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‘Bulldoguinho’ defende criação de personagens entre pesos-moscas do UFC: “É entretenimento”

Bruno ‘Bulldoguinho’ celebrou a permanência dos moscas no UFC – Carlos Antunes

Aos 29 anos e pronto para fazer sua segunda luta no UFC, Bruno Silva, o ‘Bulldoguinho’ parece ter aprendido uma importante lição em sua estreia no evento. Finalizado no segundo round, o atleta se apresentava em uma categoria acima da sua, cenário este que não deve se repetir tão cedo no que depender do paulista.

Peso-mosca (57 kg) de origem, Bruno assinou com o UFC em um momento em que a chance de permanência de sua divisão no plantel da organização era quase nula, fato que garantiu sua migração momentânea para os galos (61 kg).Visivelmente mais fraco que o seu adversário na estreia, Bulldoguinho celebrou a retomada de sua divisão e, de olho na sua continuidade, mandou um recado aos demais “pequenos” do evento.

“Os moscas têm que falar, fazer algo difrefente. Todo mundo vai sair na porrada, já que vai lutar mesmo, que faça diferente. Não to falando para falar m***, mas de se encarar, fazer um personagem. Aqui é entretenimento, não é só lutar”, declarou durante entrevista esclusiva com a reportagem da Ag. Fight, em Brasília.

“O público que ver algo diferente”, analisou, subindo o tom durante a conversa. “Eles querem alguém que monte um personaeem. Não é só a luta. Os msocas têm que chamar a atenção, fazer a categoria voltar forte e mudar a visão do mundo de que ninguém quer ver os pequenos. Os pequenos são sinistros, estamos aí, eu vou provar (risos)”.

Sem revelar alguma possível promoção que possa fazer de sua luta, marcada para este sábado (7) na capital federal, Bruno não direcionou, ao menos por enquanto, nenhum trash talk para seu oponente David Dvorak, lutador que fará sua estreia na organização após acumular 13 triunfos seguidos em eventos locais na República Tcheca.

“É um moleque duro, rodado, tem 17 vitórias. Mas aqui é outra coisa. Ele estava lutando na República Tcheca, acho que o MMA não é tão evoluído lá. Estamos em um nível acima aqui, e ele vai sentir a pegada. Vai sentir a diferença da viagem, como eu senti ao ir para a Austrália. Ele vai sentir a pressão”, finalizou.

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