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Pantoja projeta trilogia contra Moreno no UFC: “É para nocautear e pedir música”

Na história do peso-mosca (57 kg), Alexandre Pantoja sempre figurou em posição de destaque, mas jamais disputou o título da categoria no UFC. Entretanto, o brasileiro possui um trunfo e tanto para, enfim, alcançar a posição de desafiante ao cinturão da divisão. Para se aproximar do topo, o atleta terá que passar por Brandon Royval neste sábado (21), em Las Vegas (EUA).

Ciente de que se encontra em boa posição na categoria, atualmente na terceira posição no ranking, o brasileiro projetou seu futuro na divisão e contra um velho conhecido no ‘media day’ do evento, realizado na última quarta-feira (18) e com participação da reportagem da Ag. Fight (veja acima ou clique aqui). No passado, Pantoja enfrentou Brandon Moreno duas vezes e levou a melhor sobre o atual campeão do peso-mosca do UFC.

Na primeira, realizada em 2016 e válida pelo TUF 24, o brasileiro finalizou o mexicano. Na segunda, que aconteceu em 2018, ‘The Cannibal’ dominou ‘The Assassin Baby’ com direito a 10×8 para dois dos três juízes laterais. Como poucos são os lutadores que ostentam tal marca, o profissional visa tirar proveito do retrospecto positivo para confirmar a trilogia com o número um da categoria e ampliar a vantagem no placar.

“Sem sombra de dúvida, esse é um ponto determinante para a escolha do próximo oponente, mas tenho uma grande luta no sábado. Já venci uma vez finalizando, outra por pontos, acho que na terceira é para nocautear e pedir música. Estou bem, saudável e com a cabeça muito boa. Treino na melhor academia do mundo, com os melhores treinadores e parceiros de treino. Isso me dá uma segurança muito grande para lutar”, analisou ‘The Cannibal’.

Apesar do interesse de Pantoja na terceira luta contra Moreno, a imprensa especializada especula que o mexicano realize a trilogia, mas com Deiveson Figueiredo. É bem verdade que o UFC não confirmou o novo encontro entre os rivais. Mesmo próximo da posição de desafiante da categoria, ‘The Cannibal’ informou que apoia a realização do acerto de contas, desde que não atrapalhe o desenvolvimento da divisão.

“Se é para a trilogia ser feita, tem que ser feita logo ou então trava a divisão. Os dois estão saudáveis e podem lutar, mas que seja logo. O Deiveson merece por tudo que fez não só como campeão, mas pelo que fez para chegar até lá. Ele deu show em todas as lutas e é um lutador muito empolgante. Eu, como lutador, acho viável a trilogia”, concluiu.

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