Com um retrospecto negativo de quatro derrotas em seis lutas disputadas no octógono mais famoso do mundo, Tresean Gore chegou pressionado para seu combate contra Azamat Bekoev no UFC Vegas 115, no sábado (4). Porém, com uma performance destacada, que culminou em uma vitória por finalização no terceiro assalto, o peso-médio (84 kg) afastou – ainda que momentaneamente – qualquer fantasma de demissão. E, de acordo com o próprio lutador americano, este é apenas o começo de uma nova era na sua carreira.
Em conversa com os jornalistas presentes na coletiva de imprensa pós-show, Tresean Gore revelou que passou por uma série de mudanças no seu estilo de vida, recentemente, que incluiu abandonar o uso recreativo da maconha. Com uma outra postura em relação a sua carreira, o ex-TUF 29 acredita que seu potencial natural para a luta pode finalmente desabrochar por completo, levando-o ao topo do esporte.
“Eu sei que tive performances de m***, mas aquele era o Tre maconheiro. Aquele era o Tre que fumava maconha na semana da luta. Esse é o Tre que agora está sóbrio há cinco meses. Eu parei. Não vou mais viver essa vida. Fumo desde que eu tinha 17 (anos), tentando escapar da minha realidade. Eu parei com isso agora. Quero ser campeão do mundo”, afirmou Gore.
Esnobado?
Apesar da grande apresentação no card preliminar do UFC Vegas 115, com a vitória por finalização sobre Azamat Bekoev, Tresean Gore não foi um dos escolhidos para ganhar um bônus de performance da edição. Na ocasião, os premiados foram os brasileiros Alessandro Costa e Alice Pereira, que embolsaram a quantia de 100 mil dólares (cerca de R$ 515 mil), cada um, pelo desempenho nos triunfos por nocaute sobre Stewart Nicoll e Hailey Cowan.
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