A confirmação da superluta entre Ronda Rousey e Gina Carano, marcada para 16 de maio no Intuit Dome, em Los Angeles (EUA), segue repercutindo no universo das artes marciais mistas e já provocou reações contundentes. Quem entrou no debate foi a brasileira Cris ‘Cyborg’, reacendendo uma rivalidade que por anos mobilizou fãs e especialistas.
Em publicação na rede social ‘X’ (antigo Twitter), a ex-campeã peso-pena (66 kg) do UFC ironizou o fato de o retorno de Rousey acontecer na divisão, categoria na qual a brasileira construiu sua vitoriosa trajetória. Enquanto isso, a superluta contra Carano ganha ainda mais tempero fora do cage, com antigas rivalidades voltando ao centro do debate e mantendo o nome de Rousey no epicentro das atenções do esporte.
“Hmmm… 66 kg?! Todos esses anos me evitando no peso-pena quando estávamos ambas no nosso auge?! Achei que você tinha ETC (encefalopatia traumática crônica) ou algo assim?”, escreveu Cyborg.
A menção à encefalopatia traumática crônica (ETC) faz referência direta a declarações recentes da integrante do Hall da Fama do Ultimate em sua autobiografia, ‘Our Fight: A Memoir’. Na obra, a medalhista olímpica no judô relata ter sofrido múltiplas concussões ao longo da carreira e aponta os impactos repetidos como um dos fatores determinantes para sua aposentadoria do MMA, em 2016.
Rivalidade
A provocação também resgata um histórico de tensão entre as duas lutadoras. Durante anos, o público especulou sobre um possível confronto, especialmente no período em que ambas figuravam entre os principais nomes do MMA feminino.
A diferença de peso, no entanto, sempre foi apontada como obstáculo para viabilizar o embate — com ‘Rowdy’ competindo no peso-galo (61 kg) e Cyborg consolidada nos 66 kg. Agora, com o retorno oficial sob promoção da ‘Most Valuable Promotions’ e transmissão exclusiva da Netflix, o cenário reacende discussões sobre lutas que nunca saíram do papel e mantém aberta a possibilidade de novos capítulos nessa rivalidade.
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