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Dana exalta histórico de Dominick Cruz para justificar luta de título contra Cejudo

Dana White defendeu entrada de Dominick Cruz no UFC 249 – Rigel Salazar

Apesar de não lutar desde 2016, Dominick Cruz teve um grande incentivo para retornar ao Ultimate em grande estilo. O americano foi confirmado como adversário de Henry Cejudo, pelo cinturão do peso-galo (61 kg), no UFC 249, dia 9 de maio, na Flórida. O lutador entrou no lugar de José Aldo, que por problemas com visto americano e a pandemia de coronavírus, não vai conseguir sair do Brasil para ir para os Estados Unidos.

Questionado se Cruz merecia essa disputa de título logo em sua volta, o presidente da organização, Dana White, foi só elogios ao ex-campeão da divisão. Embora o americano tenha perdido sua última apresentação para Cody Garbrandt, o cartola destacou os feitos que ele fez na franquia e suas infelizes relações com as seguintes lesões.

“Ele ainda é um dos melhores do mundo. Ele é um dos melhores do mundo. Esse cara que foi incrivelmente atormentado por lesões ao longo de sua carreira. Mas ele ainda é considerado um dos melhores do mundo”, afirmou o mandatário, em entrevista à ‘ESPN’ americana.

Além de exaltar Cruz, Dana também não deixou de mencionar a gana de Henry Cejudo para encarar os principais nomes da história do Ultimate. O dirigente elogiou a postura do atual campeão e o vê com um ânimo extra dele ter a oportunidade de superar mais um ex-campeão. O americano já derrotou Demetrious Johnson e TJ Dillashaw, que reinaram nas categorias peso-mosca (57 kg) e e peso-galo, respectivamente.

“Para um cara como Henry Cejudo, que está disposto a enfrentar os melhores, como José Aldo, o Dominick Cruz é esse tipo de cara para o seu currículo”, explicou Dana.

Dominick estreou no UFC em 2011 e só foi derrotado em 2016, após uma sequência de cinco vitórias. Em 2010, o peso-galo era o campeão do WEC – evento incorporado pelo Ultimate – e, por isso, é considerado o primeiro dono desse cinturão na entidade presidida por Dana White. Em janeiro de 2016, o americano tirou o título de T.J. Dillashaw e conseguiu defendê-lo mais uma vez antes de perder seu posto para Garbrandt.

Já o ex-campeão peso-mosca (57 kg), Henry Cejudo conquistou o cinturão dos galos em junho de 2019, ao superar Marlon Moraes por nocaute técnico no UFC 238. Afastado dos octógonos desde então, por ter passado por uma cirurgia no ombro, o americano abdicou de seu título até 57 kg para focar sua carreira na categoria de cima.

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