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  • Brasileiros dão show no Contender Series e conquistam contrato no UFC

    Brasileiros dão show no Contender Series e conquistam contrato no UFC

    O ‘Esquadrão Brasileiro’ no UFC ganhou mais três reforços. Na noite da última terça-feira (26), pelo terceiro episódio da 9ª temporada do ‘Contender Series’, os lutadores Manoel Sousa, Márcio ‘Ticotô’ Barbosa e Ryan Gandra deram show no octógono e garantiram seus contratos com o maior evento de MMA do planeta.

    Curiosamente, todos os três atletas tupiniquins conquistaram suas vitórias no Contender via nocaute técnico. Primeiro a entrar em ação, o peso-leve (70 kg) Manoel Sousa derrotou Cristian Perez. Na sequência, o peso-pena (66 kg) Márcio Ticotô superou Damon Wilson. E na luta principal do show, realizado em Las Vegas (EUA), o mineiro Ryan Gandra precisou de pouco menos de três minutos de combate para atropelar Trent Miller, em duelo válido pelo meio-pesado (93 kg).

    Todo mundo contratado

    Além dos três brasileiros, os outros dois atletas vencedores dos seus combates no evento do Contender Series de terça-feira também impressionaram a alta cúpula do UFC e garantiram suas vagas no elenco da organização. No confronto de abertura do card, Donte Johnson derrotou Darion Abbey por nocaute técnico. Já Abdul Rakhman Yakhyaev nocauteou Alik Lorenz em apenas 30 segundos de luta.


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  • Duelo brasileiro! UFC encaminha Mayra Sheetara vs Jacqueline Cavalcanti para novembro

    Duelo brasileiro! UFC encaminha Mayra Sheetara vs Jacqueline Cavalcanti para novembro

    Um confronto de atletas ranqueadas promete movimentar a categoria peso-galo (61 kg) feminina do UFC. Afinal de contas, o Ultimate encaminhou um duelo brasileiro entre Mayra ‘Sheetara’, oitava colocada, e Jacqueline Cavalcanti, número 11 da divisão. A disputa, programada para o dia 8 de novembro, em Las Vegas (EUA), foi apurada em primeira mão pela equipe de reportagem da Ag Fight em contato com fontes próximas à situação.

    O combate marca o retorno de Sheetara aos galos após uma breve tentativa de voltar a competir entre os moscas (57 kg). Em fevereiro desta temporada, a brasileira foi superada por Jasmine Jasudavicius em performance irreconhecível. Durante a semana da luta, Mayra sofreu na balança com o corte de peso mais brusco. Dado o cenário, ao que tudo indica, o futuro da mineira daqui em diante será mesmo na categoria até 61 kg.

    Momentos opostos

    Mayra e Jacqueline vivem momentos opostos dentro do UFC. Enquanto Sheetara amarga um jejum de vitórias que já dura quatro rodadas, sendo três reveses nas últimas três apresentações, Cavalcanti não sabe o que é perder desde que entrou na liga. De lá para cá, são quatro triunfos para a brasileira naturalizada portuguesa – retrospecto que rapidamente a alçou ao ranking dos galos. 

    Sendo assim, se por um lado Sheetara, de 34 anos, possivelmente pode lutar pelo emprego no dia 8 de novembro, do outro Jacqueline, de apenas 27, pode não somente ampliar sua invencibilidade no UFC, mas como avançar degraus importantes no ranking e garantir um espaço no top 10 da categoria.

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  • Veterano afiado? Ex-campeão duplo do UFC brilha em sparring; confira

    Veterano afiado? Ex-campeão duplo do UFC brilha em sparring; confira

    Mesmo aposentado desde 2020, o ex-campeão meio-pesado (93 kg) e peso-pesado do UFC, Daniel Cormier, mostrou que ainda conserva grande parte da técnica que o consagrou como um dos maiores nomes da história do MMA. Em um vídeo publicado no ‘Instagram’ do lutador georgiano Dimitri Jioev, o norte-americano de 46 anos aparece dominando o jovem pupilo com quedas precisas, clinches bem executados e uma movimentação surpreendente para quem está longe da ativa (clique aqui ou veja o vídeo abaixo).

    A gravação rapidamente se espalhou entre fãs e membros da comunidade das lutas. Embora já tenha declarado não ter intenção de retornar à competição profissional, a performance impressionou pelo nível de controle e habilidade demonstrados.

    Culpa de Chimaev?

    Um ponto que chamou a atenção de parte do público foi a possível relação com um episódio recente envolvendo o atual campeão dos médios (84 kg), Khamzat Chimaev. Em um encontro descontraído, o checheno surpreendeu ao levantar ‘DC’ — gesto que, segundo alguns fãs, teria “reacendido a chama competitiva” do veterano, servindo de motivação para a retomada dos treinos mais intensos.

    Hoje, o ex-lutador se dedica à formação de novos talentos em sua academia, na Califórnia, atua como comentarista oficial do UFC e mantém papel ativo no desenvolvimento da próxima geração de atletas. Ainda assim, a reação calorosa do público demonstra o respeito e a admiração duradoura por um dos raros nomes a conquistar cinturões em duas divisões distintas dentro do octógono.

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  • Khabib elege as três maiores ameaças a Islam Makhachev no meio-médio do UFC

    Khabib elege as três maiores ameaças a Islam Makhachev no meio-médio do UFC

    Em maio deste ano, Islam Makhachev abdicou de sua soberania no peso-leve (70 kg) para subir de categoria e tentar conquistar seu segundo título no Ultimate – em provável disputa contra o australiano Jack Della Maddalena, especulada para acontecer em novembro, no UFC 322, em Nova York (EUA). E para Khabib Nurmagomedov, treinador e mentor do russo, o ex-campeão até 70 kg do Ultimate não deve ter muita dificuldade para se destacar na elite dos meio-médios (77 kg).

    Em recente entrevista ao canal ‘Kamil Gadzhiyev’, Khabib elencou as três maiores ameaças a Makhachev na divisão dos meio-médios. De acordo com o Hall da Fama do UFC, além de Della Maddalena, atual campeão até 77 kg do Ultimate, os principais adversários de seu pupilo na categoria são Shavkat Rakhmonov e Belal Muhammad – ambos membros do top 3 do ranking.

    “Na divisão meio-médio, eu vejo Shavkat (Rakhmonov) como alguém que inspira respeito e traz risco real. Shavkat, Belal (Muhammad)… Ian Garry, eu não o considero uma ameaça tão séria… Não vejo Sean Brady como uma grande ameaça. Em termos de estilo, ele é muito conveniente para Islam. Islam o venceria no striking, e se eles fizessem grappling, Islam o controlaria (também)… Shavkat, Belal e Maddalena“, analisou Khabib.

    Potenciais rivais

    De fato, Islam Makhachev pode ter os três lutadores citados por Khabib Nurmagomedov como adversários no futuro próximo. Primeiro, o embate contra Jack Della Maddalena deve ser confirmado para novembro. Em caso de vitória, é possível que os compromissos seguintes do russo envolva o invicto Shavkat Rakhmonov e o ex-campeão Belal Muhammad.

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  • Aos 48 anos, ex-lutador do UFC alega que aceitou desafio para enfrentar Craig Jones

    Aos 48 anos, ex-lutador do UFC alega que aceitou desafio para enfrentar Craig Jones

    Aos 48 anos, Chael Sonnen pode voltar à ativa — desta vez no grappling. O ex-desafiante ao cinturão dos médios (84 kg) e meio-pesados (93 kg) do UFC afirmou que aceitou enfrentar o australiano Craig Jones no ‘Craig Jones Invitational 2’, evento marcado para este fim de semana, em Las Vegas (EUA). A declaração foi feita durante participação no canal ‘FloGrappling’ e, posteriormente, reforçada pelo americano em seu podcast. Até o momento, no entanto, a luta ainda não foi oficializada pela organização do torneio.

    O possível confronto surgiu após a saída de Gable Steveson. Medalhista de ouro olímpico na luta livre, o americano seria o adversário de Jones na luta principal, mas acabou retirado do card de última hora por conta de uma lesão no pé. Diante da situação, Craig lançou o desafio — que, segundo Sonnen, foi aceito.

    “Ele estava me desafiando? Isso foi um desafio? Ele disfarçou como um telefonema amigável. Pode avisar o Craig Jones que não só eu aceito, como estou p*** da vida com isso. Te vejo no CJI”, disparou Sonnen, em tom provocativo.

    Revanche no tatame

    Caso se confirme, o duelo representaria uma revanche entre os dois. Em 2017, no torneio absoluto do ADCC, o especialista em jiu-jitsu finalizou Sonnen com uma rápida sequência de ataques, encerrando o embate com um ‘heel hook’. Desde então, o veterano já havia expressado o desejo de enfrentá-lo novamente.

    Longe do MMA desde 2019, o americano voltou brevemente aos holofotes em 2023, ao protagonizar uma luta de exibição contra Anderson Silva no boxe — em um combate festivo, sem caráter competitivo. Agora, sinaliza um retorno ao grappling, disciplina presente em toda sua trajetória como atleta, diante de um desafio técnico dos mais exigentes.

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  • Lutadora do UFC retira implantes de silicone para descer de categoria de peso

    Lutadora do UFC retira implantes de silicone para descer de categoria de peso

    A lutadora Nicolle Caliari utilizou a ferramenta ‘stories’ do ‘Instagram’ para esclarecer os motivos que a levaram a remover as próteses de silicone dos seios. Em tom direto e sincero, a atleta destacou que a decisão não teve relação com saúde, mas sim com questões estéticas, de desempenho esportivo e adaptação ao estilo de vida atual.

    Ao comentar que já vinha enfrentando dificuldades para bater o peso de sua categoria, o peso-mosca (57 kg), Nicolle revelou que a retirada das próteses faz parte de um planejamento para descer de divisão no futuro, com o objetivo de competir no peso-palha (52 kg). A mudança, segundo ela, visa facilitar o corte de peso e melhorar seu rendimento competitivo.

    “Foi por todos esses motivos, menos por saúde, que estava tudo certo. Foi mais por estética e por causa dos treinos. Tudo o que eu puder fazer para facilitar esse processo, eu vou fazer — e a prótese era uma dessas opções”, explicou.

    Além da estratégia esportiva, a atleta também citou o desconforto físico durante os treinos e até na hora de dormir. Nicolle reforçou que a mudança foi, também, uma escolha pessoal, alinhada ao momento que vive atualmente.

    “Nos treinos também doía um pouco, e dependendo da posição para dormir de bruços, eu sentia um incômodo. Hoje, eu prefiro muito mais peito pequeno, acho muito mais bonito. Sentia que já não fazia mais parte de mim, não combinava mais com a vida que eu levo hoje”, contou.

    Situação delicada

    Fora dos holofotes, Nicolle vive também um momento delicado dentro do UFC. Nas duas únicas aparições que teve na organização até agora, acabou derrotada, e a pressão por uma vitória cresce. Agora, precisa de um bom resultado para seguir ativa no plantel e reconquistar seu espaço dentro do maior palco do MMA mundial.

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  • Brunno Hulk enfrenta Marvin Vettori no UFC 323, em dezembro

    Brunno Hulk enfrenta Marvin Vettori no UFC 323, em dezembro

    Em grande fase no Ultimate, o brasileiro Brunno Ferreira já possui novo compromisso marcado no octógono mais famoso do mundo. No próximo dia 6 de dezembro, ‘Hulk’ medirá forças com o italiano Marvin Vettori – ex-desafiante ao título e atual 14º colocado no ranking peso-médio (84 kg), no card do UFC 323, ainda sem sede anunciada oficialmente. A informação foi divulgada em primeira mão pelo site ‘Super Lutas’ e confirmada pelo próprio lutador curitibano, através do seu perfil oficial no ‘Instagram’.

    Caso supere o italiano, Brunno Hulk vai fechar uma temporada perfeita, com três vitórias consecutivas e, possivelmente, um lugar no ranking peso-médio do UFC. Nos dois triunfos anteriores em 2025, contra Armen Petrosyan e Jackson McVey, o lutador brasileiro – que inicialmente ficou conhecido por seu poder de nocaute – usou seu jogo de grappling para vencer os rivais por finalização.

    “É isso aí, galera. Chegou nosso momento. Anunciada a luta no UFC 323. E não poderia ser melhor, (contra) um adversário de nome, um cara de expressão, já lutou pelo título. Mas agora é o nosso momento, é a nossa vez. É a oportunidade de entrar com tudo e mostrar nosso valor, cada vez mais, dentro do UFC. Estamos juntos! Vamos para cima, rumo à vitória”, confirmou Brunno.

    Rival em má fase

    Do outro lado, Marvin Vettori vive seu pior momento da carreira e, certamente, um dos piores da sua vida, fruto da trágica perda do seu irmão, Patrick, neste ano. Dentro do octógono, o italiano perdeu quatro das cinco lutas mais recentes disputadas por ele no UFC, as três últimas de forma consecutiva – retrospecto que o fez cair para a 14ª colocação no ranking peso-médio da entidade.

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  • Diego Lopes recusa sugestão de aposta de Jean Silva: “Vai precisar do dinheiro”

    Diego Lopes recusa sugestão de aposta de Jean Silva: “Vai precisar do dinheiro”

    Confirmados como protagonistas do Noche UFC, que acontece em 13 de setembro, Diego Lopes e Jean Silva já começaram a esquentar o clima fora do octógono. Logo após o anúncio da luta principal, Jean resgatou uma postagem antiga do compatriota — em que ele revelava estar treinando wrestling em Oklahoma — e propôs uma aposta inusitada: “Aposto minha bolsa que você não me coloca para baixo. Vai, continua se enganando” (clique aqui ou veja a postagem abaixo)

    A resposta de Diego veio meses depois, durante entrevista ao portal ‘MMA Fighting’. De forma descontraída, o peso-pena (66 kg) reagiu à provocação com bom humor e evitou entrar em clima de rivalidade.

    “Eu nem tinha visto isso. Só estou vendo essa mensagem dois meses depois. Deixa ele com o dinheiro dele. Não quero que ele fique sem grana. Deixa ele com o dinheiro porque acho que ele vai precisar, né?”, comentou, aos risos.

    Apesar da provocação envolvendo o jogo de quedas, Lopes deixou claro que seu objetivo ao treinar nos Estados Unidos não era focado em derrubar adversários. A iniciativa foi em busca de evolução técnica de forma mais ampla.

    “Sempre que aprendo algo novo, gosto de começar do zero. Não curto adaptar diretamente ao meu esporte, sabe? Eu estava em uma academia com campeões mundiais, pan-americanos, atletas olímpicos… Isso muda completamente sua mentalidade. O que fiz ali, acima de tudo, foi entender de verdade o que é o wrestling. Meu foco era evoluir e melhorar minha defesa de quedas, porque ela não era boa — mas está melhorando. Contra o Volk, por exemplo, ele tentou 11 vezes e defendi 10,” explicou.

    Disputa no solo?

    Com cinco vitórias em sete lutas no Ultimate e um histórico reconhecido no jiu-jitsu, Diego demonstrou respeito pelo adversário, mesmo em meio as provocações. Apesar disso, demonstrou não acreditar que Jean vá buscar o jogo de chão durante o confronto.

    “Acho que ele não vai tentar me derrubar. Sem querer subestimar, mas duvido. Pode até tentar — e, se me colocar por baixo, tudo bem. Me viro. Mas vou ficar bem surpreso se ele tentar,” analisou.

    O duelo entre brasileiros será realizado em San Antonio, no Texas, e promete movimentar a categoria dos penas. Invicto na organização, Jean Silva soma cinco vitórias consecutivas por via rápida, incluindo uma finalização recente sobre Bryce Mitchell. Já Lopes tem como únicas derrotas os duelos contra Movsar Evloev e Alexander Volkanovski — este último em disputa de cinturão — e segue em alta com o público.

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  • Sean O’Malley confessa erro ao tentar repetir fórmula de McGregor: “Me perdi”

    Sean O’Malley confessa erro ao tentar repetir fórmula de McGregor: “Me perdi”

    Sean O’Malley abriu o jogo sobre uma fase conturbada de sua trajetória no MMA e fez uma autocrítica rara entre os principais nomes do UFC. Em entrevista recente ao podcast ‘Between Rounds’, o ex-campeão peso-galo (61 kg) revelou que, por um tempo, deixou de agir com autenticidade ao tentar seguir os passos de Conor McGregor — figura que sempre considerou uma grande inspiração.

    Conhecido pelo estilo irreverente e visual marcante, ‘Suga’ reconheceu que exagerou ao tentar incorporar o comportamento confiante e provocador que levou o irlandês ao estrelato. Segundo ele, esse esforço por moldar sua personalidade ao estilo de McGregor acabou prejudicando sua essência.

    “Sem dúvida, via o Conor como um modelo. A maneira como ele se apresentava nas lutas, a confiança para dizer o que ia acontecer — ‘vou nocautear esse cara no segundo round’. Aprendi muito com isso. Pensei: ‘Ok, posso ser confiante assim’. Mas acho que acabei me perdendo, de certa forma, querendo ser o Conor demais em vez de ser eu mesmo”, confessou.

    Treta forçada

    A referência ao duelo contra Merab Dvalishvili no UFC 306 é significativa. De acordo com O’Malley, foi justamente nesse evento que mais sentiu estar fabricando um clima de rivalidade que, na prática, não existia.

    “Aquela foi minha segunda defesa de título, e eu pensei: ‘Quero que isso seja grande’. Mas não parecia algo importante. Não sentia que o Merab fosse um nome de peso. Tive que forçar a situação. Foi na Sphere, e senti que precisava criar algo. E não gostei de como isso me fez sentir, porque eu não odiava o Merab. Eu adoraria tê-lo nocauteado… Mas sinto que tornei aquilo pessoal demais, e não gostei disso — embora tenha sido a única vez que realmente forcei algo”, explicou.

    O’Malley acabou derrotado por Dvalishvili e perdeu o cinturão. Na revanche, no UFC 316, voltou a ser superado. Após os resultados negativos, o lutador iniciou um processo de autorreflexão e fez ajustes significativos em sua rotina, como a remoção das redes sociais do celular para reduzir distrações. O objetivo, segundo ele, é reencontrar o equilíbrio entre o entretenimento — parte fundamental do esporte — e a fidelidade ao seu verdadeiro eu.

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  • Strickland surpreende ao defender filho de Rampage Jackson: “Reabilitação, não prisão”

    Strickland surpreende ao defender filho de Rampage Jackson: “Reabilitação, não prisão”

    O caso envolvendo Raja Jackson — filho do ex-lutador Quinton ‘Rampage’ Jackson — ganhou um novo capítulo com a inesperada defesa de Sean Strickland. O ex-campeão dos médios (84 kg) do UFC se manifestou contra a possibilidade de o jovem ser condenado à prisão após o ataque brutal que deixou o wrestler profissional Syko Stu (Stuart Smith) hospitalizado. Para Strickland, o foco deveria ser a reabilitação, não a punição.

    Por meio de publicações na rede social X (antigo Twitter), o atleta argumentou que o encarceramento deve ser “sempre o último recurso”. Ele relembrou sua própria trajetória, marcada por problemas com a Justiça aos 19 anos, quando foi acusado de duas agressões graves. Segundo relata, um acordo judicial evitou que ele seguisse por um caminho ainda mais violento (clique aqui ou veja a postagem abaixo).

    “Depois de seis anos em uma cela, saindo com nada e sendo doutrinado por gangues e violência, eu garanto que teria matado alguém”, escreveu. Strickland cumpriu 100 dias de detenção ou trabalho comunitário, participou de sessões de controle de raiva e indenizou a vítima.

    Vale ressaltar que ‘Tarzan’, como o lutador é conhecido, está suspenso por seis meses após um caso de agressão. O incidente ocorreu durante a realização do ‘Tuff-N-Uff 145’, em junho. Presente no evento para servir como corner de Miles Hunsinger, seu companheiro de time na ‘XTreme Couture’, Sean Strickland perdeu a cabeça após a derrota do colega para Luis Hernandez, por finalização. Provocado pelo vencedor do combate com palavras e gestos obscenos, o polêmico atleta invadiu o cage e partiu para cima de Hernandez, chegando a acerta-lo com um par de socos antes de ser contido.

    Críticas

    Apesar do tom reflexivo, a posição do lutador foi alvo de críticas nas redes sociais — principalmente em razão do seu histórico de comportamentos agressivos, mesmo após a primeira condenação. Atualmente, ele está suspenso por invadir o cage em um evento de MMA e agredir outro atleta. Ainda assim, o ex-campeão defende que o sistema prisional, da forma como opera hoje, apenas contribui para a criação de novas vítimas.

    “Não se trata da pessoa que vai para a prisão. Trata-se de quem ela se torna quando sai de lá”, argumentou. Na visão dele, estratégias como suporte psicológico, compensação às vítimas e reintegração social seriam mais eficientes do que a simples reclusão.

    Raja, que possui um cartel invicto como amador (4-0) e uma derrota como profissional (0-1), está sendo investigado pelo Departamento de Polícia de Los Angeles. A agressão contra Stuart Smith ainda está sob apuração. A família do lutador agredido informou que ele está consciente e se recuperando.

    Leia a publicação na íntegra:

    “O filho do Jackson não deveria ir para a cadeia. Prisão deve sempre ser o último recurso.

    Fui preso aos 19 por duas acusações de Lesão Corporal Grave. Teria passado de 5 a 6 anos preso se dependesse do promotor.

    Depois de 6 anos numa cela, saindo sem nada, doutrinado por gangues e violência, garanto que teria matado alguém. Um cara me contou como pegou uma acusação de assassinato, e lembro de ter ficado impressionado com ele. Esse teria sido meu futuro.

    Em vez disso, aceitei um acordo e peguei 100 dias de prisão ou trabalho comunitário. Fiz muita terapia de controle de raiva e paguei uma quantia razoável de indenização à vítima. Depois de dois anos miseráveis de processo.

    Felizmente, um advogado pegou meu caso de graça porque eu não tinha um centavo. O ponto é que não se trata da pessoa que vai para a prisão. Trata-se de quem ela se torna quando sai da prisão, e acredito que se eu não tivesse tido essa oportunidade, estaria morto hoje — e provavelmente teria tirado a vida de outra pessoa também.

    Minha opinião… reabilitação antes de prisão sempre”.

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