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  • Paulo Borrachinha sobe de categoria e enfrenta rival russo invicto no UFC 327

    Paulo Borrachinha sobe de categoria e enfrenta rival russo invicto no UFC 327

    As últimas semanas de Paulo Costa foram bastante agitadas. Após ver o Ultimate anunciar um combate contra o compatriota Brunno ‘Hulk’ no fim de 2025 e, posteriormente, deixar a luta, causando revolta no rival, ‘Borrachinha’ parece, enfim, ter encaminhado seu próximo compromisso na entidade. E o desafio da vez é bastante inesperado. Afinal de contas, o brasileiro vai subir de categoria para, nos meio-pesados (93 kg), enfrentar Azamat Murzakanov no UFC 327, programado para o dia 11 de abril, em Miami (EUA). A disputa foi apurada em primeira mão pelo perfil ‘Laerte Viana na Área – MMA’ e confirmada por sites como ‘MMA Fighting’ e ‘MMA Junkie’.

    Após se retirar do confronto com Hulk, Borrachinha indicou que já estava com outra luta marcada. Cerca de dez dias depois, o embate foi revelado. Após fazer carreira na divisão dos pesos-médios (84 kg), onde chegou a competir pelo cinturão do UFC, Paulo irá se aventurar na categoria de cima, em busca de novos ares. Através de suas redes sociais, Costa brincou com o novo limite de peso, frisando que tende a focar ainda mais em sua estrutura corporal.

    “A espera acabou! Dia 11 de abril, Miami! Vocês já sabem! Vou incendiar tudo! Época de ganho de massa, bebê. Suco secreto à vontade. Esquece”, escreveu o striker mineiro, em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui e aqui).

    Alto risco, alta recompensa

    O duelo encaminhado com Murzakanov, que pegou os fãs de surpresa, é uma clara situação de alto risco e alta recompensa para o brasileiro. Afinal de contas, Borrachinha competirá com um oponente invicto no MMA profissional, nocauteador e mais adaptado à faixa de peso dos meio-pesados. Em contrapartida, caso consiga superar as adversidades e sair vencedor, Paulo pode se aproximar de um eventual ‘title shot’ em uma nova categoria, já que Azamat desponta atualmente na sexta posição do ranking até 93 kg.

    Em contrapartida, Borrachinha é o 13º da divisão até 84 kg. Desta forma, apesar de ter um desafio e tanto pela frente, a recompensa pode ser ainda maior em caso de triunfo. Mas para se tornar o primeiro homem a desbancar Murzakanov na modalidade, Paulo terá que driblar o poder explosivo do russo. Com um cartel de 16-0, ‘The Professional’, como Azamat é conhecido, soma incríveis 12 vitórias por nocaute.

     

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  • UFC 325: Maurício Ruffy confirma ausência de treinador da Fighting Nerds no seu corner

    UFC 325: Maurício Ruffy confirma ausência de treinador da Fighting Nerds no seu corner

    Agora é oficial. A parceria entre Maurício Ruffy e Pablo Sucupira – treinador principal e líder da equipe ‘Fighting Nerds’ – não irá se repetir no UFC 325, que acontece no dia 31 de janeiro, data do próximo compromisso do peso-leve (70 kg). A notícia foi confirmada pelo próprio lutador brasileiro, que vai encarar Rafael Fiziev no card sediado na Austrália, em entrevista ao ‘The Ariel Helwani Show’.

    De acordo com o atleta do UFC, um conflito de agendas fez com que ele e Sucupira chegassem a um acordo pela ausência do ‘head coach’ do seu corner. Além disso, Ruffy já não contaria com a presença de Flávio Álvaro – também treinador da Fighting Nerds – por não haver mais um vínculo profissional entre eles.

    “Não, não, desta vez eles não vão estar (no meu corner). O Pablo tem um compromisso com o Jean (Silva) uma semana antes da minha luta e logo depois tem a luta do Caio (Borralho), onde ele vai ficar um mês com o Caio em (Las) Vegas. Então, ele ia ficar dois meses fora de casa e ele tem um bebezinho pequeno. Aí eu falei para ele que tudo bem, que não precisava se preocupar, que eu estaria aqui com o time do Volka (Alexander Volkanovski), que o Volka iria me dar alguma direção aqui. Já trouxe dois corners comigo e o terceiro eu vou levar daqui mesmo. Então, a gente fez esse plano e combinou assim”, confirmou Ruffy.

    Ruffy fora da Fighting Nerds?

    A ausência de Pablo Sucupira do corner de Mauricio Ruffy no UFC 325 aquece os rumores sobre uma possível saída do peso-leve da Fighting Nerds. Até o momento, nenhuma das partes confirmam a separação, mas fato é que o lutador natural de Alagoas tem feito boa parte do seu camp fora da academia paulista.

    Inclusive, Ruffy desembarcou antecipadamente na Austrália e, nas últimas semanas, vem finalizando seu camp para a luta contra Rafael Fiziev com o campeão peso-pena (66 kg) Alexander Volkanovski e sua equipe. A mais nova parceria com o time do australiano foi iniciada após o último combate disputado pelo brasileiro no octógono mais famoso do mundo, em setembro do ano passado, quando acabou superado por Benoit Saint Denis, sofrendo sua primeira derrota no Ultimate – fato que também coincidiu com o surgimento das primeiras especulações sobre seu possível rompimento com a Fighting Nerds.

     

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  • Abre os olhos, Do Bronx! Gaethje sonha com revanche contra Max Holloway

    Abre os olhos, Do Bronx! Gaethje sonha com revanche contra Max Holloway

    Justin Gaethje já começa a desenhar possíveis cenários para o futuro, mesmo com um compromisso decisivo pela frente. O norte-americano entra em ação no dia 24, na luta principal do UFC 324, contra Paddy Pimblett, em duelo válido pelo cinturão interino do peso-leve (70 kg), em Las Vegas (EUA). Ainda assim, o ex-campeão interino da categoria não esconde que mantém o radar ligado em um antigo desafeto dentro do octógono.

    Em entrevista à ‘TNT Sports’, o lutador projetou um caminho que passa diretamente por Max Holloway, atual detentor do cinturão ‘BMF’. Curiosamente, a declaração do americano acaba atingindo de forma indireta um brasileiro que também está envolvido nessa disputa.

    “Espero que o Ilia (Topuria) suba de categoria, e aí eu possa lutar contra o Max no card da Casa Branca, conquistar o cinturão BMF e o título”, afirmou Gaethje.

    O comentário chama atenção pelo contexto do cenário atual. Holloway tem compromisso marcado para o dia 7 de março, quando enfrenta o brasileiro Charles ‘do Bronx’ na luta principal do UFC 326, também em Las Vegas, em disputa pelo cinturão BMF — justamente o título almejado por Gaethje. Ao projetar um confronto direto contra Max, o norte-americano aparenta não considerar uma vitória do ex-campeão dos leves como o desfecho mais provável, reforçando a expectativa de uma revanche.

    Revanche

    Gaethje e Holloway já se enfrentaram anteriormente em um duelo marcante, vencido pelo havaiano, e um novo encontro teria forte apelo esportivo e comercial. O interesse cresce ainda mais caso o combate seja inserido no especulado card do UFC na Casa Branca. Antes disso, porém, o veterano precisa superar o desafio imediato contra Pimblett.

    Entre projeções e realidade, o cenário permanece aberto na divisão. O futuro de Gaethje passa primeiro pelo octógono do UFC 324, enquanto o desfecho de Holloway vs Charles do Bronx pode definir se o caminho apontado pelo americano se tornará, de fato, possível.

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  • Israel Adesanya enfrenta Joe Pyfer na luta principal do UFC Seattle

    Israel Adesanya enfrenta Joe Pyfer na luta principal do UFC Seattle

    Na noite da última terça-feira (13), Dana White promoveu uma ‘live’ em suas redes sociais para anunciar mais uma luta que reforça o calendário de 2026 da entidade. E o evento contemplado da vez foi o UFC Seattle, programado para o dia 28 de março, que ganhou oficialmente sua luta principal. Os protagonistas do card serão Israel Adesanya e Joe Pyfer, que duelam em um confronto de ranqueados na categoria dos pesos-médios (84 kg).

    Ex-campeão da categoria, Adesanya vive o momento mais turbulento de sua trajetória. São três derrotas nas últimas três rodadas. Sendo assim, o duelo diante de Pyfer pode significar a última chance do striker nigeriano dar a volta por cima a tempo de ainda sonhar com mais uma oportunidade de competir pelo cinturão futuramente. Mesmo em má fase, ‘Izzy’ desponta na sexta posição do ranking dos pesos-médios.

    Em suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), Israel compartilhou um vídeo promocional próprio do combate, dando indícios de que está motivado para a disputa. Joe foi na mesma linha. Número 15 do ranking, o americano terá uma chance de ouro pela frente de pegar o elevador e se consolidar na elite da categoria. Até por conta disso, ‘Bodybagz’, como é conhecido, celebrou a oportunidade de liderar um card do UFC contra um nome de peso como Adesanya. Para a disputa, Pyfer chega embalado por três vitórias seguidas.

    Sou abençoado pela oportunidade de lutar contra um dos maiores pesos-médios de todos os tempos. O pequeno Joey P está chegando. Trabalho duro pela frente. Autoconfiança e fé podem tirar qualquer homem de um momento difícil. Vamos com tudo! Que vida!”, comemorou o americano, em sua conta no Instagram (veja abaixo ou clique aqui).

    Luta co-principal

    Durante o mesmo anúncio, Dana White também revelou o ‘co-main event’ do UFC Seattle: a revanche entre Alexa Grasso e Maycee Barber. Ex-campeã peso-mosca (57 kg) e atual número 3 do ranking, a mexicana vive um momento turbulento, com duas derrotas e um empate nas últimas três rodadas. A americana, por sua vez, vive a melhor fase da carreira com incríveis sete triunfos consecutivos. Curiosamente, o último revés de ‘The Future’ no Ultimate foi justamente contra Grasso, via decisão dos juízes, quando as duas duelaram em 2021.

     

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  • Com Diego Lopes no caminho, Volkanovski mantém olhos em outros nomes

    Com Diego Lopes no caminho, Volkanovski mantém olhos em outros nomes

    O campeão peso-pena (66 kg) do UFC, Alexander Volkanovski, comentou sobre o reencontro com Diego Lopes, adversário na luta principal do UFC 325, marcado para o dia 31 de janeiro, em Sydney, na Austrália. Em entrevista ao programa ‘The Ariel Helwani Show’, o australiano ressaltou o respeito pelo brasileiro, mas deixou claro que mantém confiança em sua preparação e já começa a projetar possíveis cenários para a divisão.

    Ao abordar o confronto, Volkanovski reconheceu que se trata de um desafio exigente e afirmou estar ciente dos riscos envolvidos. O campeão, no entanto, destacou que seu foco está em executar sua estratégia da melhor forma possível, pensando não apenas no resultado imediato, mas também na sequência de sua trajetória como detentor do cinturão.

    “Eu pretendo fazer o que tenho que fazer. Ele é um cara perigoso, é duro, aguenta bem os golpes. Mas eu planejo ir lá, não quero sofrer nenhum dano e quero ter a recuperação rápida que eu queria da última vez. E então, talvez possamos fazer isso contra alguém como Movsar (Evloev) ou Lerone Murphy”, afirmou o campeão.

    Crítica velada?

    Apesar de manter o foco em Diego Lopes, o atual dono do título voltou a mencionar nomes que, em sua avaliação, também credenciavam-se para uma disputa pelo cinturão. O campeão citou Movsar Evloev e Lerone Murphy como possíveis adversários em um cenário futuro, reforçando que acompanha de perto o desempenho da dupla na categoria.

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  • Colby Covington indica subida para os pesos-médios e coloca Adesanya na mira

    Colby Covington indica subida para os pesos-médios e coloca Adesanya na mira

    No último sábado (10), Colby Covington enfrentou e venceu Luke Rockhold em uma luta de wrestling promovida pelo evento ‘RAF 5’. E aparentemente a experiência fez que com o falastrão americano reconsiderasse o rumo de sua carreira no MMA profissional. Ex-campeão interino dos meio-médios (77 kg) do UFC, ‘Chaos’, como é conhecido, indicou que pretende se aventurar nos pesos-médios (84 kg) daqui em diante. E para comprovar sua intenção, o veterano já colocou um adversário da categoria de cima em seu radar: Israel Adesanya.

    Em entrevista ao canal ‘Submission Radio’, Colby admitiu que tende a ficar em desvantagem de tamanho na nova divisão. Entretanto, o americano citou sua força e recente trabalho de ganho de massa como trunfos para sair bem-sucedido entre os pesos-médios. Vale ressaltar que Rockhold, derrotado por ele no ‘RAF 5’, fez carreira justamente na categoria até 84 kg, onde, inclusive, se sagrou campeão no UFC. Além de Adesanya, Covington também mostrou interesse em um eventual embate contra o também ex-campeão Sean Strickland.

    Sei que posso me sair bem na categoria dos médios. Aqueles caras são muito mais lentos. Podem ser maiores, podem bater mais forte, mas são muito mais lentos. Sou tão forte quanto eles. Estou ganhando bastante massa muscular e ficando mais forte ultimamente. Acho que alguém como o Israel Adesanya me intriga. Um ex-campeão como eu, alguém que gera hype, expectativa, tem seguidores, uma marca. Então acho que uma luta com o ‘Izzy’ faz bem mais sentido do que qualquer outra coisa. E é alguém que eu realmente não gosto”, frisou o falastrão americano.

    Desafeto como opção

    Caso realmente tire seu plano do papel e seu próximo passo seja, de fato, nos pesos-médios, Covington já tem um candidato de peso de olho em um combate: Bo Nickal. Após se desentender recentemente durante uma coletiva do evento de wrestling ‘RAF’, o prospecto da divisão até 84 kg subiu o tom e deixou claro que gostaria, inclusive, de ‘aposentar’ Colby – de preferência em um duelo no aguardado card do UFC Casa Branca, em junho deste ano.

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  • Métricas de desempenho de lutadores do UFC revelam eficiência de reação

    Métricas de desempenho de lutadores do UFC revelam eficiência de reação

    O desempenho no UFC depende de dados claros e ações rápidas. Este texto mostra como métricas de reação ajudam a entender decisões, ritmo e precisão dentro do octógono. Os números explicam por que alguns lutadores controlam o combate, economizam energia e mantêm vantagem técnica até o fim.

    O que são métricas de reação no UFC

    As métricas de reação medem como um lutador responde a estímulos durante a luta, assim como plataformas de casino online usam dados em tempo real, a exemplo de https://1xbet.bet.br/pt/results, para mostrar resultados atualizados e históricos aos jogadores. Elas mostram tempo de resposta, escolha de golpes e ajustes defensivos, lógica semelhante à análise estatística aplicada em apostas e jogos digitais.

    Cada ação gera números. Um soco esquivado em menos de 0,3 segundo conta como resposta rápida. Um contra-ataque após bloqueio soma eficiência. Quanto menor o tempo, maior o controle do lutador.

    Os relatórios usam médias por round. Um atleta de alto nível reage entre 25 e 35 vezes por minuto. Lutadores iniciantes ficam abaixo de 18. Essa diferença define domínio.

    Tempo de resposta e controle do combate

    O tempo de resposta decide trocas curtas. Quem reage rápido evita dano e cria ângulos. Dados mostram que lutadores com resposta abaixo de 0,35 segundo absorvem menos golpes significativos.

    A velocidade não age sozinha. Ela precisa de leitura clara do movimento rival. Quando a reação vem cedo, o lutador escolhe melhor. Ele pode esquivar, bloquear ou atacar.

    Em lutas de três rounds, a queda de resposta aparece no segundo round. A média cai cerca de 12%. Lutadores bem preparados mantêm a queda abaixo de 5%. Isso mostra gestão de energia eficiente.

    Precisão ligada à reação

    A precisão cresce quando a reação acontece no tempo certo. Golpes lançados após esquiva têm taxa de acerto maior. Estudos internos mostram aumento de 18% na precisão após defesa bem-sucedida.

    O mesmo vale para quedas. Entradas feitas logo após erro do rival têm sucesso acima de 60%. Quando a reação demora, o índice cai para perto de 40%.

    Esses números explicam por que alguns atletas parecem sempre um passo à frente. Eles não atacam mais. Eles atacam melhor.

    Defesa ativa e leitura corporal

    A defesa ativa exige reação constante. Não basta levantar a guarda. O lutador precisa mover pés e tronco. Métricas mostram que movimentos laterais rápidos reduzem impactos limpos em até 22%.

    A leitura corporal entra nesse ponto. Ombros, quadril e olhar indicam ataques. Quem reconhece sinais reage antes do golpe sair completo. Isso não depende de força. Depende de atenção treinada.

    Relatórios apontam que lutadores com defesa ativa realizam mais de 90 microajustes por round. Lutadores passivos ficam perto de 55. A diferença aparece no placar.

    Consistência ao longo da luta

    A reação precisa se manter estável. Dados mostram que quedas bruscas indicam fadiga visível. Quando o tempo de resposta passa de 0,45 segundo, o risco de nocaute cresce.

    Equipes analisam gráficos em tempo real. Elas observam picos e quedas. Um pico alto indica alerta. Um lutador atento ajusta ritmo e reduz trocas.

    A consistência separa campeões de bons atletas. Manter respostas rápidas até o último minuto garante controle e segurança.

    Métricas usadas por analistas

    Analistas usam vários indicadores simples. Eles ajudam a explicar o que os olhos veem. Entre os mais comuns estão:

    • Tempo médio de resposta por round

    • Número de esquivas seguidas de ataque

    • Porcentagem de contra-ataques eficazes

    • Ajustes defensivos por minuto

    • Quedas iniciadas após erro rival

    Esses dados aparecem em relatórios claros. Treinadores usam números para corrigir falhas específicas. O lutador entende onde perde tempo.

    Impacto nos treinos diários

    Os treinos mudaram com os dados. Sessões focam em estímulos rápidos. Luzes, sons e movimentos simulam situações reais. O objetivo é reduzir milésimos de segundo.

    Relatórios mostram melhora média de 8% no tempo de resposta após ciclos de treino focado. Essa melhora parece pequena. No octógono, ela decide rounds.

    Treinadores evitam excesso. Eles focam em qualidade. Poucas repetições com atenção total geram melhores números.

    Relação entre reação e estratégia

    A estratégia depende da reação. Um plano agressivo falha sem resposta rápida. Um plano defensivo perde valor sem contra-ataque imediato.

    Dados mostram que lutadores estratégicos escolhem quando reagir. Eles não respondem a tudo. Eles selecionam momentos. Isso reduz desgaste e aumenta impacto.

    Essa leitura estratégica aparece nos números. Menos ações inúteis. Mais ações decisivas. A taxa de sucesso sobe.

    Relação entre reação e pontuação dos juízes

    A reação rápida influencia a pontuação. Juízes valorizam golpes limpos e controle do espaço. Dados mostram que atletas com respostas abaixo de 0,4 segundo vencem mais rounds por decisão.

    A explicação é simples. Quem reage antes acerta primeiro. Quem acerta primeiro marca pontos claros. Estatísticas indicam aumento de 15% em rounds vencidos quando o lutador mantém reação estável.

    Movimento constante também pesa. Reações rápidas criam pressão visual. Isso transmite domínio durante todo o round.

    Uso das métricas na leitura ao vivo

    As métricas ajudam na leitura em tempo real. Analistas observam mudanças de ritmo e resposta. Uma queda brusca alerta para desgaste físico.

    Durante o combate, dados mostram quando um atleta reduz contra-ataques. Esse sinal indica ajuste estratégico ou perda de energia. Quem reage bem mantém padrão até o final.

    Essas informações servem apenas para compreensão do evento. No contexto de apostas, o uso deve ser consciente. O resultado nunca é certo. O sistema sempre favorece a organização. A atividade deve ficar no campo do entretenimento, com limites claros de tempo e valor.

    Limites dos dados e uso responsável

    Os números ajudam, mas não contam tudo. Eles não substituem preparo físico, técnica e experiência. Servem como guia claro.

    O uso responsável dos dados evita excesso de pressão. Lutadores não devem perseguir números. Eles devem buscar fluidez e segurança.

    No contexto de apostas esportivas, esses dados servem apenas para análise e entretenimento. O resultado nunca é garantido. A organização sempre mantém vantagem. A prática deve ficar no campo do lazer. Definir limites de tempo e dinheiro protege o equilíbrio pessoal.

    As métricas de reação explicam o sucesso no UFC. Elas mostram quem controla o ritmo, evita danos e escolhe melhor. Tempos baixos, precisão alta e consistência formam vantagem real. Os dados não lutam sozinhos, mas orientam decisões inteligentes. Quem entende esses números enxerga o combate com mais clareza.

  • UFC 324: Amanda Nunes relembra início da rivalidade com Kayla Harrison

    UFC 324: Amanda Nunes relembra início da rivalidade com Kayla Harrison

    A rivalidade entre Amanda Nunes e Kayla Harrison ganhou novos contornos às vésperas do aguardado confronto entre as duas. Em entrevista ao canal ‘Paramount UFC Crew’, no ‘Youtube’, a brasileira relembrou como a relação com a norte-americana teve início ainda no período em que dividiam o mesmo ambiente de treinos e como a situação evoluiu até culminar em um duelo direto no octógono.

    De acordo com a ex-campeã, o primeiro contato ocorreu de maneira natural, sem qualquer tipo de atrito ou clima hostil. Esse cenário, porém, começou a mudar quando Harrison passou a demonstrar publicamente o desejo de enfrentá-la, mesmo permanecendo no mesmo local de treinos, o que, segundo Amanda, acabou gerando desconforto e um afastamento gradual.

    “Quando ela chegou lá, toda vez que eu ia treinar na academia, ela estava lá, ou então eu já estava ali, essas coisas aconteciam, mas nunca houve nada além disso. Nunca foi estranho estarmos juntas durante os treinos. Quando ela começou a falar realmente de mim, a me chamar para lutar, mas ao mesmo tempo estava na academia tentando ser minha parceira de treino, eu comecei a me afastar um pouco dela. Esse é o tipo de desafio que eu gosto, mas não assim. Se você está me chamando para lutar, não deveria estar treinando comigo, com o mesmo treinador, no mesmo tatame. Se eu vou te enfrentar, você não pode estar aqui. Naquela época, ela nem fazia parte do UFC ainda, mas eu sabia que era possível. Eu soube na hora, assim que ela começou a me provocar”, disse a ‘Leoa’.

    Tensão antiga

    O confronto carrega um evidente clima de acerto de contas, especialmente após Amanda já ter revelado, em outras oportunidades, que a presença da judoca foi um dos principais motivos que a levaram a deixar a ‘American Top Team’. A rivalidade extrapolou o ambiente dos treinos e passou a ganhar contornos públicos, alimentando a expectativa em torno do duelo.

    Agora, com o cinturão em jogo e trajetórias que voltam a se cruzar no maior palco do MMA, o embate ganhou ainda mais relevância. O presidente do UFC, Dana White, inclusive, já classificou o confronto como a maior luta feminina da história da organização.

    O duelo entre Amanda Nunes e Kayla Harrison está marcado para o dia 24 de janeiro, no ‘co-main event’ do UFC 324, em Las Vegas, nos Estados Unidos. A luta acontece na T-Mobile Arena e será válida pelo cinturão peso-galo (61 kg), atualmente em posse da norte-americana, mas que já pertenceu à brasileira durante seu período dominante na organização.

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  • Arman Tsarukyan mira vencedor de Charles Do Bronx vs Max Holloway: “Não quero esperar”

    Arman Tsarukyan mira vencedor de Charles Do Bronx vs Max Holloway: “Não quero esperar”

    Atual número 1 do ranking dos pesos-leves (70 kg), Arman Tsarukyan se encontra em uma espécie de limbo no Ultimate. Afinal de contas, o campeão linear da categoria, Ilia Topuria, se afastou das competições para cuidar de questões pessoais de ordem familiar. Enquanto isso, os atletas escalados para disputarem o título interino da divisão foram Paddy Pimblett e Justin Gaethje. Sem grandes perspectivas a curto prazo, o atleta armênio buscou um novo foco para a próxima rodada: enfrentar o vencedor do duelo entre Charles ‘Do Bronx’ e Max Holloway.

    O duelo em questão coloca o cinturão ‘BMF’ (atleta mais durão) em jogo e, de quebra, lidera o card numerado do UFC 326, previsto para o dia 7 de março, em Las Vegas (EUA). Além disso, coloca dois dos atletas mais populares da categoria e membros do top 3 do ranking em rota de colisão. Sendo assim, Tsarukyan vê com bons olhos a possibilidade de medir forças contra quem sair vitorioso entre Charles e Holloway. Atento aos detalhes, Arman admitiu, inclusive, que um triunfo do brasileiro faria ainda mais sentido para a narrativa, já que os dois já duelaram no passado.

    Talvez eu lute pelo título ‘BMF’. Sim, quero o cinturão real. Mas não quero esperar até o próximo ano (para lutar). O Ilia luta uma vez ao ano. Talvez ele defenda o título em junho e diga: ‘Ok, só luto ano que vem’. E aí, o que eu faço? Espero? Não sou tão jovem para ficar esperando tanto. Então se me derem o título ‘BMF’, seria incrível também. Se o Charles Oliveira vencer, seria ótimo. Porque já temos um histórico”, explicou o atleta armênio, em participação no programa ‘The Ariel Helwani Show’.

    Ignorado por indisciplina?

    Por mais que Arman considere que tenha sido ‘ignorado’ da disputa de título da categoria de forma injusta ou por favorecimento de Pimblett ou Gaethje, há outra razão que explica a decisão da entidade. Recentemente, Dana White veio a público e confirmou que os episódios recentes de indisciplina do armênio influenciaram no momento de escolher quem competiria pelo cinturão interino. Tsarukyan aplicou uma cabeçada em Dan Hooker durante a encarada da pesagem cerimonial de sua última luta. Além disso, já desferiu um soco em um fã durante a entrada de um de seus combates na organização.

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  • Crítico de futebol? Khabib sai em defesa de Xabi Alonso após demissão no Real Madrid

    Crítico de futebol? Khabib sai em defesa de Xabi Alonso após demissão no Real Madrid

    O ex-campeão peso-leve (70 kg) do UFC, Khabib Nurmagomedov, utilizou as redes sociais para se manifestar sobre a demissão de Xabi Alonso do Real Madrid. Em uma publicação feita nos ‘Stories’ do ‘Instagram’, o russo saiu em defesa do treinador espanhol e questionou a maneira como a saída foi conduzida pelo clube merengue (veja aqui).

    Na mensagem, o ex-lutador ressaltou o que classificou como falta de lealdade, ao recordar que, pouco tempo antes, o técnico era tratado como peça importante no projeto esportivo. O posicionamento chamou atenção pela linguagem direta e pelo apoio explícito ao profissional espanhol.

    “Não existe nada como a lealdade. Há um ano eles imploravam por ele. Agora o demitiram. Um bando de garotos mimados. Xabi, você é o melhor”, escreveu ‘The Eagle’, como é conhecido.

    Fã de futebol

    Dono de uma trajetória dominante no MMA e aposentado de forma invicta no UFC, Khabib passou a marcar presença frequente no ambiente do futebol. O russo tem demonstrado publicamente sua admiração pelo esporte, com interações recentes envolvendo nomes históricos, incluindo uma troca com Ronaldo Fenômeno.

    Além disso, o ex-campeão já compartilhou registros ao lado de ex-jogadores renomados como Francesco Totti, Andrea Pirlo e Wesley Sneijder, entre outros. Essas aparições reforçam sua proximidade com o futebol e ajudam a explicar o interesse em comentar temas relevantes do cenário, mesmo após o fim de sua carreira nos octógonos.

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