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Cinthia Klumpp, diretora de marcas premium da Ambev, participa da coletiva do Spaten Fight Night 3

Eventos nacionais

Spaten amplia atuação nas artes marciais e reforça aposta no público de lutas no Brasil

A presença cada vez maior da Spaten no universo das artes marciais faz parte de uma estratégia construída a partir do interesse do público brasileiro pelos esportes de combate. Após a realização da terceira edição do Spaten Fight Night, no último sábado (29), no Pacaembu, em São Paulo, a marca reforça a intenção de ampliar sua conexão com diferentes modalidades e seguir investindo no segmento.

O blog conversou com Cinthia Klumpp, diretora de marcas premium da Ambev, que falou que a escolha das artes marciais como uma das principais plataformas da Spaten no Brasil nasceu de uma análise sobre o comportamento da audiência e do espaço ocupado pelos esportes de combate no país.

“Quando a gente escolheu a plataforma de artes marciais, fez um estudo muito grande sobre a audiência. Você tem diversas marcas de cerveja que estavam ancoradas no futebol. Mas, estudando, a gente percebeu que, mais do que o país do futebol, o Brasil também é o país das artes marciais”, afirmou.

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A executiva destaca ainda a relevância internacional dos atletas brasileiros e o interesse demonstrado pelo público em diferentes canais como fatores determinantes para a entrada da marca no segmento.

“Temos inúmeros atletas que são famosos pelas artes marciais no mundo inteiro e que não são tão valorizados. Além disso, tem um interesse muito genuíno da audiência. Foi aí que a gente decidiu abraçar e conectar essa marca com essa audiência específica”, explicou.

Expansão para diferentes modalidades

A terceira edição do Spaten Fight Night representou também uma ampliação do projeto. Além do boxe, que já fazia parte da identidade do evento, o card abriu espaço para outras modalidades, como judô e jiu-jitsu.

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De acordo com Cinthia, a diversificação surgiu como consequência do aprendizado acumulado nas primeiras edições e da própria demanda das comunidades ligadas às artes marciais.

“O próprio fato de perceber que as pessoas têm, sim, interesse em mais modalidades também foi um aprendizado. A comunidade do jiu-jitsu sempre pediu para ter um espaço lá e agora teve”, destacou.

A montagem do evento também passou por um processo mais amplo nesta edição. A Ambev formou um comitê com especialistas ligados às diferentes modalidades para avaliar nomes e possíveis confrontos.

Entre os critérios levados em consideração estavam o potencial de audiência, o interesse dos atletas e a contribuição dos confrontos para o desenvolvimento dos esportes de combate.

“A gente teve diversos encontros para analisar diversos nomes. Foi um combinado entre qual era o melhor encaixe de lutas, audiência, fomento ao esporte e interesse dos atletas, até que chegamos a essa conclusão”, contou.

Rivalidades como parte do espetáculo

Outro elemento que faz parte da maneira como a Spaten enxerga o universo das lutas é a construção de grandes rivalidades. Para Cinthia, histórias entre atletas ajudam a despertar o interesse do público e fazem parte da tradição dos esportes de combate, desde que os confrontos aconteçam dentro das regras de cada modalidade.

“Rivalidade sempre foi uma coisa positiva para o universo da luta. Inclusive, é isso que carrega grandes campanhas de lutas e gera interesse nas pessoas. Mas, em cima do ringue, tem regras. E luta não é briga”, ressaltou.

A terceira edição do evento teve como um de seus principais exemplos o confronto entre Maurício Shogun e Glover Teixeira. Os dois ex-campeões do UFC atravessaram gerações semelhantes no MMA, mas nunca haviam se enfrentado profissionalmente antes do duelo de boxe promovido pelo Spaten Fight Night.

Para a executiva, criar espaço para encontros como esse também faz parte da proposta do projeto.

“São dois caras que não conseguiram se enfrentar na história e, se não fosse o Spaten Fight Night, talvez eles não fossem se enfrentar. Esse evento surgiu para que a gente celebrasse lutas e rivalidades do passado, mas também para fazer com que lutas que nunca aconteceram acontecessem”, explicou.

A realização de três edições do Spaten Fight Night faz parte de uma estratégia mais ampla da marca de associação com os esportes de combate. A intenção, segundo Cinthia, é continuar desenvolvendo iniciativas dentro da plataforma de artes marciais.

“Sem dúvida, a gente vai continuar fomentando a plataforma de artes marciais como um todo”, afirmou.

Glover venceu Shogun por pontos na luta principal do Spaten Fight Night 3. Apesar de serem dois veteranos, os ex-campeões arrancaram aplausos pela entrega dentro do ringue. Após a luta, ainda dentro do ringue, Glover traduziu em palavras essa ideia de rivalidade com respeito e honra.

“Foi muito especial. Lutar com o Shogun foi uma honra, é um cara duríssimo. Foi uma guerra e ele acompanhou o ritmo desde o início. Eu falei e cumpri: eu fui procurar o nocaute o tempo todo e todo mundo viu. Eu tinha lutado com todo mundo, menos o Shogun. E agora fiz essa luta com ele”, concluiu o grande vencedor da noite.

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