Kamaru Usman, atual campeão dos meio-médios do Ultimate. Por isso, a chance do europeu subir de divisão para ter a oportunidade de encarar o nigeriano ganha força.

    “Sempre gostei da minha aparência, sensação e performance nos meio-médios. Certamente irei voltar”, disse o ex-campeão do peso-leve e peso-pena (66 kg) do UFC.

    Conor McGregor é o principal nome do UFC e possui uma legião de fãs. Dois anos após sua estreia no UFC, o irlandês se transformou em um fenômeno e conquistou o cinturão do peso-pena, em 2015, e do peso-leve, em 2016. Suas vitórias mais marcantes foram diante de Chad Mendes, Donald Cerrone, Dustin Poirier, Eddie Alvarez, José Aldo, Max Holloway e Nate Diaz. Atualmente, o atleta ocupa a sexta posição no ranking dos leves.

  • Magny admite interesse, mas descarta priorizar luta com Chimaev: “Não posso esperar”

    Magny admite interesse, mas descarta priorizar luta com Chimaev: “Não posso esperar”

    Aos 33 anos, Neil Magny parece ter pressa para subir de patamar e conquistar seus objetivos na carreira, antes do provável declínio físico da idade. Por isso, o meio-médio (77 kg) – que retomou o caminho das vitórias no último sábado (8), ao superar Geoff Neal, no UFC Vegas 26 – não trata um possível duelo contra Khamzat Chimaev, uma das principais apostas do Ultimate, como prioridade.

    Na entrevista coletiva após participar do UFC Vegas 26, Magny recordou os recentes problemas de saúde com os quais o russo naturalizado sueco teve que lidar, causados por complicações da COVID-19, para justificar sua postura. Vale lembrar que após vencer seus três primeiros combates pelo Ultimate e ser alçado à posição de futura estrela da companhia, Chimaev viu sua luta contra Leon Edwards ser cancelada em três oportunidades, todas por conta do agravamento dos sintomas do coronavírus.

    “Eu estou neste ponto, onde Khamzat é esse grande competidor. Eu posso definitivamente lutar com ele e impulsionar minha carreira adiante. Mas ao mesmo tempo, eu não posso colocar minha carreira e minha vida em espera para torcer que ele esteja melhor. O cara saiu de três lutas nos últimos meses. Então, para eu meio que colocar todos os meus ovos em uma cesta e esperar por ele, torcendo para que ele esteja pronto nesse verão, é burrice de minha parte”, ponderou Magny, antes de completar.

    “Eu acho que se ele priorizar ficar saudável e conseguir completar um camp para lutar, então com certeza, essa é uma luta que eu estou interessado, definitivamente. Mas quanto a colocar minha vida em espera por ele, eu tenho coisas que quero conquistar e o tempo não é o meu melhor amigo neste momento, então eu não posso esperar por ele”, concluiu.

    Após a rápida ascensão de Chimaev no Ultimate, Neil Magny foi um dos poucos atletas do top 15 da divisão a declarar interesse em um possível confronto contra a jovem promessa europeia. Com o triunfo sobre Geoff Neal no último sábado, o americano, atual nono colocado no ranking dos meio-médios, volta a vencer após ser derrotado por Michael Chiesa em janeiro deste ano, interrompendo uma sequência positiva de três vitórias.

  • Patricky ‘Pitbull’ discorda de interrupção de luta e planeja revanche contra irlandês

    Patricky ‘Pitbull’ discorda de interrupção de luta e planeja revanche contra irlandês

    Depois de mais de dois anos, Patricky ‘Pitbull’ pisou novamente no cage do Bellator, mas seu retorno não foi como ele esperava. Após participações no Rizin FC, evento asiático que tem parceira com a empresa americana, o brasileiro voltou a atuar nos Estados Unidos para tentar retomar uma corrida pelo cinturão do peso-leve (70 kg). No entanto, o potiguar foi superado por Peter Queally, na última sexta-feira (7) de forma frustrante.

    No intervalo do segundo para o terceiro round, Patricky possuía um corte no rosto e estava com muito sangramento. Após uma análise dos médicos, eles optaram por interromper a disputa e dar a vitória para o irlandês, o que deixou o brasileiro furioso. Em coletiva de imprensa após o show, o lutador discordou da postura dos profissionais de pararem o confronto e adiantou que está de olho em uma revanche.

    “Não, (não deveria ter sido interrompida). O sangue no corte parou e eu podia lutar. Eu me senti muito preparado para essa luta, mas apenas um pequeno corte a interrompeu. Estou bem. Eu não estou cansado. Eu não tenho dor”, disse o atleta, antes de completar.

    “Quero a revanche com uma arena aberta para a torcida. Eu quero lutar na Irlanda na frente do irlandês – a casa dele. Vou me preparar para acabar com esse cara”, concluiu.

    Patricky Freire é um veterano do Bellator. ‘Pitbull’ estreou pela organização em 2011, onde realizou 22 combate, vencendo 14 e perdendo oito vezes. A curiosidade é que, em sua carreira, o brasileiro chegou na final do GP do peso-leve da companhia em duas oportunidades, porém foi derrotado por Marcin Held e Michael Chandler. Quando disputou o título da divisão, o lutador sucumbiu para Chandler novamente.

  • Glover Teixeira afasta possibilidade de se aposentar após disputa de título no UFC

    Glover Teixeira afasta possibilidade de se aposentar após disputa de título no UFC

    Aos 41 anos, Glover Teixeira vai ter novamente a chance de ser campeão do Ultimate. O brasileiro vai encarar Jan Blachowicz, pelo cinturão dos meio-pesados (93 kg) da liga, em duelo que acontece no dia 4 de setembro, ainda sem local definido. Por ser um veterano no esporte, sempre existe a possibilidade da próxima luta ser a última da carreira do mineiro, principalmente se o título. Por isso, o atleta fez questão de tranquilizar os fãs.

    Na história dos esportes, muitos competidores aproveitam um grande momento, com uma conquista de título ou após um torneio marcante para anunciar uma despedida em grande estilo. Glover Teixeira tem essa oportunidade pela frente, mas possui uma outra linha de pensamento. Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui ou veja acima), o meio-pesado adiantou seus planos e ainda mostrou fome de luta.

    “Estou lutando no extra. Falei que se lutasse até os 40 anos estava bom, então agora é extra e estou curtindo a cada momento, tranquilo, vivendo o simples, minha casa está paga. Enquanto eu estiver me divertindo, é o que eu amo fazer, gosto de treinar, estar lutando contra os melhores do mundo”, afirmou o brasileiro antes de completar.

    “Não me vejo sendo o melhor do mundo e saindo. Se eu for campeão quero me testar, quero seguir lutando. Posso mudar isso amanhã se você me perguntar isso de novo, mas agora o que eu penso é isso”, concluiu o atleta natural de Sobrália (MG).

    Caso conquiste o cinturão, Glover Teixeira pode coroar uma história de volta por cima no Ultimate. Em 2014, o brasileiro teve a chance de ser campeão, mas acabou derrotado por Jon Jones. Depois dessa luta, o atleta passou por altos e baixos na liga até engatar a sequência de cinco triunfos que teve início em 2019. Portando, o mineiro já é apontado como uma espécie de modelo a ser seguido por muitos lutadores.

    “Vejo a rapaziada nova do UFC me mandando mensagem dizendo que sou uma inspiração, motivação para a galera de lutar com essa idade e enfrentar o tops da categoria. É bom a gente ouvir isso. Fico feliz demais com essas conquistas”, revelou.

    Glover Teixeira compete no MMA profissional desde 2002 e acumula 32 vitórias e sete derrotas em sua carreira. O brasileiro vem em grande momento no UFC e enfileirou vitórias sobre Anthony Smith, Nikita Kylov, Ion Cutelaba, Karl Roberson e Thiago ‘Marreta’ em sequência. O mineiro, em 2014, teve a chance de ser campeão da categoria, mas acabou derrotado por Jon Jones, até então campeão, por pontos.

  • De olho no top 3, Marina Rodriguez abre as portas para encarar Joanna Jedrzejczyk

    De olho no top 3, Marina Rodriguez abre as portas para encarar Joanna Jedrzejczyk

    Com duas vitórias seguidas em 2021 e sobre duas integrantes do top 10 da categoria do peso-palha (52 kg), Marina Rodriguez agora mira voos mais altos na divisão. Depois de superar Michelle Waterson por decisão unânime dos jurados, no UFC Vegas 26, no último sábado (8), a brasileira adiantou seus planos para o futuro na organização.

    Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Marina, que ocupa o sexto posto do ranking da categoria, afirmou que mira encarar adversárias que estão acima dela na classificação. Embora destaque o desejo de lutar pelo cinturão da divisão contra Rose Namajunas, a brasileira também citou a vontade de encarar uma ex-campeã do Ultimate.

    “Estou esperando uma adversária entre as três primeiras. Yan (Xiaonan) está lutando contra (Carla) Esparza agora. Se ela vencer, pode ser uma luta muito boa. Eu já lutei com a Esparza recentemente, então não é uma luta que estou muito animada para fazer. Talvez se uma de nós consiga o cinturão a gente se enfrente novamente. Joanna (Jedrzejczyk) é uma luta pela qual eu sempre estive de olho e acho que os fãs também. Se ela estiver de volta e pensando em lutar, eu estaria mais do que disposta a enfrentá-la”, disse.

    Marina Rodriguez assinou com o UFC após ser revelada pelo reality ‘Dana White’s Contender Series Brasil’, realizado em 2018. Pela organização, a brasileira disputou sete combates, venceu quatro, empatou dois e perdeu apenas um.

  • Geoff Neal revela pausa na carreira para cuidar de problemas de saúde

    Geoff Neal revela pausa na carreira para cuidar de problemas de saúde

    Contratado pelo Ultimate em 2017 após brilhar no Contender Series, programa para revelar novos talentos para a organização, Geoff Neal atravessa pelo seu momento mais delicado na liga. Após engatar uma sequência de cinco vitórias desde sua estreia no octógono, o americano agora vive uma fase delicada e acumula dois reveses seguidos, o mais recente aconteceu no último sábado (8) diante de Neil Magny, no UFC Vegas 26.

    Portanto, o americano não ficou em silêncio neste momento e decidiu abrir o coração. Através de suas redes sociais (clique aqui ou veja abaixo), o meio-médio (77 kg) revelou que vai tirar um tempo afastado das competições para tratar problemas de saúde. O lutador, inclusive, relatou que quase não esteve apto para encarar Magny.

    “Me senti muito bem no primeiro round e o segundo foi apertado. Mesmo na derrota, ainda estou orgulhoso. Foi outra honra entrar lá com Neil Magny, outro veterano. Provavelmente vou tirar um tempo e cuidar um pouco da minha saúde. Meu corpo não está bem desde que peguei sepse no ano passado. Tenho lidado com doenças intermitentes e grave falta de energia desde então. Eu quase desisti dessa luta na semana passada porque eu estava vomitando/diarreia por três dias e depois de ter que me reidratar e repor o que meu corpo perdeu, eu me encontrei sentado com 94 kg exatamente uma semana antes de pesar”, disse o atleta, emendando.

    “Então disse f***-se e cortei 16 kg em uma semana de qualquer maneira. Provavelmente uma decisão super perigosa/estúpida. Vou para o Havaí nas minhas primeiras férias de verdade na próxima semana. Na volta vou fazer alguns exames de sangue para descobrir o que está acontecendo com meu corpo e eu prometo que estarei de volta. Obrigado a todos os meus treinadores e companheiros de equipe que me ajudaram neste camp. E obrigado novamente a Neil Magny. Foi um desempenho sólido”, completou.

  • Cerrone cita legado e descarta se aposentar do MMA em sequência de derrotas

    Cerrone cita legado e descarta se aposentar do MMA em sequência de derrotas

    A situação de Donald Cerrone no Ultimate está cada vez mais delicada. No último sábado (8), o americano aumentou seu jejum de vitórias ao ser nocauteado por Alex Morono, no UFC Vegas 26. Com esse resultado, o ‘Cowboy’ não sabe o que é um triunfo desde maio de 2019 e as especulações sobre uma possível aposentadoria voltam a ganhar força.

    Após suas últimas derrotas, Cerrone tem lidado com esse assunto de aposentadoria e sempre se mostrou tranquilo, apesar de ter consciência da má fase na carreira. Depois de ter sido superado mais uma vez, o ‘Cowboy’, entrevista à ‘ESPN’ americana voltou a reforçar o desejo de não pendurar as luvas no momento e justificou.

    “Eu não sei o que responder. ‘É essa hora (de se aposentar)?’ Não sei. Não estou com vontade. Mas como me sinto e o meu desempenho são duas coisas diferentes. É uma m***. Eu quero voltar ao peso-leve. Sem desculpas. (…) Eu nunca vou sair assim. Não tem como eu acabar assim. Eu não poderia deixar meu legado terminar assim”, explicou.

    Aos 37 anos, Donald Cerrone soma 36 vitórias, 16 derrotas, um empate e um ‘No Contest’ (luta sem resultado) em sua carreira no MMA profissional. Atualmente, o veterano não atravessa um bom momento na liga. Nas suas últimas seis apresentações, o lutador foi derrotado em cinco e teve um empate.

  • Marina Rodriguez celebra vitória em estreia em main event do UFC e alerta adversárias

    Marina Rodriguez celebra vitória em estreia em main event do UFC e alerta adversárias

    No último sábado (8), Marina Rodriguez deu mais uma prova que é uma das principais estrelas da categoria do peso-palha (52 kg) do Ultimate. A brasileira não se intimidou por fazer seu primeiro main event, no UFC Vegas 26, e derrotou a experiente Michelle Waterson, por decisão unânime dos jurados, em duelo que foi válido pelo peso-mosca (57 kg) pelo fato de ambas as atletas terem aceitado ele de última hora.

    Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight (clique aqui ou veja acima), Marina comemorou sua estreia em um combate principal na organização em grande estilo, embora não tenha feito um camp completo para a luta e ter topado o chamado da franquia com apenas 11 dias de antecedência.

    “A gente conseguiu fazer um grande acordo com o UFC. O UFC queria, insistiu para a gente fazer esse main event e, claro, que negociamos bem, renovei contrato e sabia que iria fazer uma excelente luta e entregar um grande main event. Chegamos lá e mostramos que conseguimos fazer uma luta excelente, mostrar o que o povo quer de pancadaria os cinco rounds e muita ação”, celebrou a lutadora.

    Por ser uma especialista na luta em pé, Marina Rodriguez convive com a situação de suas adversárias tentarem imprimir uma luta agarrada para fugir de suas potentes mãos, fato que se repetiu no confronto diante de Michelle. A peso-palha afirmou que está acostumada com esse cenário e destacou um lado positivo disso. De acordo com a brasileiro, quanto mais for testada no jogo de chão, mais vai evoluir e fez um alerta para as rivais da categoria.

    “Desde que fiz minha primeira luta no UFC todo mundo quer me jogar no chão. Eu venho do muay thai, mas sempre dei atenção a minha parte de chão, meu grappling, meu jiu-jitsu e venho evoluindo. Ela tentou me quedar, mas mantive a distância e ela não me achou. Ela quedou uma vez, mas me mantive tranquila, vi que ela estava gastando toda a energia dela ali, então me guardei e me defendi para voltar melhor. Podem vir com esse pensamento, porque estarei sempre trabalhando meu wrestling, aprimorando meu jiu-jitsu e vocês ainda vão ver eu finalizar uma menina do grappling”, avisou.

    Com duas importantes vitórias em 2021, Marina Rodriguez agora está com muita confiança e sonhando alto. A brasileira adiantou seus planos para os próximos meses do ano e se colocou pronta para disputar o cinturão da divisão, que atualmente está em posse de Rose Namajunas.

    “Para mim o mais importante é dar uma descansada, recuperar e voltar à ativa. Ainda quero lutar duas vezes ou estarei esperando porque alguém vai precisar disputar o cinturão. Se alguma das meninas não estiver disponível eu vou estar esperando e tenho certeza que vou entregar mais uma grande luta, mais cinco rounds de muita pancadaria”, adiantou.

    Marina Rodriguez assinou com o UFC após ser revelada pelo reality ‘Dana White’s Contender Series Brasil’, realizado em 2018. Pela organização, a brasileira disputou sete combates, venceu quatro, empatou dois e perdeu apenas um. Atualmente a atleta ocupa o sexto posto do ranking da categoria e pode subir posições com a vitória.