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Ronda Rousey participa da coletiva da MVP/Netflix
Em triunfo que durou apenas 15 segundos, a judoca americana recebeu mais de R$ 11 milhões - Sarah Stier/Netflix

MMA

Ronda Rousey embolsa mais de R$ 11 milhões por retorno ao MMA na Netflix

Uma das pioneiras e maiores estrelas que o MMA feminino já produziu, Ronda Rousey voltou a competir profissionalmente no último sábado (16), após quase uma década de inatividade. E foi bem paga para isso. Liderando o card de estreia da Netflix na modalidade, em Los Angeles (EUA), a ex-campeã do UFC embolsou um salário de 2,2 milhões de dólares (R$ 11,1 milhões) para enfrentar a também veterana Gina Carano na luta principal do show.

A lista dos pagamentos foi obtida pelo site ‘MMA Junkie’ através de contato com a Comissão Atlética do Estado da Califórnia, órgão que regulou o evento de estreia da Netflix, promovido em parceria com a ‘MVP’. A adversária de Ronda, Gina Carano, recebeu uma bolsa de 1,05 milhão de dólares (R$ 5,3 milhões). O segundo atleta mais bem pago do card foi o ex-campeão do UFC Francis Ngannou, que embolsou 1,5 milhão de dólares (R$ 7,6 milhões).

Quase 1 milhão por segundo

O pagamento digno de uma estrela do calibre de Ronda fica ainda mais impressionante se considerado o tempo que a judoca precisou para vencer sua luta: via finalização em apenas 15 segundos. Sendo assim, a ex-campeã do UFC embolsou incríveis 146 mil dólares por segundo que permaneceu no cage para enfrentar a veterana Gina Carano. Em valores já convertidos para o real, Rousey chegou próximo de ganhar R$ 1 milhão por segundo, com uma média de R$ 742 mil a cada avanço mínimo do ponteiro do relógio.

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Quanto os brasileiros ganharam?

Como não poderia deixar de ser, o Esquadrão Brasileiro também se fez presente no card de estreia da Netflix no MMA profissional. E dos quatro representantes, quem recebeu um maior salário foi Philipe Lins, que embolsou R$ 506 mil para enfrentar o gigante camaronês Francis Ngannou. Em seguida, vieram o ex-campeão do UFC Junior Cigano e o ex-campeão do ONE Adriano Moraes, que receberam a mesma quantia: R$ 404. Por fim, Aline Pereira, irmã de Alex Poatan, embolsou o salário base do evento: R$ 202 mil.

Netflix vs UFC

Jake Paul, um dos fundadores da MVP, e Ronda Rousey, estrela que liderou o evento da promotora, em parceria com a Netflix, recentemente criticaram a política salarial do UFC. O pagamento base da liga presidida por Dana White é de 12 mil dólares – e mais 12 em caso de vitória. Talvez em uma resposta aos valores mínimos do Ultimate, a Netflix estabeleceu em 40 mil dólares o valor mínimo a ser recebido por um lutador que competiu no último sábado.

Confira abaixo todos os salários do evento já convertidos para real:

Ronda Rousey: R$ 11,1 milhões

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Gina Carano: R$ 5,3 milhões

Nate DIaz: R$ 2,5 milhões

Mike Perry: R$ 2 milhões

Francis Ngannou: R$ 7,6 milhões

Philipe Lins: R$ 506 mil

Salahdine Parnasse: R$ 354 mil

Kenneth Cross: R$ 253 mil

Junior Dos Santos: R$ 404 mil

Robelis Despaigne: R$ 253 mil

Namo Fazil: R$ 202 mil

Jake Babian: R$ 202 mil

Adriano Moraes: R$ 404 mil

Phumi Nkuta: R$ 303 mil

Jason Jackson: R$ 556 mil

Jeff Creighton: R$ 253 mil

David Mgoyan: R$ 253 mil

Albert Morales: R$ 202 mil

Aline Pereira: R$ 202 mil

Jade Masson-Wong: R$ 202 mil

Chris Avila: R$ 253 mil

Brandon Jenkins: R$ 202 mil

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Natural do Rio de Janeiro, Gaspar Bruno da Silveira estuda jornalismo na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Fascinado por esportes e com experiência prévia na área do futebol, começou a tomar gosto pelo MMA no final dos anos 2000.

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