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  • Adesanya aposta em vitória de Caio Borralho contra Imavov no UFC Paris

    Adesanya aposta em vitória de Caio Borralho contra Imavov no UFC Paris

    Neste sábado (6), Nassourdine Imavov e Caio Borralho medem forças na luta principal do UFC Paris. Por se tratar de um duelo crucial para o futuro da categoria dos pesos-médios (84 kg), a disputa é bastante repercutida não somente por fãs, mas por atletas de renome da empresa. Um exemplo recente foi o de Israel Adesanya. Ex-campeão da divisão e atual número 4 do ranking, o nigeriano analisou o confronto e apostou suas fichas na vitória do brasileiro diante do ‘atleta da casa’.

    O palpite de ‘Izzy’ surpreende, já que Imavov foi justamente seu último algoz no octógono do UFC. Em fevereiro desta temporada, o russo naturalizado francês conquistou a maior vitória de sua carreira ao nocautear Adesanya. Apesar de já ter sentido na pele o potencial de Nassourdine, o ex-campeão afirmou, em uma análise em seu próprio canal no Youtube, que a tendência, em seu entendimento, é que Caio Borralho leve vantagem no confronto sediado em Paris.

    Vou apostar no Caio nessa luta, e vou de (vitória via) decisão. Na trocação, eu dou vantagem para o Caio. Gosto da forma que ele ataca, que ele se posiciona como canhoto, está sempre com o pé no lugar certo. Ele também tem boas fintas. Já o Imavov tem um ótimo timing sobre quando atacar. Eles vão lutar na França também, então há uma vantagem de ‘jogar em casa’. Não sei como isso vai afetar o Nassourdine. É uma luta bem equilibrada. Mas acho que vai ser vencida pelo Caio”, opinou Israel.

    Quarteto na briga

    Enquanto Chimaev segue invicto no MMA profissional e à espera de seu próximo oponente, quatro atletas do peso-médio batalham para serem contemplados desafiantes ao título na próxima rodada. Além de Imavov e Borralho, que duelam neste sábado no UFC Paris, Reinier de Ridder e Anthony Hernandez também despontam com força para desafiar o reinado do ‘Lobo’. 

    No dia 18 de outubro, Reinier de Ridder e Hernandez lideram o UFC Vancouver, também como ‘main event’, assim como Borralho vs Imavov no UFC Paris. Atento ao cenário, Dana White já indicou que a vaga de próximo desafiante ao cinturão sairá de um desses confrontos – a depender de quem melhor vencer e convencer.

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  • Pai de Tom Aspinall revela desejo de ver o filho no boxe: “O dinheiro está lá”

    Pai de Tom Aspinall revela desejo de ver o filho no boxe: “O dinheiro está lá”

    Campeão absoluto dos pesos-pesados do UFC, Tom Aspinall pode, em breve, explorar oportunidades fora do octógono — ao menos se depender da vontade de seu pai, Andy Aspinall. Em recente aparição no canal do ‘Youtube’ do próprio lutador, Andy revelou que gostaria de vê-lo em uma superluta de boxe, principalmente pelos altos valores que a modalidade oferece em comparação com o MMA.

    O britânico tem sua próxima defesa de cinturão marcada para o dia 25 de outubro, no UFC 321, onde enfrentará o francês Ciryl Gane, em Abu Dhabi. Será a primeira vez que Aspinall entra no cage como campeão linear da divisão, após a aposentadoria de Jon Jones, oficializada em junho deste ano.

    Segundo Andy, caso o filho supere Gane, o ideal seria mantê-lo ativo com mais uma luta já em janeiro. Ainda assim, ele não descarta uma transição pontual para os ringues, caso surja uma proposta financeiramente vantajosa.

    “Gostaria que ele fizesse o ‘main event’ de um card na Inglaterra, se ele quiser fazer isso novamente. Depois disso, é ver o que ele quer fazer. Se não estiver tão preocupado com dinheiro, eu adoraria vê-lo em uma luta de boxe muito bem paga. O dinheiro está lá, e não vejo por que alguém tão talentoso quanto o Tom não deveria pegar uma fatia disso”, afirmou.

    Grana alta

    A principal crítica de Andy recai sobre a disparidade salarial entre os atletas de elite do UFC e os grandes nomes do boxe. Para ele, competidores do mais alto nível — como seu filho — deveriam ser recompensados à altura do risco e da performance que entregam.

    “Os boxeadores estão ganhando cem vezes mais. O UFC não paga esse tipo de dinheiro. Se pagasse, ótimo, ele ficaria e ganharia ali mesmo. Mas esses 1% que são realmente muito bons deveriam ser bem remunerados”, completou.

    Aos 32 anos, Aspinall é apontado como um dos pesos-pesados mais completos da atualidade, combinando velocidade, técnica refinada e poder de nocaute. Dono de um cartel quase impecável na organização, com oito vitórias e apenas uma derrota, o inglês vive uma nova fase na carreira — como campeão linear — e, ao que tudo indica, com portas abertas para explorar novos caminhos no mundo das lutas.

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  • Ex-campeão, Robert Whittaker admite chance remota de título no UFC: “Sonho impossível”

    Ex-campeão, Robert Whittaker admite chance remota de título no UFC: “Sonho impossível”

    Após ser superado na luta principal do UFC Abu Dhabi, Robert Whitaker deixou claro que aquela derrota “não era o fim”, afastando rumores de uma possível aposentadoria dos esportes de combate. Mas, se por um lado, o revés contra Reinier de Ridder não selou o fim de sua carreira como profissional, por outro, pode, sim, ter colocado um ponto final em suas aspirações de título na principal liga de MMA do mundo. E quem afirma isso é o próprio ex-campeão peso-médio (84 kg) do Ultimate.

    Em recente entrevista ao canal ‘Submission Radio’, Whittaker ‘ativou o modo sincerão’ e classificou suas atuais aspirações pelo cinturão do UFC como “um sonho impossível”. Aos 34 anos e vindo de duas derrotas, o australiano acabou perdendo espaço no top 5 da categoria, figurando atualmente na oitava colocação. Ciente de que teria que emplacar uma longa sequência de triunfos para, quem sabe, vislumbrar outro ‘title shot’, Robert parece já ajustar suas próprias expectativas.

    O cinturão é como um sonho impossível nesse momento. Depois de perder para o ‘RDR’, é outra derrota, e isso me afasta muito mais do título do que eu gostaria. Agora, minha trajetória meio que mudou. Tenho mais algumas lutas (restantes). Quero aproveitar a jornada, aproveitar as lutas. Quero que minha família faça parte disso. Não estou fechando totalmente as portas (para um title shot), mas compreendo o trabalho que tenho pela frente”, admitiu o australiano.

    Pior fase nos últimos anos

    Com a derrota por decisão dividida dos juízes para Reinier de Ridder, no UFC Abu Dhabi, em julho, Robert Whittaker chegou ao segundo revés consecutivo – sua pior marca em mais de dez anos. A última – e até então única – vez que o australiano havia sofrido duas derrotas consecutivas foi em 2014, com tropeços diante de Court McGee e Stephen Thompson, quando ainda competia na categoria dos meio-médios (77 kg).

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  • Chama! Bordão de Alex Poatan vira nome de novo álbum de banda de rock

    Chama! Bordão de Alex Poatan vira nome de novo álbum de banda de rock

    Mesmo sem ostentar um cinturão do UFC neste momento, Alex Pereira continua com prestígio em alta. Prova disso é que o lutador paulista – um dos principais astros dos esportes de combate – segue sendo requisitado e homenageado mundo afora, inclusive fora do ambiente esportivo – como fez o grupo de rock ‘Soulfly’, do músico brasileiro radicado nos Estados Unidos Max Cavalera, que também foi um dos fundadores do ‘Sepultura’, uma das bandas tupiniquins de maior destaque internacional no cenário musical.

    No último dia 29 de agosto, o Soulfly lançou o primeiro ‘single’ do mais novo álbum da banda, batizado de ‘Chama’. O título escolhido para nomear o 13º disco da banda criada em 1997, por Cavalera, após sua saída do Sepultura, foi inspirado no bordão criado e popularizado pelo ex-campeão peso-médio (84 kg) e meio-pesado (93 kg) do UFC, o brasileiro Alex Poatan, como o próprio líder da banda confirmou.

    “Chama é a palavra brasileira para fogo (chama). Ela também significa ‘chamar’. Respeito ao Alex Pereira por usar Itsári nas suas entradas no UFC. Chama foi inspirado pela energia desse momento. Esse álbum é o som do fogo do Soulfly! Mal posso esperar para tocar esses sons ao vivo para a Tribo! Chama!”, comentou Max Cavalera, em comunicado oficial.

    ‘Parceria’ antiga

    Esta não é a primeira vez que os caminhos de Max Cavalera e Alex Pereira se cruzam. Afinal de contas, o músico é um dos responsáveis por compor a canção que embala as emblemáticas caminhadas de ‘Poatan’ rumo ao octógono antes de suas lutas no UFC. A música, chamada ‘Itsári’, foi lançada em 1996, no álbum ‘Roots, do grupo brasileiro de heavy metal ‘Sepultura’, do qual Max Cavalera fazia parte, como vocalista e guitarrista.


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  • Rampage Jackson se revolta com ameaças após ataque brutal de seu filho

    Rampage Jackson se revolta com ameaças após ataque brutal de seu filho

    Após a polêmica envolvendo Raja Jackson — filho do ex-campeão do UFC Quinton ‘Rampage’ Jackson — que agrediu violentamente o lutador Stuart Smith, conhecido como ‘Syko Stu’, durante um evento de telecatch na Califórnia, o veterano do MMA se pronunciou nesta segunda-feira (01) nas redes sociais. Ele criticou duramente as ameaças que sua família vem recebendo desde o ocorrido.

    Um comentário feito por um internauta — “A polícia não vai pegá-lo, então é hora da justiça da rua” — teria motivado Rampage a se manifestar novamente (clique aqui). Em um desabafo extenso, o ex-lutador revelou que sua família tem sido alvo de ameaças com teor racista. Ele também negou que o filho tenha invadido o ringue sem autorização, como foi amplamente especulado.

    “Minha família e eu estamos recebendo ameaças racistas por causa de toda a desinformação que está sendo postada para criadores de conteúdo ganharem dinheiro com visualizações”, declarou.

    Rampage reconheceu que o filho extrapolou na reação e disse estar decepcionado com sua postura. Ainda assim, ressaltou que os acontecimentos vêm sendo distorcidos na internet e que a agressão teria sido precedida por um episódio nos bastidores. Segundo ele, Stu, supostamente embriagado, atingiu Raja na cabeça com uma lata de cerveja real durante uma transmissão ao vivo — um dia após o jovem ter sofrido uma concussão em treino de MMA.

    “Se o Syko Stu não estivesse bêbado e não tivesse acertado meu filho na cabeça com uma (lata de cerveja de verdade) enquanto ele fazia uma live na própria transmissão, então a Knox (‘KnokX Pro Wrestling’, empresa que promovia o evento de telecatch na ocasião) não teria sentido que precisava resolver isso deixando o Raja ter a ‘vingança’ dele no ringue. Se meu filho simplesmente tivesse ido à polícia, o evento inteiro poderia ter sido cancelado e ele poderia ter processado. Mas não, meu filho não é tão inteligente quanto eu gostaria que fosse”, lamentou.

    O ex-campeão do UFC encerrou a publicação com um apelo por responsabilidade nas redes sociais e demonstrou preocupação com o teor violento de algumas mensagens recebidas. Ele também afirmou que possui testemunhas sobre a conduta de Syko Stu nos bastidores, sugerindo que esse tipo de comportamento não seria inédito.

    Leia na íntegra:

    “Isso foi longe demais, estou cansado de ficar quieto e deixar todas essas pessoas de QI baixo caírem em clickbait! Sim, meu filho passou dos limites, e estou puto com ele por ter sido um m*** e pela forma como lidou com isso! Mas se o Syko Stu não estivesse bêbado e não tivesse acertado meu filho na cabeça com uma (lata de cerveja de verdade) enquanto ele fazia uma live na própria transmissão, então o Knox não teria sentido que precisava resolver isso deixando o Raja ter a ‘vingança’ dele no ringue!

    Se meu filho tivesse simplesmente ido à polícia quando aconteceu o incidente da lata de cerveja, todo o evento poderia ter sido cancelado e ele poderia ter processado! Mas não, meu filho não é tão inteligente quanto eu gostaria que ele fosse! Agora minha família e eu estamos recebendo ameaças racistas por causa de toda a desinformação que está sendo postada para criadores de conteúdo ganharem dinheiro com visualizações! As pessoas realmente acham que meu filho simplesmente invadiu o ringue na frente de uma plateia ao vivo e pegou o Syko Stu sem permissão para estar ali! Povo, pensem um pouco! Foi encenado! Mas o Raja passou dos limites!

    Ele só apertou a mão do Stu e aceitou o pedido de desculpas bêbado dele porque disseram que ele poderia entrar na história! Disseram a ele que ele poderia ‘acabar com ele’, tenho testemunhas que dizem que não foi a primeira vez que o Syko Stu fez merda por estar bêbado nos bastidores com um fã! Agora estão dizendo que meu filho atacou um veterano militar inocente com Transtorno de Estresse Pós-Traumático, como se ele soubesse tudo sobre o cara que veio por trás dele, bateu nele e depois pediu pra ele ‘vender a cena’!

    Tenho outros filhos para proteger, e não aceito ameaças de boa. Não tenho medo de prisão nem de morrer pelos meus filhos! E me xingar não vai afetar meus sentimentos! Meu filho deve sim enfrentar as consequências por ter passado do ponto, ele sabe que errou! É por isso que não me contou nada sobre o enredo. Mas o Syko Stu tem sorte de eu não estar lá quando ele bateu na cabeça do meu filho com uma lata de cerveja, um dia depois de ele ter sofrido uma concussão num treino de sparring! Eu não teria me importado se um monte de lutadores profissionais viessem pra cima de mim… Eu sou pai antes de tudo.

    Jogue jogos idiotas e ganhe prêmios idiotas. Que todos aprendam a lição: mantenham suas malditas mãos longe dos outros. Se você é pago pra fazer luta de mentirinha, não desrespeite quem faz isso de verdade! Agora eu mesmo entrei nessa m***! Me chama na DM agora!”

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  • UFC marca Brandon Royval vs Manel Kape para liderar último card do ano

    UFC marca Brandon Royval vs Manel Kape para liderar último card do ano

    Pela terceira vez nesta temporada, o UFC vai tentar promover o duelo entre Brandon Royval e Manel Kape, dois dos principais atletas do peso-mosca (57 kg) da organização. Depois de duas tentativas frustradas, em março e junho, os rivais de divisão estão novamente escalados para se enfrentarem, na luta principal do último card do Ultimate no ano, que acontece no dia 13 de dezembro, a princípio em Las Vegas (EUA).

    O local do evento, por sinal, parece não ter agradado um dos envolvidos. Ao utilizar seu ‘Instagram’ para confirmar a luta contra Kape no dia 13 de dezembro, Royval sugeriu que o show ‘Fight Night’ do UFC fosse transferido do ‘Apex’, em Las Vegas, para Denver (EUA), sua cidade natal. Antes de ser ratificada pelo lutador americano, a notícia sobre o confronto entre os tops do peso-mosca havia sido divulgada em primeira mão pelo perfil do jornalista ‘Marcel Dorff’ nas redes sociais.

    “Main event. F***-se o Apex, vamos fazer isso em Denver”, sugeriu Royval (veja abaixo ou clique aqui).

    Tentativas frustradas

    As duas tentativas anteriores foram frustradas por conta de problemas de saúde com ambos os lutadores. Em março, na primeira vez em que estavam escalados para se enfrentarem, Brandon Royval precisou desistir da disputa pelo excesso de concussões recentes sofridas. Já em junho, foi a vez de Manel Kape se retirar do combate, devido a uma fratura no pé.


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  • Covington define Gilbert Durinho e Paddy Pimblett como alvos preferenciais no UFC

    Covington define Gilbert Durinho e Paddy Pimblett como alvos preferenciais no UFC

    Sem lutar desde dezembro do ano passado, Colby Covington está disposto a voltar ao octógono mais famoso do mundo em breve. E, ao que parece, o polêmico lutador americano já definiu seus alvos preferenciais para seu próximo compromisso no UFC – um deles, inclusive, é um experiente representante do ‘Esquadrão Brasileiro’.

    Em recente entrevista ao canal ‘Helen Yee Sports’, do ‘Youtube’, Covington citou Paddy Pimblett e Gilbert ‘Durinho’ Burns como potenciais adversários que ele gostaria de enfrentar na sequência. O inglês, no entanto, teria que subir de categoria para que este hipotético duelo saísse do papel, já que atualmente faz parte do plantel de lutadores do peso-leve (70 kg), uma divisão abaixo da qual Colby compete.

    “A luta do Paddy Pimblett é super interessante para mim. Em Miami, ele estava falando m***, falando demais nos bastidores. Tipo, eu não estava nem olhando ou conversando com ele, e ele quer começar alguma m***. Ele estava falando em uma entrevista que o médico dele disse que ele teve falência hepática por cortar até 70 (kg). Cara, suba uma categoria de peso. Venha para o 77. Por que você está sendo um bully de peso, Paddy? Você é um vagabundo, um personagem. Seu sotaque inglês e corte de tigela no cabelo são as únicas razões pelas quais as pessoas te conhecem. Então, vamos fazer isso, Paddy. Se eu não conseguir o Paddy, talvez Gilbert Burns”, citou Colby.

    Má fase

    O momento vivido por Colby não é dos mais favoráveis – muito pelo contrário. Depois de anos competindo na elite da divisão dos meio-médios – categoria na qual chegou a ser campeão interino, em 2018 – o ‘bad boy’ americano teve uma visível queda de rendimento que também refletiu nos resultados. Nas última quatro lutas, por exemplo, Covington sofreu três derrotas e venceu apenas um combate, diante do seu ex-amigo e desafeto Jorge Masvidal, em março de 2022.

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  • Fim do jejum! Ex-UFC, Tony Ferguson celebra vitória no boxe: “Não tenho mais pressão”

    Fim do jejum! Ex-UFC, Tony Ferguson celebra vitória no boxe: “Não tenho mais pressão”

    Ex-campeão interino do UFC, Tony Ferguson foi, no auge, um dos lutadores mais temidos e populares da principal liga de MMA do mundo. De uns tempos para cá, porém, citar o nome de ‘El Cucuy’ era sinônimo de relembrar a péssima fase que o veterano passava na carreira. O incômodo jejum de vitórias, que já durava mais de seis anos, foi encerrado com louvor no evento de boxe ‘Misfits Boxing 22’, realizado no último sábado (30), em Manchester (ING).

    Em ação no ‘co-main event’ da noite, o ex-lutador do UFC fez sua estreia nos ringues de boxe. E em sua primeira experiência na nova modalidade, Ferguson desbancou o influencer ‘Salt Papi’ via nocaute técnico no terceiro assalto. Aos 41 anos, ‘El Cucuy’ voltou a ter o braço erguido na carreira e, após o longo jejum, desabafou pós-luta, em conversa com a imprensa local.

    Não chorei. Foi só alegria. Aproveitei o momento por uma fração de segundo. Porque estamos falando de anos de infelicidade. Não por conta das derrotas, mas por não estar feliz. Isso era algo que sempre quis fazer: calçar as luvas de boxe. Essa noite foi o exemplo perfeito disso e me livrei desse nervosismo e conquistei essa primeira vitória. Precisava de uma vitória para voltar para onde precisava estar, que é o ‘modo matador’. Isso me trouxe confiança e agora sou capaz de compreender quem sou. Não tenho mais pressão sobre mim. Deixei tudo no ringue”, destacou Tony, de acordo com o canal ‘Seconds Out’.

    Relembre a sequência de derrotas

    Em junho de 2019, Ferguson venceu Donald ‘Cowboy’ Cerrone no que viria a ser seu último triunfo na empresa. Desde então, o veterano emplacou incríveis oito derrotas consecutivas – estabelecendo um recorde negativo na história da companhia. Mesmo popular junto aos fãs, Tony não resistiu à sequência e acabou dispensado pelo UFC.

    Para além dos resultados adversos, Ferguson também não competia como outrora – sobretudo nas rodadas finais de sua passagem pelo Ultimate. No período turbulento, o americano foi derrotado pelos seguintes algozes: Justin Gaethje, Charles ‘Do Bronx’, Michael Chandler, Beneil Dariush, Nate Diaz, King Green, Paddy Pimblett e, por último, Michael Chiesa. Agora, em nova modalidade, Tony enfim retomou à coluna das vitórias.

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  • Invicta no UFC, Natália Silva recusa luta antes de disputa pelo cinturão: “Não faz sentido”

    Invicta no UFC, Natália Silva recusa luta antes de disputa pelo cinturão: “Não faz sentido”

    Número 1 do ranking peso-mosca (57 kg) do UFC, Natália Silva deixou claro que não pretende voltar ao octógono antes de disputar o cinturão da categoria. Em entrevista exclusiva à Ag Fight, a brasileira reafirmou sua posição como próxima da fila e garantiu estar pronta para esperar a oportunidade certa, sem pressa e sem ceder à pressão externa.

    Invicta em sete apresentações desde sua estreia na organização, a mineira vem em ascensão meteórica no Ultimate e já se consolidou como principal desafiante da divisão. Sua última vitória aconteceu em maio deste ano, sobre Alexa Grasso, e desde então ela mantém uma rotina intensa de treinamentos enquanto aguarda uma definição. O título estará em disputa no dia 15 de novembro, quando Valentina Shevchenko e Weili Zhang se enfrentam em superluta válida pelo UFC 322.

    “Eu vou esperar o momento de disputar o título. Sou a número 1 da categoria, sou a próxima desafiante e não faz sentido fazer outra luta antes disso. Por que eu lutaria de novo agora?”, declarou.

    Em forma

    A mineira também rebateu as críticas sobre o possível impacto da inatividade. Segundo ela, o ritmo competitivo é mantido nos treinamentos, com sessões intensas de sparring e disciplina diária.

    “Treino com intensidade mesmo sem luta marcada. Faço três treinos por dia e me coloco no clima de combate durante os sparrings, com música de entrada e tudo. Não preciso subir no octógono só para me manter ativa”, explicou.

    “Me mantenho preparada treinando. Faço sparrings com frequência e, para mim, eles funcionam como uma luta real. Toda vez que vou para o sparring, me imagino lutando — entro no clima, coloco a música de entrada, sinto o momento. Então, sinceramente, não vejo necessidade de fazer mais uma luta só por atividade. Eu já me mantenho pronta”, completou

    A lutadora também relembrou que, antes de estrear no UFC, chegou a ficar três anos afastada das competições — e mesmo assim voltou em alto nível. Com confiança e paciência, ela agora aguarda o próximo passo: a tão esperada chance de disputar o título.

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  • Treinador revela possível data para retorno de Amanda Nunes

    Treinador revela possível data para retorno de Amanda Nunes

    Após surpreender os fãs de MMA ao anunciar sua saída da aposentadoria, Amanda Nunes já tem uma data em mente para voltar ao octógono: dezembro deste ano. A informação foi revelada por seu treinador, Din Thomas, em entrevista ao canal ‘UFC Unfiltered’.

    Segundo ele, a ex-campeã peso-galo (61 kg) e peso-pena (66 kg) do UFC está montando uma nova equipe. A ‘Leoa’ já retomou os treinamentos, com foco total no confronto contra a atual detentora do cinturão até 61 kg, Kayla Harrison.

    Estamos nos preparando agora e ela está mirando dezembro. Está saudável, sem lesões, e neste momento estamos organizando sua rotina, o camp e a preparação, para que ela possa chegar pronta à luta — se acontecer em dezembro. Sem lesões. O mais forte e limpa possível…”, explicou o técnico.

    Empolgação

    A adversária escolhida para marcar o retorno de Nunes é uma velha conhecida: Kayla Harrison, atual campeã da categoria e ex-companheira de equipe na ‘American Top Team’. As duas protagonizaram uma encarada tensa após a vitória da americana sobre Julianna Peña no UFC 316, em junho. Segundo Din Thomas, o reencontro tem servido como combustível para a brasileira.

    “Amanda disse isso ontem: ‘Eu sei o quanto [Harrison] é forte… Eu senti isso, e ela é realmente forte. E eu sei do que ela é capaz, mas isso me empolga’. O fato de conhecer o potencial da Kayla a motiva ainda mais — e ela sempre rende melhor quando está assim, animada”, completou.

    O histórico entre ambas também adiciona um ingrediente pessoal à rivalidade. A baiana deixou a ATT em 2022, alegando desconforto com a presença da rival na academia. Agora, o aguardado duelo entre as ex-colegas promete ser uma das superlutas mais emblemáticas da história recente do MMA feminino.

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