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Retrospectiva 2022! Relembre os principais fatos dos esportes de combate no ano

A contagem regressiva para a chegada de 2023 já começou. E com 2022 chegando ao fim, a Ag Fight preparou uma retrospectiva dos momentos mais importantes do ano nos esportes de combate. Confira nesta galeria alguns dos fatos que marcaram esta temporada que está chegando ao fim - Alejandro Salazar/PxImages
O duelo de boxe entre o ex-campeão do UFC Anderson Silva e o youtuber Jake Paul, disputado em outubro, movimentou as redes sociais e sites especializados, justamente por colocar frente a frente um dos maiores lutadores de MMA de todos os tempos e uma jovem celebridade que ainda dá seus passos iniciais nos esportes de combate. Apesar disso, o astro da internet surpreendeu e ficou com a vitória na decisão dos juízes - Alejandro Salazar/PxImages
Se o 'Spider' entrou em ação neste ano, o mesmo não pode ser dito de outro grande ícone dos esportes de combate. Ainda se recuperando de uma grave lesão na perna, o astro do UFC Conor McGregor não pisou no octógono em 2022, mas não deixou de ser notado. A saída do programa antidoping da USADA e a transformação física abrupta levantaram dúvidas sobre o uso de esteroides anabolizantes e, consequentemente, sobre sua futura volta ao Ultimate - Louis Grasse/PxImages
Outra estrela do UFC a passar todo o ano de 2022 ausente das competições foi Jon Jones. O ex-campeão dos meio-pesados, que se prepara para estrear nos pesos-pesados, não luta desde fevereiro de 2020 e, por enquanto, aguarda uma definição do Ultimate quanto ao seu futuro - Louis Grasse/PxImages
O ano de 2022 também ficou marcado por uma ocorrência inédita na história do UFC. Em maio, o brasileiro Charles 'Do Bronx' se tornou o primeiro campeão da entidade a perder seu cinturão após uma falha na balança, após ficar cerca de 200 gramas acima do limite de peso exigido para disputas de cinturão na divisão dos leves - Louis Grasse/PxImages
Cinco meses depois de perder o cinturão peso-leve, Charles 'Do Bronx' teve a oportunidade de reconquistar o título, mas acabou derrotado pelo russo Islam Makhachev, no UFC 280, em Abu Dhabi (EAU). A conquista do parceiro de treinos do ex-campeão Khabib Nurmagomedov colocou um ponto final na sequência de 11 vitórias que o brasileiro ostentava - Divulgação/UFC
O título peso-leve do UFC conquistado por Islam também marcou o primeiro de Khabib Nurmagomedov como treinador. Depois de encerrar a carreira como lutador em 2020, o russo agora dedica boa parte de seu tempo no comando de seus antigos companheiros de equipe, como Makhachev e Usman Nurmagomedov, seu primo, que conquistou o cinturão até 70 kg do Bellator em novembro, após destronar Patricky 'Pitbull' - Louis Grasse/PxImages
Enquanto um dos irmãos 'Pitbull' perdeu seu reinado no Bellator em 2022, o outro retomou a soberania sobre os rivais de divisão nesta temporada. Em revanche contra AJ McKee, realizada em abril, Patrício 'Pitbull' se vingou da derrota sofrida no ano anterior e recuperou o cinturão peso-pena do Bellator - Louis Grasse/PxImages
Quem também superou um antigo rival e conquistou um importante título em 2022 foi Alex Pereira. Depois de ter vencido Israel Adesanya duas vezes no kickboxing, 'Poatan' mostrou que o nigeriano é realmente seu freguês e, mesmo levando a pior durante boa parte da disputa, conseguiu nocautear o então campeão dos pesos-médios do UFC no último round, trazendo de volta para o Brasil o cinturão da categoria que durante anos foi dominada por Anderson Silva - Louis Grasse/PxImages
A vitória de virada e nos últimos minutos de combate não foi exclusividade de Alex Poatan neste ano. Em agosto, Leon Edwards aplicou um nocaute devastador no então campeão Kamaru Usman, quando restava menos de um minuto para o fim da luta principal do UFC 278, e conquistou o cinturão da divisão dos meio-médios - Alejandro Salazar/PxImages
Além de Adesanya e Usman, outra figura dominante do MMA mundial viu sua longa invencibilidade ser quebrada neste ano. Depois de vencer seus 15 primeiros confrontos no MMA, com dois títulos peso-leve do PFL conquistados, a bicampeã olímpica Kayla Harrison foi superada pela primeira vez na modalidade em novembro. A responsável por derrubar a ex-judoca foi a brasileira Larissa Pacheco, que levou para casa o cinturão da temporada 2022 do PFL e 1 milhão de dólares pela conquista - Matt Davies/PxImages
Se muitos grandes campeões caíram em 2022, por outro lado, um dominante competidor mostrou mais uma vez porque é considerado o melhor de todos na sua modalidade atualmente. Principal astro do grappling há alguns anos, Gordon Ryan finalizou mais uma temporada invicto nos tatames, coroada por uma participação impressionante no ADCC, no qual conquistou o título de sua categoria e venceu a superluta contra o brasileiro André Galvão - Louis Grasse/PxImages
Mas nem só de conquistas o ano de 2022 ficou marcado. Nos últimos meses da temporada, uma investigação sobre um esquema de apostas esportivas envolvendo treinadores e lutadores movimentou os bastidores do UFC. Em decorrência da investigação, que já envolveu até mesmo o FBI e outros órgãos federais dos EUA, o ex-lutador e treinador James Krause foi banido pelo UFC, assim como qualquer atleta que seguir ligado ao líder da equipe 'Glory MMA' - Natássia del Fischer/PxImages
Outro destaque negativo de 2022 ficou por conta da prisão do ex-campeão dos pesos-pesados do UFC Cain Velasquez. Preso em fevereiro, o lutador foi acusado de tentativa de homicídio, após supostamente se envolver em uma perseguição de carro em alta velocidade e disparar vários tiros em um veículo contendo Harry Goularte, suspeito de abusar sexualmente de um de seus filhos em uma creche. Cain passou oito meses na cadeia até ser liberado mediante pagamento de fiança - Rigel Salazar/PxImages
Mais um fato que chamou a atenção neste ano foi o aumento considerável de atletas insatisfeitos com a política salarial do UFC. Um dos que mais bateram de frente contra o sistema da organização presidida por Dana White foi o brasileiro Paulo 'Borrachinha'. Em diversas oportunidades, o peso-médio veio a público expressar sua insatisfação com o valor pago a ele pela entidade e já deixou claro que não pretende ceder às pressões da liga para lutar pelo valor considerado por ele ultrapassado - Diego Ribas/PxImages
Assim como Borrachinha, Francis Ngannou foi mais um grande nome a assumir publicamente sua briga com o UFC por uma maior valorização salarial. Após vencer Ciryl Gane em janeiro e defender seu cinturão do peso-pesado, o camaronês fez jogo duro nas negociações e segue sem renovar seu contrato com o Ultimate, o que coloca em dúvida seu futuro na organização norte-americana - Louis Grasse/PxImages.
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