Entrevistas

Karine Killer Silva revela que já trabalhou em sex shop: “Já vendi p***”

Karine ‘Killer’ Silva abriu um capítulo pouco conhecido de sua trajetória fora do octógono ao revelar que já trabalhou em uma sex shop antes de se consolidar como atleta profissional de MMA. A lutadora da equipe ‘Fighting Nerds’ abordou o tema em entrevista ao podcast ‘Direto de Vegas‘, novo projeto da Ag Fight, e detalhou diferentes experiências profissionais que antecederam sua carreira no esporte.

Durante a conversa, a brasileira explicou que passou por diversas ocupações antes de viver exclusivamente das lutas. Ao contextualizar um período marcado pela busca por sustento e estabilidade financeira, ela afirmou: “Eu já fiz um pouquinho de tudo. Já fui sorveteira, já vendi p***, já trabalhei de segurança. Já trabalhei numa sex shop”.

Ao falar especificamente sobre o trabalho na loja, a atleta descreveu a rotina e o contato direto com os clientes, destacando que, em muitos momentos, a experiência era tranquila. Segundo ela, o atendimento costumava fluir de forma natural, sem grandes dificuldades ou situações desconfortáveis.

“Era muito louco. Era engraçado. Era de boa quando ia a pessoa sozinha. Ela ficava um pouco constrangida, aí a gente trocava uma ideia, e eu sou uma pessoa fácil de conversar. Apresentava tudo, a pessoa escolhia o que queria e ia embora”, relatou.

Proposta indecente

No entanto, nem todas as situações foram positivas. A peso-mosca (57 kg) contou que se sentia incomodada quando alguns casais ultrapassavam limites durante as conversas, o que tornava o ambiente menos confortável.

O problema, pra mim, era quando ia casal e começava a perguntar se eu não queria fazer um ménage. Teve uma vez que eu até me assustei. Eu ia e voltava de bicicleta. Um casal me chamou, e eu disse que não podia, que isso não iria acontecer. Eu estava voltando para casa, e o casal me parou no meio da rua, de carro. Pensei: ‘Vão me roubar. Vão me tacar dentro do carro e me levar embora. E agora? Vou fazer o quê?’. Falei: ‘Não, moço. Me deixa em paz. Estou indo para minha casa. Não quero’”, narrou.

Atualmente consolidada no MMA e integrante de uma das equipes em ascensão no cenário nacional, Karine utiliza essas vivências como parte de sua história pessoal. O relato evidencia um percurso diverso até alcançar espaço no esporte de alto rendimento e expõe desafios enfrentados longe dos holofotes do octógono.

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