Entrevistas

Vicente Luque analisa possíveis lutas contra Covington e Usman no UFC

Neste sábado (16), no UFC Vegas 51, Vicente Luque enfrenta Belal Muhammad no ‘main event’ e visa dar mais um passo em sua caminhada rumo ao topo dos meio-médios (77 kg). Quinto colocado no ranking da categoria, ‘The Silent Assassin’ mostra ter conhecimento de que uma vitória vai aproximá-lo de uma possível disputa de título e já trata Colby Covington e Kamaru Usman como potenciais adversários.

Em entrevista exclusiva à reportagem da Ag. Fight, Vicente projetou como iria se desenrolar as possíveis lutas com Covington, ex-campeão interino da categoria, e Usman, rei da divisão, e analisou os profissionais. Em relação ao nigeriano, ‘The Silent Assassin’ aponta que o hipotético embate pode ser empolgante, já que o melhor lutador peso-por-peso do UFC, apesar de ser wrestler, toma gosto pela trocação a cada combate.

Como é um atleta agressivo tanto em pé, quanto no chão, Luque ressalta que pode explorar as brechas que ‘The Nigerian Nightmare’ oferece na trocação, mas prega respeito, pois reconhece que o poder do mesmo é diferenciado. Vale lembrar que Usman nocauteou concorrentes do nível de Covington, Gilbert ‘Durinho’ e Jorge Masvidal.

“Eles têm várias coisas parecidas. Os dois são wrestlers e têm muito gás. Acho que a estratégia não seria tão diferente contra eles. Mudaria mais é que Kamaru tem um boxe mais afiado e bate muito mais forte. Com o Kamaru, eu precisaria estar melhor preparado na questão da defesa na luta em pé para não tomar aqueles golpes fortes que ele tem”, analisou o lutador.

Anteriormente, Vicente expressou o desejo de encarar Covington e não desistiu da ideia de enfrentar o ‘bad boy’. Inclusive, ‘The Silent Assassin’ classifica o hipotético confronto contra ‘Chaos’ como uma espécie de ‘prova final’ para a luta com Usman. Sobre o duelo em si, o atleta cita o wrestling como ponto forte do americano. De acordo com Luque, Colby é um profissional simples e objetivo, pois não costuma inventar em seus combates, logo, a tendência é que o mesmo evite a trocação e aposte nas quedas.

“Já com o Colby, eu precisaria treinar ainda mais a parte de wrestling, que já é uma coisa que venho treinando, porque é um anti-jogo que eles tentam fazer contra mim. Com ele, diferente do Kamaru, ele é mais insistente no wrestling, não tem uma trocação que goste de explorar. Ele seria mais insistente nessa parte. Acho que a diferença seria essa, mas são duas lutas parecidas para mim. Inclusive, se eu tiver que fazer mais uma luta, fazer uma luta contra Colby, considerando que Kamaru continue campeão, seria meio que uma boa preparação para depois enfrentar um cara como Kamaru”, concluiu.

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