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  • Reinier de Ridder questiona concorrência de Caio Borralho pelo título do UFC

    Reinier de Ridder questiona concorrência de Caio Borralho pelo título do UFC

    No último sábado (16), na luta principal do UFC 319, em Chicago (EUA), Khamzat Chimaev dominou o então campeão Dricus du Plessis e, com um verdadeiro monólogo, conquistou o cinturão peso-médio (84 kg) da empresa. Agora oficialmente no topo da categoria, o ‘Lobo’ já conta com alguns nomes que surgem na briga pela vaga de próximo desafiante ao título. Um deles é Reinier de Ridder, que tratou de questionar a concorrência de outro forte nome na disputa pelo ‘title shot’: Caio Borralho.

    Em recente participação no podcast ‘Pound 4 Pound’, apresentado pelos ex-campeões Henry Cejudo e Kamaru Usman, o holandês questionou o merecimento de Borralho pelo posto ao citar o período inativo do brasileiro. A última apresentação do representante da ‘Fighting Nerds’ foi em agosto de 2024. De lá para cá, no mesmo período, Reinier de Ridder lutou e venceu quatro combates dentro do Ultimate. Dado esse contexto, o ex-bicampeão do ONE Championship não considera ‘The Natural’ como um concorrente direto pelo cinturão.

    “A grande questão dessa luta é quando vai acontecer. Se ele (Chimaev) quer lutar em Abu Dhabi, acho que está bem claro que sou o cara (para enfrentá-lo). Caio e Imavov lutam em três semanas, devem ter pouco tempo para pegarem (a luta). O Imavov também merece bastante, é muito habilidoso (…) Mas o Caio não está lá ainda, ele sequer lutou esse ano. A última vitória dele foi contra o Cannonier, que é até bom. Mas o ‘MVP’ também acabou de vencê-lo. Eu venci cinco caras esse ano e ele não venceu ninguém. Então ele não está (na conversa) no momento. O Borralho parece que está (na disputa), mas não está nem perto, sendo sincero”, opinou ‘RDR’.

    Quarteto na briga

    Enquanto Chimaev segue invicto no MMA profissional e à espera de seu próximo oponente, quatro atletas do peso-médio batalham para serem contemplados desafiantes ao título na próxima rodada. Além de Reinier e Borralho, Nassourdine Imavov e Anthony Hernandez despontam com força para desafiar o reinado do ‘Lobo’. 

    Curiosamente, os quatro nomes citados estão escalados para se enfrentarem entre si. No dia 6 de setembro, Imavov e Borralho fazem a luta principal do UFC Paris. Já no dia 18 de outubro, Reinier de Ridder e Hernandez lideram o UFC Vancouver. Atento ao cenário, Dana White já indicou que a vaga de próximo desafiante ao cinturão sairá de um desses confrontos – a depender de quem melhor vencer e convencer.

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  • Ex-campeão do UFC critica McGregor e questiona retorno: “Acabou para ele”

    Ex-campeão do UFC critica McGregor e questiona retorno: “Acabou para ele”

    O ex-campeão dos meio-pesados (93 kg) e pesados e atual comentarista do UFC, Daniel Cormier, voltou a criticar publicamente Conor McGregor. Em entrevista recente ao podcast ‘Club Shay Shay’, o norte-americano afirmou que o irlandês estaria utilizando a imagem da organização apenas para se manter em evidência, sem real intenção de retornar ao octógono.

    Fora de ação desde julho de 2021 — quando sofreu uma grave lesão na perna durante a trilogia contra Dustin Poirier — McGregor voltou recentemente ao programa de testes antidoping da organização, indicando um possível retorno em 2026, em um evento planejado para acontecer na Casa Branca, em Washington (EUA). Para Cormier, no entanto, tudo não passa de uma jogada de marketing.

    Acabou para ele. Ele ganhou dinheiro demais. Vendeu aquela bebida alcoólica por quanto? 500 milhões de dólares? É demais. Ganhou 100 milhões lutando com o Floyd [Mayweather]. Ele e o Khabib fizeram 2,5 milhões de compras de pay-per-view. Conor diz que quer lutar o tempo todo e todo mundo meio que… já se empolga. Mas é como se ele quisesse continuar relevante. Ele quer continuar nas notícias. Quer a notoriedade de ser Conor McGregor sem precisar ser o Conor McGregor“, afirmou o ex-lutador.

    Apesar das críticas, o comentarista reconheceu o impacto do irlandês no crescimento do UFC, destacando seu talento e capacidade de atrair o público. Considerado um verdadeiro showman, McGregor ficou conhecido por transformar coletivas de imprensa em espetáculos e gerar enorme expectativa para seus combates.

    “Quando ele estava no auge, todos assistiam. Ele vendia lutas como ninguém. Era muito bom”, completou Cormier.

    Ânimo para a Casa Branca

    Mesmo com a longa inatividade, McGregor segue nos planos da organização. O presidente do UFC, Dana White, ainda demonstra confiança no retorno do astro e o vê como peça central para o evento histórico programado para o verão de 2026, nos Estados Unidos.

    Nos últimos meses, o ex-campeão tem publicado vídeos de treinos em suas redes sociais. Fato que reforça o desejo de voltar ao cage — ainda que muitos, como Cormier, duvidem que esse retorno de fato aconteça.

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  • Nate Diaz ataca Khamzat Chimaev após UFC 319: “Lutador medroso”

    Nate Diaz ataca Khamzat Chimaev após UFC 319: “Lutador medroso”

    Nate Diaz reacendeu as críticas a Khamzat Chimaev, atual campeão peso-médio (84 kg) do UFC, após a vitória dominante do checheno sobre Dricus Du Plessis no UFC 319. Embora o novo detentor do cinturão tenha demonstrado superioridade no grappling, o veterano norte-americano classificou sua abordagem como “sem emoção” e “assustadora” — no sentido negativo.

    Durante uma transmissão ao vivo com o influenciador Sneako, o ex-UFC opinou que o campeão evita se expor e prioriza o controle da luta, sem buscar ataques mais contundentes. Para ele, o desempenho contra ‘DDP ’— marcado, em sua opinião, por longos períodos de amarração e golpes fracos — revela uma postura receosa.

    Esse tipo de lutador é um lutador com medo. Ele está apavorado. Tem tanto medo que, se soltar pra bater de verdade, o cara pode levantar e sair dali. Pra mim, esse é um estilo covarde. Ele se vende como um sujeito intimidador, mas é só uma grande criança assustada do c***. Foi por isso que postei sobre ele. Disse: ‘Ele não é um lutador’, porque dá pra ver o medo, só pelo jeito que segura o adversário daquele jeito”, disparou.

    Estratégia contra Chimaev

    O embate entre os dois chegou a ser agendado como luta principal do UFC 279, em setembro de 2022. No entanto, a disputa foi cancelada após Chimaev estourar o limite da divisão dos meio-médios em 3,4 kg, obrigando o Ultimate a reorganizar o card às pressas. Na nova configuração, o checheno enfrentou Kevin Holland, enquanto Diaz encarou Tony Ferguson — ambos saíram vencedores por finalização.

    Mesmo sem o combate ter se concretizado, o norte-americano revelou como teria se preparado para o confronto. Ao contrário da maioria dos atletas, que evitam o chão contra o ‘Lobo’, ele garante que teria buscado justamente o jogo no solo, apostando em sua experiência no jiu-jitsu.

    “Quando eu ia lutar com ele, alguns wrestlers vieram me alertar, tipo o Henry Cejudo: ‘Não deixa ele te derrubar’. Mas eu pensava: ‘Não, vou pro chão’. Você acha que vou ficar defendendo queda o tempo todo? Aí você cansa, ele pega as costas e te finaliza?”, comentou.

    “Coloca ele na guarda fechada e bate nele pra c***. Vai tornar minha vida um inferno se eu tentar levantar? Então não levanto. Vou espancar ele por baixo e, se for perder por decisão, que seja, ou talvez eu finalize de algum jeito — com estrangulamento, cotovelada, ou virando ele. Eu não ia ficar tentando ser atleta contra ele. Já fez essa parte. Eu sou faixa preta de jiu-jitsu Gracie. Ia puxar pro chão mesmo”, completou.

    Desde então, Diaz não voltou ao octógono, mas segue ativo nos bastidores do esporte, opinando sobre os rumos da organização. Já Chimaev, invicto no MMA, aguarda a definição de seu primeiro desafiante ao título dos médios.

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  • Prodígio mexicano Raul Rosas Jr. encara veterano Rob Font no Noche UFC

    Prodígio mexicano Raul Rosas Jr. encara veterano Rob Font no Noche UFC

    Tratado como uma das maiores promessas da nova geração do MMA, Raul Rosas Jr. terá o maior desafio de sua carreira até o momento. O jovem talento mexicano foi escalado para enfrentar o experiente Rob Font na co-luta principal do Noche UFC, agendado para o dia 13 de setembro, em San Antonio, Texas (EUA). O confronto marca sua estreia contra um adversário ranqueado, sinalizando sua entrada definitiva no topo da divisão dos galos (61 kg).

    Aos 20 anos, Rosas vem consolidando seu nome como um dos principais prospectos do UFC. Desde a única derrota sofrida na organização — para Christian Rodriguez —, o atleta engatou uma sequência de quatro vitórias, superando rivais como Ricky Turcios, Qileng Aori e Vince Morales. Agora, terá a oportunidade de provar que está preparado para competir entre os melhores da categoria e debutar no ranking.

    Do outro lado do octógono, Font representa um teste de fogo. Com um histórico respeitável, o norte-americano acumula 22 triunfos na carreira e vem de bons resultados sobre Kyler Phillips e Jean Matsumoto. Com passagens por duelos contra ex-campeões e nomes do top 5, o veterano segue como peça relevante no cenário da divisão até 61 kg.

    O embate foi confirmado oficialmente pelo UFC na última quarta-feira (20). O card será liderado por Diego Lopes e Jean Silva, que duelam em uma luta de cinco rounds no peso-pena.

    Proposta cultural

    A presença de Rosas Jr. como destaque no evento vai além do mérito esportivo. Mesmo após a mudança de sede para San Antonio e o rebaixamento do card para o formato ‘Fight Night’, o Noche UFC mantém sua essência: celebrar a cultura mexicana durante o mês da independência do país.

    Originalmente concebido como um card numerado, idealizado para acontecer no México, o evento serve como vitrine para atletas com origens mexicanas. Nascido nos Estados Unidos, mas profundamente identificado com suas raízes, Rosas representa esse espírito e reforça o apelo simbólico da data. Sua participação ajuda a fortalecer a conexão entre o público latino e o UFC, em uma noite que promete combinar talento jovem e representatividade.

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  • Strickland recebe seis meses de suspensão por caso de invasão de cage e agressão no Tuff-N-Uff

    Strickland recebe seis meses de suspensão por caso de invasão de cage e agressão no Tuff-N-Uff

    Depois de ser suspenso de forma provisória após se envolver em uma confusão no evento ‘Tuff-N-Uff’, em junho, Sean Strickland finalmente teve sua pena oficialmente definida. Em uma reunião mensal realizada nesta quinta-feira (21), a Comissão Atlética de Nevada aprovou um acordo judicial que concedeu ao ex-campeão peso-médio (84 kg) do UFC um gancho de seis meses, além de multa estabelecida em 5 mil dólares (R$ 27,4 mil), mais as custas processuais do caso.

    A punição é retroativa à data em que ocorreu o incidente. Desta forma, o americano está apto a voltar a competir no MMA profissional a partir do dia 29 de dezembro. Sendo assim, um eventual retorno à ativa deve ser promovido somente em 2026 – a não ser que Strickland acate uma condição imposta pela Comissão. Caso aceite cumprir um curso para controle de raiva, ‘Tarzan’, como é conhecido, terá sua suspensão reduzida de seis para quatro meses e meio. Neste cenário, Sean poderia voltar a lutar ainda nesta temporada, a partir de meados de novembro.

    Também envolvido no incidente, mesmo que de maneira menos conturbada, o lutador do UFC Chris Curtis também foi multado em 2,5 mil dólares (R$ 13,7 mil). Por não ter agredido ninguém no caso, o parceiro de Strickland se livrou de uma suspensão. Apesar de ter invadido o cage e agredido um dos lutadores envolvido no duelo do ‘Tuff-N-Uff’, Sean teve seu comportamento ao longo do processo elogiado.

    “Sean Strickland se apresentou. Ele facilitou esse processo. Ele se desculpou por seu comportamento. Agradecemos a alguém que se manifestou, assumiu algo e que uma resolução tenha sido tomada rapidamente e com o acordo de todas as partes. Então, mais uma vez, obrigado ao Sr. Strickland. Ele cometeu um erro e o assumiu, e nós o apreciamos”, declarou Dallas Haun, presidente da Comissão Atlética de Nevada, durante a reunião desta quinta, segundo transcrição do site ‘MMA Junkie’.

    Relembre o incidente

    O incidente ocorreu durante a realização do ‘Tuff-N-Uff 145’, em junho. Presente no evento para servir como corner de Miles Hunsinger, seu companheiro de time na ‘XTreme Couture’, Sean Strickland perdeu a cabeça após a derrota do colega para Luis Hernandez, por finalização. Provocado pelo vencedor do combate com palavras e gestos obscenos, o polêmico lutador invadiu o cage – ao lado do também atleta do Ultimate Chris Curtis – e partiu para cima de Hernandez, chegando a agredi-lo com um par de socos antes de ser contido.

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  • Charles Do Bronx afasta rumores de aposentadoria do UFC: “Tenho só 35 anos”

    Charles Do Bronx afasta rumores de aposentadoria do UFC: “Tenho só 35 anos”

    Uma das principais estrelas do plantel do Ultimate, Charles Oliveira surpreendeu a todos quando teve sua presença no UFC Rio confirmada. Desde o anúncio, alguns fãs sentiram um misto de emoções. Por um lado, celebraram a oportunidade de ver o ex-campeão peso-leve (70 kg) competir no Brasil. Do outro, porém, especularam que o cenário poderia representar uma espécie de despedida do atleta da ‘Chute Boxe Diego Lima’. Tal possibilidade foi completamente refutada pelo próprio ‘Do Bronx’, em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight.

    Direto ao ponto, o brasileiro garantiu que sequer considera a ideia de pendurar as luvas no curto prazo. Aos 35 anos de idade, Charles afirma que, apesar de ser alvo constante do tema aposentadoria, ainda vislumbra ampliar seu legado no MMA profissional e, consequentemente, no Ultimate. Sem estabelecer um prazo de validade para a própria carreira, o especialista em jiu-jitsu indicou que seguirá em ação enquanto se sentir motivado e feliz com a rotina de atleta.

    “Não, esquece. O povo está querendo me aposentar antes de eu querer me aposentar. Eu nem pensei em aposentadoria. Não tenho a mínima vontade de me aposentar, não quero me aposentar. Tem muita coisa para acontecer. Estou muito feliz com o que estou fazendo. Tenho só 35 anos e tem muita coisa para acontecer. Então parem de me falar sobre aposentadoria, porque não quero me aposentar agora. (Vou lutar) até eu me sentir bem, até eu sentir tesão de estar me dedicando, treinando e feliz. Isso é o mais importante”, explicou Do Bronx.

    Protagonismo no UFC Rio

    No dia 11 de outubro, Charles enfrentará Rafael Fiziev na luta principal do UFC Rio. O compromisso na ‘Cidade Maravilhosa’ marca a volta do ex-campeão ao Brasil após mais de cinco anos lutando mundo afora. A última vez em que Do Bronx competiu em solo nacional foi em março de 2020, quando liderou o card em Brasília. Na ocasião, porém, o faixa-preta não contou com o apoio do público por conta das restrições oriundas da pandemia da ‘COVID-19’, à época.

    Desta vez, Do Bronx contará com apoio massivo dos torcedores, que já esgotaram os ingressos disponíveis para o UFC Rio e prometem lotar a ‘Farmasi Arena’. Vindo de derrota para Ilia Topuria, Charles tenta se recuperar e defender a quarta posição do ranking dos leves. Do outro lado, Fiziev, atual 10º colocado da categoria, quer adentrar o pelotão de elite com um eventual triunfo sobre o brasileiro.

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  • Ex-campeão do UFC, BJ Penn é proibido de se aproximar da mãe até 2026

    Ex-campeão do UFC, BJ Penn é proibido de se aproximar da mãe até 2026

    Hall da Fama do UFC, BJ Penn enfrenta mais um capítulo delicado fora do octógono. Nesta semana, a Justiça do Havaí concedeu à mãe do ex-lutador, Lorraine Shin, uma ordem de restrição válida por um ano. A decisão, emitida pelo juiz Jeffery Ng, da Vara da Família de Hilo, impede qualquer tipo de contato entre os dois até maio de 2026. A informação foi inicialmente divulgada pelo ‘Hawaii Tribune-Herald’.

    A medida, retroativa ao dia 26 de maio — data em que Shin solicitou proteção legal — foi determinada após uma audiência com apresentação de provas. Apesar de ter pedido dois anos de afastamento, a mãe do ex-campeão dos leves (70 kg) do UFC recebeu um período menor, definido pelo tribunal.

    De acordo com as provas entregues por Lorraine, o magistrado concluiu que a requerente conseguiu comprovar “abuso doméstico e/ou extremo abuso psicológico” por parte do ex-lutador. Aos 46 anos, Penn está proibido de realizar qualquer tipo de contato, seja por telefone, mensagens eletrônicas ou por meio de terceiros. Ele também não pode se aproximar da residência, local de trabalho ou qualquer outro espaço frequentado pela mãe, segundo documentos adquiridos pelo portal ‘MMA Junkie’.

    Durante a audiência, Shin chegou a interrogar o próprio filho, que confirmou ter declarado publicamente que ela e os irmãos haviam sido assassinados e substituídos por impostores. Questionado sobre a existência de provas, o havaiano respondeu: “Acho que depende de como você define prova”.

    Prisões e apelo público

    O ex-atleta já havia sido preso em maio, por violar uma ordem de afastamento de 48 horas da casa da mãe. Em junho, foi novamente detido por descumprir uma medida restritiva temporária. Atualmente, responde em liberdade após pagamento de fiança, com audiências judiciais agendadas para os dias 20 de outubro e 3 de novembro.

    Em julho, Penn publicou um vídeo em que faz um apelo ao atual CEO do UFC, Dana White, e ao ex-dirigente Lorenzo Fertitta. A gravação foi feita em frente a uma casa de três quartos cedida por Shin, localizada próxima à propriedade da qual ele está legalmente impedido de se aproximar.

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  • Daniel Cormier revela que Khabib ainda não superou rivalidade com McGregor

    Daniel Cormier revela que Khabib ainda não superou rivalidade com McGregor

    Mesmo anos após uma vitória dominante dentro do octógono, Khabib Nurmagomedov ainda não superou completamente a rivalidade com Conor McGregor. Quem revelou isso foi Daniel Cormier, ex-campeão duplo do UFC e amigo próximo do russo, durante participação no podcast ‘Club Shay Shay’.

    Segundo Cormier, o ex-campeão dos leves (70 kg) evita até mencionar o nome do irlandês em entrevistas. O comportamento, segundo ele, é reflexo direto do rancor acumulado ao longo dos anos.

    “Ele ainda não diz o nome dele, até hoje. Na semana passada, deu uma entrevista em Nova York e se referiu a ele como ‘esse cara’. Ele odeia ele!”, contou o norte-americano, deixando claro que a mágoa permanece viva.

    A tensão entre os dois atletas foi uma das mais intensas da história do MMA, marcada por provocações que ultrapassaram os limites do esporte. Conhecido por seu estilo agressivo fora do cage, McGregor direcionou ofensas à família, religião e origem do rival — atitudes que, segundo relatos, afetaram profundamente Nurmagomedov.

    Noite tensa no UFC 229

    O auge da rivalidade aconteceu no UFC 229, em 2018, quando o russo finalizou McGregor no quarto round, em uma das lutas mais assistidas da história da organização. Para Cormier, a intensidade da atuação foi resultado direto do sentimento de vingança.

    “Conor disse, depois do terceiro round, ‘É só negócio’. E o Khabib respondeu: ‘Não é, não’. Ele ia acabar com ele. Estava segurando o Conor e dizendo: ‘Eu te destruí’. E ainda pulou o alambrado para atacar a equipe dele. Ele não ia soltar. Porque sentiu que sua família tinha sido profundamente desrespeitada. Ele queria encerrar aquilo de vez”, relembrou.

    Depois daquela noite, o russo defendeu o cinturão dos leves mais duas vezes antes de se aposentar, em 2020, após a morte do pai. Já o irlandês venceu apenas uma luta desde então e acumula duas derrotas seguidas para Dustin Poirier. Atualmente afastado do octógono, cogita retornar em 2026, possivelmente no card especial que o UFC pretende realizar na Casa Branca.

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  • De olho no bicampeonato, Cara de Sapato exalta momento antes de final da PFL: “Muito especial”

    De olho no bicampeonato, Cara de Sapato exalta momento antes de final da PFL: “Muito especial”

    Na noite desta quinta-feira (21), na Flórida (EUA), Antônio Carlos Júnior entrará em ação na grande decisão do ‘GP’ dos meio-pesados (93 kg) da PFL. Campeão do torneio na temporada de 2021, ‘Cara de Sapato’ terá a chance de repetir a façanha e, diante de Sullivan Cauley, buscar o bicampeonato. Às vésperas de um confronto de grande magnitude, que envolve não somente uma possível conquista de título, mas também uma premiação de 500 mil dólares (R$ 2,7 milhões) para o vencedor, o brasileiro exaltou o momento especial na carreira – já aos 35 anos de idade.

    Em entrevista exclusiva à equipe de reportagem da Ag Fight, Cara de Sapato frisou que o trabalho realizado ao longo do torneio culmina no confronto desta quinta. Para garantir uma vaga na grande decisão, o brasileiro derrotou Karl Moore e Simeon Powell nas fases anteriores – ambos por decisão dos juízes. Agora emparelhado contra o americano Sullivan Cauley, Antônio conta com o apoio de seus fãs para se consagrar na PFL pela segunda vez.

    “Esse é o momento em que a gente realmente tem que estar 100% para conseguir dar meu melhor e sair com esse cinturão. É a luta mais importante de todas essas que realizei esse ano. (…) É muito especial, estou muito feliz por esse momento. Estava esperando por isso, sentir essa sensação de novo. Ir para uma final, lutar por um cinturão. Isso é muito bom. Espero que todos estejam torcendo e vibrando, porque essa energia contagia. E que a gente possa vibrar muito com essa vitória, levando esse cinturão para o Brasil e podendo comemorar, mais uma vez, o título da PFL”, destacou o paraibano.

    Estratégia traçada

    Para sair com o braço erguido e o cinturão nas mãos, Antônio Carlos Júnior analisou minuciosamente o estilo de luta de seu adversário. Atento aos detalhes, o brasileiro exaltou o poder de fogo de Cauley, que venceu seis dos oito triunfos na carreira via nocaute. Por outro lado, Cara de Sapato enxerga uma brecha no jogo do americano justamente no setor em que é especialista: o grappling.

    Com certeza (vou usar o jiu-jitsu). Vi nas lutas que ele fez, ele cede muito as costas. É uma oportunidade que se a gente tiver, não pode desperdiçar. Usar isso a nosso favor, até porque é o meu carro-chefe. Represento o jiu-jitsu no MMA. Gosto muito de trabalhar o jogo de ataque de costas. Então se ele der mole, vamos fazer nosso melhor para sair com a finalização”, projetou Antônio.

    Caso vença, Cara de Sapato pode se tornar o segundo brasileiro coroado campeão da PFL nesta temporada. Na última semana, Marcirley Alves brilhou na final do ‘GP’ dos pesos-galos (61 kg) e, com um triunfo contra Justin Wetzell, conquistou o título da categoria – além do cheque de 500 mil dólares.

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  • Chimaev retorna à Chechênia e entrega cinturão a Ramzan Kadyrov

    Chimaev retorna à Chechênia e entrega cinturão a Ramzan Kadyrov

    Após conquistar o título dos médios (84 kg) no UFC 319 com uma vitória dominante sobre Dricus du Plessis, Khamzat Chimaev retornou à Chechênia e foi recebido com festa em sua terra natal. O atleta, agora primeiro campeão do UFC oriundo da região, desembarcou na última quarta-feira (20) e contou com uma recepção calorosa, marcada pela presença de Ramzan Kadyrov, chefe da República da Chechênia.

    O novo campeão chegou carregando o cinturão da organização e foi prontamente cumprimentado por Kadyrov, que vestia uma camiseta estampada com a imagem do lutador. Em um gesto simbólico, Chimaev entregou o título ao líder checheno, que o ergueu enquanto ambos posavam para fotos em meio a uma multidão de apoiadores. A cena repercutiu nas redes sociais e reacendeu discussões sobre a interseção entre esporte, política e direitos humanos.

    Figura controversa

    A presença de Kadyrov no centro da celebração não passou despercebida. O dirigente é uma figura altamente polêmica, acusado por diversas organizações internacionais de estar envolvido em graves violações de direitos humanos. Além disso, foi alvo de sanções impostas pelos Estados Unidos e por outros países ocidentais — o que torna qualquer associação pública com ele motivo de atenção e controvérsia.

    Problemas com visto

    A proximidade entre Chimaev e o chefe de Estado já havia causado entraves em sua trajetória internacional. Durante um período, essa ligação foi apontada como um dos principais obstáculos à concessão de vistos para os Estados Unidos, o que impediu o lutador de competir em eventos do UFC em solo americano.

    No entanto, antes do UFC 319, o próprio atleta revelou que a situação foi resolvida com a ajuda direta do presidente Donald Trump. Segundo ele, foi graças à intervenção do mandatário que conseguiu autorização para entrar no país e lutar em Chicago, onde conquistou o cinturão.

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