A longa espera finalmente acabou. Depois de ser lançada no final do ano passado, a Global Fight League já tem data e local para fazer sua estreia no cenário mundial de eventos de MMA. Nesta segunda-feira (31), a ‘GFL’ anunciou oficialmente os detalhes sobre os dois primeiros shows a serem promovidos pela liga.
Através das suas redes sociais (veja abaixo ou clique aqui), a companhia confirmou que seu evento de inauguração vai ser realizado no dia 24 de maio, no ‘Shrine Auditorium’, em Los Angeles (EUA). O segundo show na história da GFL acontece logo no dia seguinte, no mesmo local. Os cards completos para ambas edições da Global Fight League foram divulgados através do site oficial da liga.
Destaques dos dois primeiros cards
Como esperado, de acordo com as contratações feitas pela nova liga, muitos lutadores renomados vão abrilhantar os cards inaugurais da Global Fight League nos dias 24 e 25 de maio. Alguns dos combates mais destacados incluem as trilogias Renan Barão vs Urijah Faber e Anthony Pettis e Benson Henderson, além das lutas envolvendo Marlon Moraes e Ray Borg, Holly Holm e Julia Budd, Uriah Hall e Douglas Lima, Ovince Saint Preux e Alexander Gustafsson e Paige VanZant e Randi Field.
Há ainda a expectativa pela presença do gaúcho Fabrício Werdum, que está inicialmente escalado para o segundo dia de confrontos, mas ainda não possui rival definido. Outro combate muito aguardado e que, a princípio, está confirmado para integrar o card do dia 25 de maio é o duelo entre Tony Ferguson e Dillon Danis.
Formato de disputa e sistema de pontuação
A Global Fight League promete movimentar o cenário mundial dos eventos de MMA. Além da contratação de veteranos renomados, com passagens pelas grandes organizações da modalidade, a nova liga propõe um formato de disputa diferente dos demais. Ao todo, seis equipes (Nova Iorque, São Paulo, Dubai, Los Angeles, Londres e Miami) vão disputar a temporada regular e inaugural da GFL – cada uma será composta por 20 lutadores, sendo dois representando cada uma das dez categorias de peso (sete masculinas e três femininas).
Os times – seis no total – foram formados através de um ‘draft’, processo de escolha de atletas pelas equipes de forma intercalada, assim como acontece nos principais esportes americanos. De forma similar ao que acontece na PFL, a Global Fight League vai utilizar um sistema de pontuação ao longo de sua temporada regular.
Se o profissional vencer a luta por via rápida (finalização ou nocaute), irá ganhar quatro pontos para o seu respectivo time. O atleta que vencer por decisão receberá três pontos. O empate vale dois pontos. Já o lutador que for derrotado por decisão soma um ponto. Quem perder pela via rápida não pontua. Sendo assim, as quatro equipes com a maior pontuação na primeira fase avançam para a semifinal.
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